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Secretaria da Segurança Pública faz pesquisa com servidores e população no Litoral

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A Secretaria estadual da Segurança Pública (Sesp) quer saber como seus servidores e os veranistas do Litoral estão avaliando as ações do Verão Maior Paraná nas áreas sob sua responsabilidade. Para isso, equipe da Ouvidoria da secretaria vai, nos fins de semana, até os pontos de atendimento para conversar com policiais, bombeiros e com a população.

A ação conta com apoio e orientação da Controladoria-Geral do Estado (CGE), que coordena o trabalho de contato com o cidadão por meio da Ouvidoria-Geral. Nesta sexta-feira (12), o diretor-geral da CGE, Ivo Ferreira Neto, e Letícia Dohms, coordenadora de Ouvidoria em exercício, acompanharam o trabalho executado nos postos do Batalhão da Polícia Rodoviária Estadual em Guaratuba.

O contato direto com quem trabalha no Verão Paraná e quem está aproveitando as atividades tem o objetivo de divulgar os canais de ouvidoria e registrar reivindicações ou sugestões de melhoria no atendimento ou execução de ações. Também é verificada a prestação de serviços contratados, como banheiros químicos, e a qualidade de instalações para os profissionais que atuam no litoral, durante a temporada.

As atividades serão desenvolvidas também em Matinhos, Pontal do Paraná (incluindo a Ilha do Mel), Antonina e Morretes até o fim do Verão Maior Paraná.

“A Sesp, preocupada com a qualidade do serviço prestado no Litoral, desenvolveu este projeto, que tem como escopo de aferir todos os trabalhos executados, propiciando condições favoráveis aos colaboradores e agentes de segurança pública, conferindo com a população a qualidade do serviço prestado”, ressaltou o major Fábio Cruz, assessor da Diretoria-Geral da Sesp.

Para o diretor-geral da CGE, Ivo Ferreira Neto, o trabalho encabeçado pela Segurança Pública estimula a participação dos servidores e da população na administração pública. “Muitas vezes, o servidor esquece que o serviço de ouvidoria também é para ele e que todos podem se manifestar”, afirmou.

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AVALIAÇÃO – A pesquisa é realizada pelos agentes de Compliance, André Bach; de Ouvidoria e Transparência, Diego Graf; e de Controle Interno, Tatiele Faot, que formam o Núcleo de Integridade e Compliance da Sesp. A ideia é garantir que a execução dos trabalhos ocorra em consonância a tudo que foi planejado para o Verão Maior Paraná.

Os policiais e bombeiros, assim como os cidadãos, são informados dos meios pelos quais eles podem expressar sua avaliação. Especificamente para quem trabalha no Verão Maior Paraná, são dadas orientações sobre os direitos e deveres e explicado atos que podem ser considerados impróprios, além de informados fluxos adotados pela Ouvidoria e pela gestão após o recebimento da demanda, como garantia do anonimato ou sigilo.

O agente de Ouvidoria da Sesp explicou que se inspirou no trabalho desenvolvido pela CGE para formatar a pesquisa e que o resultado vai ajudar no planejamento das futuras operações. “A percepção do cidadão aqui no Litoral tem sido bem positiva. Um servidor aposentado, morador de Guaratuba há 27 anos, relatou que essa é uma das primeiras vezes que ele está vendo o Verão Maior Paraná de forma mais enfática, com uso de helicópteros, quadriciclos na praia, e motos aquáticas pelos bombeiros”, contou Diego.

A coordenadora em exercício da Ouvidoria-Geral explicou que durante a temporada há aumento no número de manifestações, considerando as informações colhidas no Núcleo de Informação Estratégica da Coordenadoria de Ouvidoria. “Com base na identificação da necessidade de ouvir quem está no Litoral orientamos esse projeto de ouvidoria itinerante, que é levar a ouvidoria diretamente ao cidadão e ao servidor que está trabalhando. Para a população é importante se expressar, mas também é importante para o servidor dar a sua opinião e avaliação”, afirmou Letícia.

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SATISFAÇÃO – Josane Pereira estava com a família no carro e foi parada no Posto de Guaratuba, no embarque do ferry boat. “É uma iniciativa muito bacana, importante para a melhoria das praias do Paraná. Muita gente não sabe que tem também esse serviço. Eu achei muito bacana a informação e o atendimento deles”, disse.

Quem for entrevistado pelas equipes pode registrar elogios, reclamações, denúncias e outras reivindicações, principalmente aquelas relacionadas às ações da Segurança Pública. Entre as atividades estão monitoramento e patrulhamento das cidades litorâneas, o serviço de guarda-vidas e uso dos helicópteros durante a temporada. Eles também recebem um panfleto com os canais de ouvidoria.

Como registrar sua reivindicação:

Pelo site da CGE ou das Secretarias, você encontra o formulário online.

Pelo telefone:

Ouvidoria-Geral: 0800 041 1113

Ouvidoria Sesp: (41) 3313-1617

WhatsApp: 3883-4014 (Ouvidoria-Geral)

E-mail: [email protected]

A Ouvidoria-Geral também atende pessoalmente ou por correspondência: na Rua Mateus Leme, 2018, Centro Cívico, 80.530-010 – Curitiba/PR (atendimento presencial – de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 18h).

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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