Connect with us


Esportes

Santos e São Paulo empatam na Vila Belmiro, e crise no Peixe se aprofunda com protesto da torcida

Publicado em

O clássico paulista entre Santos e São Paulo, válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, terminou em empate de 1 a 1 na noite desta quarta-feira na Vila Belmiro. Zé Rafael abriu o placar para o Peixe no final do primeiro tempo, mas Calleri garantiu o empate para o Tricolor na etapa complementar. O resultado manteve o Santos em uma incômoda sequência de sete jogos sem vitória na temporada, gerando forte reação da torcida.

A igualdade no placar levou o Santos à 15ª colocação provisória no Brasileirão, com apenas um ponto, estendendo a fase negativa que já dura cinco partidas pelo Campeonato Paulista e agora duas pela Série A. Em contrapartida, o São Paulo, que busca uma recuperação após momentos turbulentos, alcançou a quarta posição na tabela, somando quatro pontos.

Clima hostil na Vila Belmiro

A insatisfação dos torcedores santistas atingiu o ápice após o apito final. Vaias e gritos de “fora Marcelo Teixeira” foram direcionados ao presidente do clube. Durante a partida, a Torcida Jovem, uma das principais organizadas, promoveu um protesto marcante. No primeiro tempo, os membros assistiram ao jogo sentados e em silêncio, apenas se manifestando no intervalo com a exibição de faixas e cânticos contra o presidente e o executivo de futebol, Alexandre Mattos. Curiosamente, a organizada retomou o apoio vocal ao elenco no segundo tempo.

Leia mais:  Fora de casa, Corinthians é superado por 1 a 0 pelo Cuiabá

O jogo

O Santos iniciou o jogo com mais ímpeto e quase abriu o placar aos quatro minutos, quando Gabigol finalizou na pequena área, mas parou em grande defesa do goleiro Rafael. Contudo, a equipe da casa encontrou dificuldades em criar novas oportunidades, permitindo que o São Paulo crescesse no jogo. Aos 28 minutos, Bobadilla quase marcou para o Tricolor, que ainda teve Tapia tirando tinta da trave logo em seguida.

Apesar dos protestos, o Peixe conseguiu balançar as redes nos acréscimos do primeiro tempo. Após um chute de longe de Adonis Frías, Rafael espalmou e, no rebote, Zé Rafael completou para o gol, levando uma pequena euforia à Vila.

Na volta do intervalo, o São Paulo não demorou a reagir. Lucas Moura fez boa jogada pela direita e cruzou na medida para Calleri, que cabeceou firme para deixar tudo igual. Com o 1 a 1 no placar, o ritmo do jogo diminuiu drasticamente. O Santos não demonstrou poder de reação para buscar a vitória, irritando ainda mais seus torcedores, enquanto o Tricolor administrou o resultado, garantindo um ponto fora de casa.

Leia mais:  Internacional vence o CSA de virada no Beira-Rio pela Copa do Brasil
FICHA TÉCNICA
Santos 1 x 1 São Paulo
Competição Campeonato Brasileiro (segunda rodada)
Local Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data 4 de fevereiro de 2026 (quarta-feira)
Horário 20h (de Brasília)
Público 10.280
Renda R$603.735,63
Arbitragem
Árbitro Anderson Daronco (RS)
Assistentes Rafael da Silva Alves (RS) e Tiago Augusto Kappes Diel (RS)
VAR Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Gols
 Zé Rafael, aos 49 do 1ºT (Santos)
 Calleri, aos 20 do 2ºT (São Paulo)
Cartões
Amarelos (Santos) Adonis Frías, Rony, Zé Rafael, Escobar e Schmidt
Amarelos (São Paulo) Alan Franco
Vermelhos Nenhum
Escalações
SANTOS
Gabriel Brazão; Mayke, Adonis Frías (Basso), Luan Peres e Escobar; João Schmidt, Zé Rafael (Miguelito) e Gabriel Menino (Bontempo); Barreal (Rollheiser), Gabigol e Rony (Lautaro Díaz).
Técnico: Juan Pablo Vojvoda
SÃO PAULO
Rafael; Alan Franco (Lucas Moura), Arboleda e Sabino; Maik (Ferraresi), Danielzinho, Bobadilla (Luan), Pablo Maia (Marcos Antônio) e Enzo Díaz; Tapia (Luciano) e Calleri.
Técnico: Hernán Crespo

Fonte: Esportes

Comentários Facebook

Esportes

Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

Published

on

Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

Leia mais:  Corinthians vence Deportivo Cali-COL por 1 a 0 no primeiro jogo como mandante na CONMEBOL Libertadores 2022

Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

Leia mais:  Dorival Júnior comanda seu primeiro treino no retorno ao Flamengo

Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262