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Remate reúne tradição e qualidade genética no dia 2 de outubro

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No próximo dia 2 de outubro, a partir das 19h, o Sindicato Rural de Santana do Livramento (RS) será palco do Leilão Parceria Genética, evento que promete atrair investidores e criadores em busca de animais de alta qualidade. Serão ofertados 400 fêmeas e 50 machos das raças Angus e Brangus, resultado da união entre as cabanhas La Coxilha, de Cacequi (RS), e Sossego Angus e Brangus, de Santana do Livramento (RS).

Genética consolidada no mercado

Para o criador Gabriel Barros, proprietário da La Coxilha, o remate é a oportunidade de mostrar anos de seleção genética criteriosa. “São anos de trabalho para garantir o melhor da genética dos nossos animais. No leilão, vamos apresentar exemplares com resistência, precocidade e uniformidade, entregando o que há de melhor da La Coxilha para quem busca reforçar seus rebanhos”, destacou.

Fábio Alves Escosteguy, da Sossego Angus e Brangus, reforça que a qualidade genética é o diferencial do evento. “Genética de ponta é algo que não vai faltar. O Leilão Parceria Genética tem um único foco: oferecer o melhor das raças Angus e Brangus dentro de uma parceria sólida, construída com seriedade, responsabilidade e foco em resultado para quem investe em melhoramento genético.”

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Condições de pagamento atrativas

Os compradores terão à disposição diferentes opções de pagamento:

  • 30 parcelas: sendo 10 duplas e 10 simples;
  • À vista: 10% de desconto;
  • Até 30 dias: 8% de desconto;
  • Em 10 vezes: desconto de 5%;
  • Plano Safra (2 + 2): com saldo para 29/05/2026.
Transmissão e organização

O remate será transmitido ao vivo pela TV El Campo e conduzido pelas leiloeiras Knorr Leilões e Tellechea & Bastos, com assessoria técnica da Agropecuária FF Velloso & Dimas Rocha.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Instituto Biológico amplia produção de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina no Brasil

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A sanidade animal segue como um dos pilares estratégicos da pecuária brasileira, especialmente em um cenário de expansão das exportações de carne e leite e aumento das exigências sanitárias internacionais. Nesse contexto, o Instituto Biológico vem ampliando sua atuação na produção nacional de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, reforçando o controle sanitário dos rebanhos em todo o país.

Com apoio da Fundepag, o Laboratório de Inovação em Imunobiológicos do instituto já produziu cerca de 30 milhões de testes diagnósticos desde 2021. Os imunobiológicos abastecem programas sanitários em diferentes regiões do Brasil e são utilizados por médicos-veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Os kits fazem parte das ações do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal, iniciativa coordenada pelo MAPA para monitoramento e controle dessas doenças que impactam diretamente a produtividade pecuária e a saúde pública.

Diagnóstico sanitário fortalece competitividade da pecuária brasileira

A brucelose e a tuberculose bovina estão entre as principais zoonoses monitoradas no país. Além dos prejuízos econômicos causados pela redução da produtividade dos rebanhos, as doenças podem provocar restrições comerciais, limitar o trânsito de animais e comprometer exportações brasileiras de carne e leite.

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Segundo o médico-veterinário e responsável técnico pelo laboratório, Ricardo Spacagna Jordão, a modernização dos processos produtivos tem sido fundamental para ampliar a eficiência dos diagnósticos e garantir maior confiabilidade nos resultados.

“O objetivo é aplicar tecnologias mais avançadas na produção dos imunobiológicos, garantindo maior pureza, rastreabilidade e segurança sanitária nos testes realizados”, explica.

Tecnologia aumenta precisão dos testes diagnósticos

O sistema utilizado pelo laboratório é baseado em proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias, permitindo a identificação de animais infectados sem risco de transmissão da doença.

Segundo Jordão, os imunobiológicos simulam uma resposta imunológica semelhante à infecção real, possibilitando detectar se o animal teve contato com o agente infeccioso.

“As proteínas produzidas pelas bactérias simulam a presença da doença no organismo. Com isso, conseguimos identificar animais infectados utilizando apenas proteínas purificadas, sem qualquer capacidade de causar enfermidade”, destaca.

O diagnóstico pode ser realizado tanto por inoculação quanto por exames sorológicos, aumentando a precisão do monitoramento sanitário nos rebanhos bovinos.

Fundepag impulsiona expansão da capacidade produtiva

A parceria com a Fundepag foi decisiva para ampliar a estrutura operacional do laboratório, incluindo investimentos em infraestrutura, manutenção de equipamentos, contratação de profissionais especializados e expansão da produção.

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De acordo com o Instituto Biológico, o suporte técnico e financeiro permitiu fortalecer a capacidade industrial do laboratório e viabilizar o desenvolvimento de novos kits diagnósticos.

“A parceria contribui diretamente para melhorias estruturais, manutenção da operação laboratorial e fortalecimento das atividades técnicas desenvolvidas pelo instituto”, afirma Jordão.

Sanidade animal ganha importância estratégica no agronegócio

O avanço da produção nacional de kits diagnósticos reforça a importância da ciência e da inovação para a sustentabilidade da pecuária brasileira.

Além de reduzir riscos sanitários e fortalecer o controle epidemiológico, o monitoramento eficiente das doenças bovinas contribui para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Especialistas do setor avaliam que investimentos contínuos em pesquisa, tecnologia laboratorial e biossegurança serão cada vez mais estratégicos para garantir segurança alimentar, ampliar mercados e preservar a credibilidade sanitária da produção pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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