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Paraná

Sanepar levou serviço de coleta e tratamento de esgoto a mais 100 mil famílias em 2025

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Com o fornecimento de água tratada já atingindo 100% da população urbana nos municípios onde atua, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) direcionou R$ 1,4 bilhão em investimentos para ampliar sua rede de coleta e tratamento de esgoto em 2025. Isso possibilitou a inclusão de mais de 100 mil famílias no mapa do esgotamento sanitário. No mês que se comemora o Dia Mundial da Saúde, a Sanepar destaca a importância dos investimentos em saneamento para redução de doenças de veiculação hídrica.

O indicador de atendimento com rede coletora de esgoto da Sanepar é de mais de 82%, sendo que todo o volume coletado é 100% tratado. A média nacional é de 59,7% na coleta e 49% no tratamento. A ausência do serviço pode impactar a saúde e até resultar em óbitos, especialmente de crianças, idosos e mulheres em regiões periféricas e vulneráveis.

Com investimentos de mais R$ 6,75 bilhões, entre 2026 e 2030, a Companhia deve atingir, nos municípios em que atua, 90% de cobertura com esgotamento sanitário, meta prevista no Marco Legal do Saneamento.

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“O Paraná tem muito o que comemorar, pois temos um Estado muito bem estruturado em unidades de saúde, das básicas às mais complexas. Sobretudo, na parte que nos compete, podemos nos orgulhar de ser uma companhia estadual de saneamento empenhada em isolar a população das doenças de circulação hídrica, distribuindo água potável 24 horas por dia e buscando soluções para dar o devido destino para o esgoto doméstico”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley.

O diretor de Meio Ambiente e Ação Social da Companhia, Fernando Guedes, afirma que a busca para atingir a universalização do saneamento integra a gestão da Sanepar. Ele destaca a atuação transversal das diretorias no que diz respeito aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a inserção das metas para atingi-los no planejamento estratégico como sinais de avanços importantes.

Guedes destaca que a Sanepar tem discutido os ODS dentro da gestão, mantendo o tema sob holofotes ao mesmo tempo em que incorpora práticas sustentáveis na cultura organizacional, levando em consideração, especialmente, o ODS 6 – água potável e saneamento.

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“Entendemos nosso papel tanto visando a sustentabilidade ambiental quanto social, integrando este movimento global que busca a saúde em primeiro lugar. E isso, aqui dentro, fazemos todos nós, imbuídos da missão de impactar positivamente na qualidade de vida da população rumo à universalização do saneamento”, diz Guedes.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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