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Agro

RS encerra semeadura de triticale em julho; chuvas impactam lavouras de maio e junho

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O triticale cultivado no Rio Grande do Sul concluiu sua semeadura em julho, mas diferentes condições meteorológicas ao longo do período afetaram a evolução das lavouras, segundo o 12º Levantamento da Safra de Grãos 2024/25 da Conab.

Evolução da semeadura

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura do triticale avançou da seguinte forma:

  • Maio: 5% da área total semeada
  • Junho: 40% da área total
  • Julho: 55% da área total

A Conab destacou que, apesar de realizadas mais tarde, as lavouras de julho apresentam melhores condições, favorecidas por chuvas menos intensas, volumes pluviométricos equilibrados e temperaturas baixas, que contribuíram para bom perfilhamento e manutenção da sanidade das plantas.

Impactos das chuvas nas lavouras de maio e junho

Nas áreas semeadas em maio e junho, a companhia registrou que chuvas torrenciais e alta nebulosidade prejudicaram o desenvolvimento inicial, provocando perda de fertilizantes por erosão e percolação, além de crescimento lento das plantas.

Apesar desses desafios, a Conab avaliou que a melhora das condições climáticas nas últimas semanas possibilitou uma recuperação visual das lavouras, mantendo a expectativa de produtividade inicial.

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Situação das lavouras por mês de semeadura
  • Maio (5% da área): alcançando fase reprodutiva em agosto e início do enchimento de grãos ao final do mês.
  • Junho (40% da área): as lavouras semeadas no início do mês já estão no florescimento (30%), enquanto o restante (65%) permanece em desenvolvimento vegetativo, com perfilhamento, alongamento dos entrenós e emborrachamento.
  • Julho (55% da área): apresentam as melhores condições gerais devido ao clima mais favorável.

O levantamento reforça que a produtividade do triticale no RS ainda pode ser mantida, mesmo com os impactos das chuvas intensas nas primeiras lavouras semeadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Estoques de CPR somam R$ 600,3 bilhões em agosto

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Os estoques de Cédula de Produto Rural (CPR), referentes a agosto de 2026, totalizaram R$ 600,3 bilhões, distribuídos em 359 mil cédulas. O ticket médio foi de R$ 1,67 milhão. Considerando os papéis emitidos entre julho e agosto, nos dois primeiros meses da safra 2026/27, foram registradas R$ 62,50 bilhões em novas CPR.

Os dados integram o Boletim de Finanças do Agro, divulgado mensalmente pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário da Secretaria de Política Agrícola.

Em relação à Letra de Crédito do Agronegócio (LCA), os estoques do título totalizaram R$ 561,29 bilhões. Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% desse valor, equivalente a R$ 336,77 bilhões, deve ser direcionado ao financiamento ao setor agropecuário. Desse montante, ao menos 45%, correspondente a R$ 151,55 bilhões, deve ser destinado ao crédito rural oficial. Os valores consideram a safra atual e contratos ainda em aberto de safras anteriores.

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O Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e o Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA) registraram, em julho, estoques de R$ 174,95 bilhões e R$ 30,62 bilhões, respectivamente.

No caso dos Fundos de Investimento em Cadeias Agroindustriais (Fiagro), os dados de julho de 2026 indicam patrimônio líquido de R$ 65,78 bilhões, distribuídos entre 291 fundos.

Informações à imprensa
[email protected]

 

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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