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Recadastramento de aposentados na Paranaprevidência termina em dezembro

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Faltando menos de dois meses para o final do prazo de recadastramento dos mais de 105 mil aposentados e pensionistas da Paranaprevidência, 66% dos beneficiários já realizaram o procedimento. No entanto, mais de 35 mil ainda precisam fazer o recadastramento, que vai até 31 de dezembro.

A instituição alerta que é uma exigência legal e que o beneficiário que não atualizar seus dados terá seu pagamento suspenso até a regularização da situação cadastral.

O diretor-presidente da Paranaprevidência, Felipe Vidigal, explica que o procedimento é rápido e seguro, e deve ser feito por meio do aplicativo Prprev. “O recadastramento digital desobriga o comparecimento dos nossos beneficiários à Instituição”, afirma.

Vidigal diz ainda que basta baixar o aplicativo nas lojas dos smartphones e seguir as orientações que aparecerem na tela para atualizar os dados. “A não realização do procedimento de recadastramento vai implicar no bloqueio de pagamentos, o que prejudica os aposentados e pensionistas”.

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PERÍODO – O Recadastramento 2023 pode ser feito a qualquer momento, independente do mês de aniversário do beneficiário. Outra forma fazer a atualização dos dados é por meio do portal www.paranaprevidencia.pr.gov.br – na parte superior da tela clique em “Entrar”.

Caso não lembre ou não tenha a senha é possível redefini-la no próprio aplicativo. Após digitar o CPF, basta clicar no link em azul “Recuperar/Alterar senha”. O beneficiário receberá um e-mail ou uma mensagem em SMS com orientações para redefinição.

Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

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(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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