Agro
Rabobank projeta estabilidade na celulose em 2026 e aponta possível retomada dos preços no segundo semestre
O Rabobank divulgou a nova edição do relatório AgroInfo Q1 2026, trazendo uma análise atualizada sobre diversos setores do agronegócio, incluindo o mercado de celulose. O banco aponta um cenário de estabilidade no curto prazo, com perspectivas de recuperação gradual ao longo do segundo semestre.
Preços da celulose seguem estáveis no curto prazo
De acordo com o relatório, o mercado de celulose deve apresentar preços estáveis nos próximos meses, refletindo um equilíbrio momentâneo entre oferta e demanda global.
Esse comportamento indica um período de acomodação após oscilações recentes, com o setor ainda absorvendo os impactos do cenário macroeconômico e das dinâmicas internacionais.
Recuperação deve ocorrer de forma gradual
Apesar da estabilidade no curto prazo, o Rabobank projeta uma recuperação gradual dos preços da celulose a partir do segundo semestre de 2026.
A expectativa está relacionada a uma possível melhora na demanda global, além de ajustes na oferta, fatores que tendem a reequilibrar o mercado ao longo do ano.
Impactos do cenário internacional
O relatório destaca que, até o momento, os impactos do conflito no Oriente Médio sobre o setor de celulose são considerados limitados. No entanto, o ambiente geopolítico segue no radar, principalmente pelos reflexos indiretos sobre custos logísticos e energia.
Pontos de atenção para o setor
Mesmo com a perspectiva de recuperação, o mercado de celulose deve acompanhar alguns fatores críticos ao longo de 2026:
- Evolução da demanda internacional;
- Custos de produção e logística;
- Cenário macroeconômico global;
- Possíveis desdobramentos geopolíticos.
Perspectiva para 2026
De forma geral, o setor de celulose inicia o ano com uma visão cautelosa no curto prazo, mas com sinais de melhora no horizonte. A consolidação dessa recuperação dependerá principalmente da retomada do consumo global e da estabilidade econômica internacional.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Ministro André de Paula participa de ato simbólico de exportação de uvas com oportunidades abertas pelo Acordo Mercosul-União Europeia
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta sexta-feira (22), em Petrolina (PE), de ato simbólico de exportação de carga de uvas amparada pela entrada em vigor do Acordo Mercosul–União Europeia. A ação ocorreu durante visita ao packing house da Fazenda Argofruta, no Vale do São Francisco, e marcou o registro da carga destinada ao mercado europeu com tarifa zero.
Durante o ato, o ministro destacou a importância do acordo comercial para ampliar a competitividade da fruticultura brasileira e fortalecer a presença dos produtos nacionais no mercado internacional.
“Estamos concluindo um momento que considero histórico. Esta carreta segue para o Porto de Suape levando a primeira carga de contêineres de uvas do Vale do São Francisco com tarifa zero. Isso representa mais competitividade para o nosso produto e, consequentemente, um retorno ainda maior para os nossos produtores”, comemorou André de Paula.
O ato simbolizou o potencial de ampliação das exportações da fruticultura brasileira, especialmente para produtores e exportadores do Nordeste, região que concentra um dos principais polos de produção irrigada e de exportação de frutas frescas do país.
O ministro ressaltou ainda a relevância do mercado europeu para a fruticultura do Vale do São Francisco e os impactos positivos do acordo para o setor. “Quando levamos em conta que cerca de 75% das uvas exportadas pelo Vale têm como destino o mercado europeu, percebemos a dimensão desse momento. É uma grande celebração, porque este acordo marca definitivamente a história da produção e da exportação de frutas da região”, destacou.
André de Paula também enfatizou os avanços obtidos pelo Brasil na abertura de mercados internacionais para os produtos agropecuários brasileiros. Desde 2023, o país contabiliza 616 aberturas de mercado em 88 destinos internacionais.
“Esse ato simboliza a força e a competitividade da fruticultura brasileira no mercado internacional. O acordo entre Mercosul e União Europeia representa novas oportunidades para os produtores brasileiros e reforça o trabalho realizado pelo Mapa para ampliar a presença do agro brasileiro no exterior”, afirmou o ministro.
O presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, destacou a atuação conjunta entre a ApexBrasil, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o governo federal na consolidação do acordo e no fortalecimento das exportações da fruticultura brasileira. “Hoje vemos, na prática, o resultado desse trabalho integrado, com a saída do primeiro contêiner de uvas do Vale do São Francisco com tarifa zero para o mercado europeu. Isso demonstra que o acordo já está gerando oportunidades concretas para os produtores brasileiros e ampliando a competitividade da nossa fruticultura no mercado internacional”, disse.
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