Paraná
Promotoria de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente denuncia por maus-tratos homem que agrediu e tentou enforcar cachorro no bairro Bigorrilho
O Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente de Curitiba, ofereceu denúncia pelo crime de maus-tratos contra um homem investigado por agredir um cachorro, da raça Dogo Argentino, no bairro Bigorrilho. A denúncia foi recebida pela Justiça e a ação penal tramita na 8ª Vara Criminal de Curitiba.
Segundo as apurações do caso, o tutor, um homem paquistanês, teria maltratado o cão no apartamento em que residia, na capital, desferindo-lhe tapas, chutes, puxões e empurrões, além de ter tentado enforcá-lo, sob o pretexto de que “precisava discipliná-lo”. Os fatos teriam ocorrido no último mês de julho. O denunciado foi preso em flagrante por ter resistido à abordagem policial durante o cumprimento do mandado de busca pela autoridade policial.
Ao oferecer a denúncia, o Ministério Público requer a condenação do acusado às penas previstas na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998), podendo chegar à reclusão por até cinco anos, além do pagamento de multa.
Processo número: 0018080-49.2023.8.16.0013
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Tribunal do Júri de Laranjeiras do Sul condena a prisão réu denunciado pelo MPPR por matar mãe e filha ao dirigir embriagado, sem CNH e em alta velocidade
Em Laranjeiras do Sul, no Centro-Sul do estado, o Tribunal do Júri condenou nesta quarta-feira, 15 de abril, um homem de 54 anos a 13 anos e 6 meses de prisão em regime inicial fechado. Ele havia sido denunciado pelo Ministério Público do Paraná por causar um acidente que matou mãe e filha, de 26 e 6 anos de idade, ao dirigir embriagado, em alta velocidade e sem possuir Carteira Nacional de Habilitação. Os fatos aconteceram em 30 de julho de 2016 no quilômetro 406 da BR 158, quando o réu fez ultrapassagem em local proibido, invadindo a pista contrária e atingindo o carro em que estavam as vítimas.
Áudio do Promotor de Justiça Carlos Roberto Pereira Bitencourt
A decisão de primeira instância não havia acatado o pedido de pronúncia (para que o réu fosse julgado pelo Tribunal do Júri) feito pelo MPPR com base no dolo eventual, desclassificando o crime para homicídio culposo na condução de veículo automotor. Em consequência, o Ministério Público recorreu ao Tribunal de Justiça para que o homem fosse levado a Júri, obtendo sucesso no recurso, razão pela qual o denunciado finalmente foi submetido a julgamento pelo Tribunal do Júri nesta semana, por dois crimes de homicídio simples com dolo eventual (assumindo o risco de matar), e em concurso formal próprio.
A sentença considerou a existência de dois homicídios, de mãe e filha, além da culpabilidade e das circunstâncias mais graves do que o normal. Além disso, foram consideradas as consequências negativas para os familiares das vítimas. O réu, agora condenado, estava preso preventivamente e permanecerá detido para cumprimento da pena, sem direito a recorrer em liberdade.
Processo 0003265-12.2016.8.16.0104
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Fonte: Ministério Público PR
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