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Restauração em concreto da PR-151 entre Ponta Grossa e Palmeira chega perto de 50%

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A restauração em concreto e ampliação da capacidade da PR-151, entre Ponta Grossa e Palmeira, nos Campos Gerais, chegou a 45,6% de execução na medição mais recente, de março. Até o momento, os investimentos  do Governo do Estado somam R$ 131,3 milhões no trecho, que tem 32,71 quilômetros de extensão.

O principal serviço em andamento é a implantação do pavimento rígido de concreto por meio da técnica whitetopping, em que o pavimento asfáltico existente passa por melhorias e é aproveitado como base para uma camada de concreto. Os primeiros cinco quilômetros já foram concluídos, inclusive com sinalização, estando em execução a concretagem nos cinco quilômetros seguintes.

Além disso, mais cerca de 10 quilômetros já receberam melhorias no pavimento existente e já estão prontos para receber a nova camada de concreto.

No perímetro urbano de Palmeira começaram os serviços de construção do novo viaduto no entroncamento da PR-151 com a rua XV de Novembro, Rua Manoel Ribas, Rua Daniel Mansani e a Avenida Nacim Bacila. Também estão avançando as frentes de terraplenagem, para alargar as faixas de tráfego atuais e implantar os 15,2 quilômetros de terceiras faixas previstos, bem como os trabalhos na implantação e ampliação do sistema de drenagem de águas e construção de galeria celular de concreto.

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A obra prevê ainda sinalização horizontal e vertical, instalação de dispositivos de segurança viária e plantio de vegetação nos taludes ao lado da pista, entre outros serviços.

O trecho contemplado começa no entroncamento com a PR-438, em Ponta Grossa, e segue até o entroncamento com a BR-277 em Palmeira.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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