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R$ 514 milhões: duplicação em concreto de rodovia entre Pitanga e Turvo chega a 11,84%

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), chegou a 11,84% de execução na obra de duplicação e restauração em concreto da PRC-466 entre Pitanga e Turvo, na região Central. A medição é do mês de dezembro, representando um valor acumulado de R$ 60.926.270,95, de um total de R$ 514.230.020,00 – é a obra com o maior investimento do DER/PR.

O trecho atendido tem 45,5 quilômetros, começando dentro do perímetro urbano de Pitanga e seguindo até o perímetro urbano de Turvo, passando por acessos aos municípios de Santa Maria do Oeste (PR-456) e Boa Ventura de São Roque (PR-820).

O principal serviço em andamento é a terraplenagem, que é a movimentação de solos, neste caso para implantar a plataforma da nova pista de concreto, paralela à pista existente. Durante esta etapa também estão sendo implantados os dispositivos de drenagem de águas, como bueiros, e galerias.

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Outro aspecto mais avançado da obra é a construção do novo viaduto no entroncamento da PRC-466 com a PR-239 e a PR-460 em Pitanga, substituindo uma rotatória por uma interseção do tipo Diamante, com entrada e saída na passagem superior pela pista da direita em ambos sentidos de tráfego.

A passagem inferior do viaduto será conectada a duas rotatórias e vias marginais, garantindo que todos os movimentos de tráfego no local sejam realizados com segurança.

A obra prevê mais dois viadutos, um também em Pitanga, no entroncamento com a Avenida Universitária, e um no entroncamento com a PR-456, uma passarela para pedestres em Pitanga, e novas pontes sobre o Rio Carazinho e o Rio Bonito.

Também foram iniciados os serviços de melhorias da pista existente em preparação para o novo pavimento rígido de concreto, que aproveita o pavimento asfáltico como base, técnica conhecida como whitetopping. Tanto a pista nova quanto a pista restaurada têm vida útil estimada de 30 anos.

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A obra contempla ainda retornos em nível, nova sinalização horizontal e vertical, dispositivos de segurança viária, calçadas, abrigos para parada de ônibus, iluminação nos viadutos e retornos, entre outras melhorias. A previsão é de concluir os serviços em abril do ano que vem.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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