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Sementes Goiás investe em modernização e dobra capacidade produtiva em Rio Verde (GO)

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A Sementes Goiás, uma das mais tradicionais sementeiras do país, iniciou um novo ciclo de expansão com foco em modernização tecnológica e aumento da capacidade produtiva em Rio Verde (GO). Com 26 anos de atuação, a empresa se consolida como referência nacional em qualidade e inovação na produção de sementes de soja, fortalecendo sua presença no sudoeste goiano.

Expansão industrial e foco em eficiência produtiva

Nos últimos dois anos, a companhia — que desde 2020 atua como marca exclusiva da Nutrien Soluções Agrícolas no Brasil — passou por um robusto processo de atualização de infraestrutura, envolvendo modernização de maquinários, automação de processos e ampliação das estruturas de armazenagem e beneficiamento.

A reestruturação também incluiu a retomada estratégica da planta SGL02, impulsionada pela alta demanda do mercado e pelo crescimento da sojicultura regional.

“Esse ciclo de investimentos reforça nosso compromisso com Rio Verde e com o produtor goiano. Modernizamos processos, ampliamos capacidade e fortalecemos nossa base operacional para seguir atendendo, com excelência, o ritmo de evolução do campo e a demanda crescente por sementes de alta performance”, afirma Túlio Santos, diretor da Sementes Goiás.

Com as duas unidades em operação plena e sistemas produtivos de última geração, a empresa projeta elevar sua produção mensal de 500 mil para 1 milhão de sacas até o final de 2025, priorizando eficiência, tecnologia e qualidade em todas as etapas.

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Referência em TSI e tecnologia de ponta

Pioneira no Tratamento de Sementes Industrial (TSI) no sudoeste goiano e entre as primeiras do Brasil a adotar o modelo, a Sementes Goiás mantém liderança no índice de sementes tratadas, com mais de 75% da produção já em TSI.

Esse processo garante padronização, praticidade e segurança, oferecendo ao produtor sementes com alto vigor, sanidade e desempenho superior no campo.

Atualmente, o portfólio da empresa reúne mais de 50 cultivares e conta com um dos laboratórios de controle de qualidade mais modernos do país, além de uma equipe técnica altamente especializada. Essa estrutura permite à companhia manter padrões elevados de rastreabilidade, sustentabilidade e inovação, sustentando sua competitividade no mercado nacional.

Perspectivas positivas para o futuro

Segundo Túlio Santos, a Sementes Goiás está preparada para um novo ciclo de crescimento, acompanhando o avanço tecnológico e as demandas cada vez mais exigentes dos produtores.

“O mercado segue aquecido, o produtor goiano é cada vez mais tecnológico e exigente, e a Sementes Goiás está pronta para entregar o que há de melhor em qualidade, eficiência e resultado no campo”, reforça o diretor.

Com foco em inovação contínua, sustentabilidade e proximidade com o produtor, a Sementes Goiás consolida seu papel estratégico no fortalecimento da cadeia produtiva da soja em Goiás e no Brasil.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cerrado Mineiro tem um dos melhores rendimentos dos últimos anos

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A colheita do café arábica chegou a 99% nas propriedades acompanhadas pela Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer), no Cerrado Mineiro. Além do avanço dos trabalhos, o beneficiamento apresenta rendimento médio de 455 litros de café colhido para a formação de uma saca de 60 quilos, um dos melhores resultados registrados nos últimos anos.

O levantamento considera a situação das lavouras até 11 de setembro. Aproximadamente 90% da produção já passou pelo beneficiamento, etapa em que são retiradas a casca, a palha e as impurezas para obtenção dos grãos que serão classificados e comercializados.

O resultado de 455 litros por saca indica uma relação favorável entre o volume retirado da lavoura e a quantidade de café beneficiado. Quanto menor o volume de frutos necessário para formar uma saca de 60 quilos, melhor tende a ser o aproveitamento industrial da produção.

Esse rendimento ajuda a compensar parte dos custos da colheita, da secagem e do beneficiamento. Para o produtor, significa obter mais sacas comerciais a partir do mesmo volume colhido, embora o resultado financeiro também dependa da qualidade da bebida, da classificação dos grãos e dos preços negociados.

O Cerrado Mineiro reúne cerca de 4,5 mil produtores em 55 municípios e possui aproximadamente 255 mil hectares cultivados. A região produz, em média, 6 milhões de sacas por ano, equivalentes a 12,7% da produção brasileira, e comercializa café com mais de 30 países.

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A cafeicultura regional também se diferencia pela Denominação de Origem Cerrado Mineiro, a primeira reconhecida para cafés no Brasil. O selo identifica produtos cultivados dentro da área delimitada e que atendem aos critérios de origem, rastreabilidade e qualidade.

A etapa final da colheita está concentrada principalmente no recolhimento dos frutos que caíram no chão. A Expocacer estima que esse café represente cerca de 30% do volume da safra. Aproximadamente 80% dessa parcela já foi recuperada.

O índice médio de catação, que representa a retirada de grãos defeituosos durante o beneficiamento, está próximo de 21%. O percentual foi influenciado justamente pela maior participação do café recolhido do chão, normalmente mais sujeito à umidade, fermentação e contato com impurezas.

As chuvas registradas entre os dias 5 e 9 de setembro impediram o encerramento completo da colheita. A umidade elevada do solo dificultou o tráfego das máquinas e interrompeu temporariamente o recolhimento em algumas propriedades. Como a maioria das áreas já concluiu o trabalho, o avanço do percentual restante ocorre de forma mais lenta.

As precipitações, por outro lado, estimularam a abertura das primeiras flores da próxima safra. A florada observada corresponde, em média, a 33% do potencial estimado para as lavouras acompanhadas pela cooperativa.

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Nas áreas que produziram menos nesta temporada, a abertura das flores foi mais intensa e uniforme. Nas lavouras que sustentaram cargas elevadas, a florada apresentou menor intensidade, comportamento relacionado ao esforço realizado pelas plantas durante a formação da safra atual.

A continuidade das chuvas poderá favorecer uma segunda florada de proporção semelhante. O restante do potencial deve se distribuir entre outubro e novembro, conforme a disponibilidade de umidade e as condições de temperatura.

A abertura das flores é uma sinalização positiva, mas ainda não garante o tamanho da próxima produção. Para que se transformem em frutos, as lavouras precisarão de umidade suficiente durante o pegamento, a formação dos chumbinhos e o início da granação.

Com a safra atual praticamente recolhida, rendimento de beneficiamento favorável e as primeiras flores abertas, o Cerrado Mineiro encerra um ciclo e inicia outro. O acompanhamento das chuvas e o manejo nutricional e fitossanitário das lavouras serão decisivos para transformar o potencial observado agora em produção na próxima colheita.

Fonte: Pensar Agro

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