Paraná
Sanepar faz novos testes sonoros em sirenes instaladas na Barragem do Miringuava
A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) informa que realizará na próxima semana, entre os dias 15 e 19 de junho, uma nova rodada de testes sonoros das sirenes instaladas no entorno da Barragem do Miringuava, em São José dos Pinhais. O objetivo é garantir que os equipamentos estejam em perfeitas condições de funcionamento para serem usados em eventuais emergências. Durante os testes, não será preciso que os moradores deixem suas casas.
Os testes serão realizados durante toda a semana, em dois períodos do dia: das 8h às 12h e entre 13h30 e 17h30. Nesses momentos, a população que vive no entorno da Barragem deve ouvir dois tipos de sons: ruídos pontuais (chamado de teste surdo) e um som de sirene contínua (chamado de teste de simulação).
“É importante reforçar que, em nenhum dos casos, será preciso que os moradores deixem suas casas. Trata-se de um procedimento de rotina e preventivo. Não há qualquer situação de risco ou emergência”, esclarece o coordenador dos Sistemas Integrados de Abastecimento da Sanepar (SAIC), Arion Garcia da Silva. De acordo com o coordenador, o objetivo é testar os equipamentos e aferir se está tudo funcionando perfeitamente e que nenhuma das sirenes precisa de manutenção.
Os testes serão realizados em parceria com a Defesa Civil e o Município de São José dos Pinhais.
ZONA DE AUTOSSALVAMENTO (ZAS) – As 16 sirenes que serão testadas foram instaladas pela Sanepar na chamada Zona de Autossalvamento (ZAS), que compreende uma área de até dez quilômetros de distância a partir da barragem. O local, além dos equipamentos, também possui seis rotas de fuga e pontos de encontro sinalizados.
Além da ZAS, a região também conta com uma Zona de Salvamento Secundário, localizada em um raio de 28 quilômetros da barragem e que tem 35 rotas de fuga e pontos de encontro sinalizados.
TESTES ANTERIORES – Os equipamentos já foram testados em novembro do ano passado, como parte da rotina de monitoramento constante do sistema de alerta na região. Meses antes, a população local também participou de uma simulação de evacuação do entorno da barragem.
“Os testes e simulações também têm objetivos educativos e são importantes para assegurar que as pessoas saibam como agir em caso de real emergência, reconhecendo o som das sirenes, as rotas de fuga e os pontos de encontros próximos às suas residências”, explica Arion.
ENCHIMENTO DO MIRINGUAVA – A Barragem do Miringuava está no processo inicial de enchimento e, neste momento, encontra-se com um nível de 8,8% da sua capacidade máxima de reservação. O Sistema Miringuava, composto pela Barragem e Estação de Tratamento, tem capacidade para fornecer água à 650 mil pessoas que vivem em São José dos Pinhais, Curitiba, Fazenda Rio Grande e Araucária. A reservação de água na Barragem visa manter a produção de água potável em períodos de estiagem, garantindo o abastecimento público mesmo em períodos de baixos índices pluviométricos.
Fonte: Governo PR
Paraná
CastraPet consolida legado ambiental com a instalação de 3,4 mil placas educativas
Para além do atendimento veterinário, com a castração de mais de 140 mil pets desde 2019, o Programa Permanente de Esterilização de Cães e Gatos (CastraPet Paraná) representa um legado considerável na educação ambiental do Estado. Nos últimos 18 meses, a iniciativa coordenada pelo Instituto Água e Terra (IAT) viabilizou a instalação de 3.402 placas educativas em diferentes municípios paranaenses. Os materiais tratam de medidas como guarda responsável, segurança e proteção animal, entre outras ações.
A colocação das placas é uma contrapartida exigida pelo órgão às cidades contempladas pelas ações de saúde e bem-estar animal desenvolvidas a partir da iniciativa. O IAT é uma autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
“O CastraPet é reconhecido nacionalmente pela atuação baseada em um conceito de saúde única, integrando saúde animal, humana e preservação ambiental. E nesse contexto as placas educativas complementam as demais ações do programa, como os mutirões de castração“, afirma a médica veterinária e coordenadora técnica do CastraPet, Girlene Jacob.
Posicionadas em pontos estratégicos dos municípios, em locais com grande circulação de pessoas, as placas abordam temas fundamentais para a segurança coletiva. Entre eles, a necessidade de contenção adequada de animais agressivos, a obrigatoriedade do uso de guia e focinheira em determinadas situações e a importância do manejo responsável por parte dos tutores dos animais. “Dessa forma, o material auxilia na prevenção de acidentes e promove maior conscientização sobre os deveres relacionados à posse responsável”, diz a veterinária.
“Essa iniciativa transforma os espaços públicos em ambientes permanentes de conscientização. Com isso, milhares de pessoas têm acesso diário às informações que incentivam atitudes responsáveis e fortalecem a cultura e a proteção animal”, acrescenta.
CASTRAPET – Lançado em 2019, o CastraPet está no 5º ciclo, iniciado em novembro do ano passado. A proposta contempla pets da população de baixa renda, de pessoas vinculadas a organizações da sociedade civil e protetores independentes. O investimento do Governo do Estado nesta etapa é de R$ 19,8 milhões, um incremento de 106% em relação ao 4º período (R$ 9,6 milhões), concluído em maio do ano passado.
Além da esterilização, o programa propõe práticas de educação sobre a tutela responsável de cães e gatos, contribuindo para a conscientização ambiental, especialmente entre crianças e adolescentes — um dos requisitos para o município participar do projeto. O outro ponto é a intensificação da vacinação antirrábica nos animais, visando a promoção da saúde pública.
Para isso, o Governo do Estado fiscaliza as atividades organizadas por todas as cidades parceiras do projeto. O programa ainda oferece palestras sobre zoonoses, vacinação e desvermifugação de animais. A colaboração se estende a uma rede que une várias ONGs e diversos protetores independentes, todos compartilhando o objetivo de ampliar a conscientização da sociedade em relação aos animais.
Ao final desta etapa, no segundo semestre deste ano, o projeto terá alcançado todas as 399 cidades paranaenses.
COMO PARTICIPAR – Para agendar um horário para a castração dos bichinhos, o cidadão deve ir diretamente em um dos pontos determinados pela prefeitura da sua cidade, parceiras do Estado nesta iniciativa. No momento da inscrição os tutores já receberão todas as orientações sobre o pré e pós-operatório, além de medicamentos para os cuidados após a cirurgia dos pets e aplicação de um microchip eletrônico para identificação do animal.
Fonte: Governo PR
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