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Rede Elétrica Inteligente da Copel chega a mais 50 municípios do Oeste do Paraná

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Um dos maiores programas de modernização da rede de distribuição de energia da América Latina está chegando a mais 50 municípios do Oeste do Paraná, abrindo caminho para a maior fase de implantação da Rede Elétrica Inteligente da Copel até o momento.

A iniciativa, que não representa custo adicional para os consumidores, tem como objetivo primordial modernizar a operação do sistema de distribuição de energia elétrica por meio da troca de medidores convencionais por modelos inteligentes que transmitem dados para as centrais da Copel em tempo real.

“A nossa expectativa é que nessa fase, que contempla quase 670 mil medidores inteligentes, é aplicar as lições aprendidas na fase 1 e fase 2, tornando essa instalação ainda mais rápida e assertiva. Um fator importante é que já temos todo um cuidado ainda maior com a cibersegurança”, afirma o gerente do Departamento de Projetos Especiais da Copel Distribuição, Sergio Milani.

A terceira fase do Rede Elétrica Inteligente está em implantação em parceria com a Nansen, que tem experiência em soluções completas para medição de energia elétrica, focadas em smart grids, infraestrutura para mobilidade elétrica e geração de energia elétrica solar.

A instalação dos medidores será feita pela Eletromil, empresa que já forneceu serviços para a Copel durante a implantação do programa Paraná Trifásico.

O programa também contempla investimentos em equipamentos de comunicação e automação na rede elétrica, visando reduzir desligamentos e agilizar o atendimento aos clientes, tanto em serviços comerciais quanto de emergência.

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REDE INTELIGENTE – A primeira fase do programa na região Sudoeste do Paraná está próxima da conclusão, com 462 mil medidores já conectados à Central de Operações da Copel. Isso significa que, em situações de falta de energia, a empresa pode identificar automaticamente a extensão do desligamento e localizar o ponto de origem da interrupção, permitindo o restabelecimento mais ágil do fornecimento para os domicílios afetados.

Enquanto isso, a segunda fase do Rede Elétrica Inteligente teve início recentemente em municípios da Região Metropolitana de Curitiba, com a instalação de 180 mil medidores. No total, o programa já está presente em 81 municípios paranaenses, com previsão de atingir 700 mil medidores em áreas como o Sudoeste e o Centro-Sul do Estado.

Ao longo de 2024, mais 400 mil domicílios devem receber o novo medidor da Copel. O investimento previsto para as três primeiras fases do programa, abrangendo toda a região Sul do Paraná, é de aproximadamente R$ 820 milhões.

TROCA DOS MEDIDORES – A troca dos medidores é um processo rápido, com duração média de 30 minutos e sem custo para o cliente. A modernização é conduzida por profissionais identificados e credenciados pela Copel.

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Com a instalação dos medidores inteligentes, os clientes podem monitorar seu consumo em tempo real, solicitar serviços e acompanhar débitos através do aplicativo da Companhia.

Além disso, a substituição dispensa a visita mensal para a leitura do consumo, incentivando os consumidores a optarem pela fatura digital, reduzindo assim o uso de papel e prevenindo extravios.

No momento, esse avanço tecnológico está chegando aos municípios de Antônio Olinto, Teixeira Soares, Inácio Martins, Imbituva e Carambeí, na região dos Campos Gerais.

Municípios da fase 3 que receberão a Rede Elétrica Inteligente:

Anahy, Assis Chateaubriand, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Cafelândia, Campo Bonito, Capitão Leônidas Marques, Cascavel, Catanduvas, Céu Azul, Corbélia, Diamante do Oeste, Diamante do Sul, Entre Rios do Oeste, Formosa do Oeste, Foz do Iguaçu, Guaíra, Guaraniaçu, Ibema, Iguatu, Iracema do Oeste, Itaipulândia, Jesuítas, Lindoeste, Marechal Cândido Rondon, Maripá, Matelândia, Medianeira, Mercedes, Missal, Nova Aurora, Nova Santa Rosa, Ouro Verde do Oeste, Palotina, Pato Bragado, Quatro Pontes, Ramilândia, Santa Helena, Santa Lúcia, Santa Tereza do Oeste, Santa Terezinha do Itaipu, São José das Palmeiras, São Miguel do Iguaçu, São Pedro do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Terra Roxa, Toledo, Três Barras do Paraná, Tupãssi e Vera Cruz do Oeste.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná em Ibiporã obtém liminar para proibir a comercialização de terrenos em loteamento clandestino situado na zona rural

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Em Ibiporã, no Norte Central do estado, atendendo a ação proposta pelo Ministério Público do Paraná, por meio da 1ª Promotoria de Justiça da Comarca, o Judiciário determinou liminarmente a suspensão imediata de um loteamento irregular situado na zona rural do Município, na região do Ribeirão Jacutinga, área de preservação ambiental. Conforme o MPPR, o empreendimento imobiliário, nomeado “Recanto do Vale”, vem sendo comercializado de forma indevida, inclusive com intensa divulgação nas redes sociais. Além do problema ambiental, como se trata de um imóvel irregular, as pessoas que compram os lotes correm o risco de perder o dinheiro investido.

Na liminar, entre outras questões, foi deliberada a indisponibilidade do imóvel e o bloqueio financeiro e de bens dos responsáveis pelo loteamento. Foi determinado que os requeridos “cessem imediatamente toda e qualquer atividade de comercialização, reserva, hipoteca ou qualquer negócio jurídico oneroso ou gratuito relacionado aos lotes do empreendimento”, sob pena de multa de R$ 50 mil por lote ou chácara comercializado, e que os responsáveis ou que as pessoas que já compraram terrenos não façam qualquer modificação nos imóveis (como corte de árvores, demarcações, início de edificações, etc.), também sob pena de multa. Com a decisão, os requeridos também devem suspender qualquer ação publicitária da venda do loteamento, inclusive em perfis nas redes sociais, bem como devem postar nota nos perfis ligados ao empreendimento “informando o embargo judicial e a suspensão das vendas”.

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Ilegalidades – A Promotoria sustenta na ação que o empreendimento é irregular porque configura parcelamento indevido de zona rural para fins urbanos. O terreno tem área total de aproximadamente 132 mil metros quadrados e foi indevidamente dividido em cerca de 26 chácaras, de 1.000 metros quadrados cada. Essa metragem é muito inferior à fração mínima de parcelamento permitida para áreas rurais no Estado do Paraná, que é de 20 mil metros quadrados. Conforme o MPPR, para tentar dar uma falsa aparência de legalidade ao negócio e atrair compradores, os responsáveis vendiam as áreas sob o rótulo de “fração ideal” e atreladas à promessa de criação de uma “Associação de Moradores”, estratégia que é frequentemente utilizada para tentar burlar o Estatuto da Terra e a legislação que regula o parcelamento do solo.

Processo 0001233-27.2026.8.16.0090

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4469

Fonte: Ministério Público PR

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