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Promotoria de Justiça de Campo Largo denuncia cinco pessoas por associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro praticados contra uma empresa

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A 5ª Promotoria de Justiça de Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia contra cinco pessoas investigadas pelos crimes de associação criminosa, estelionato e lavagem de dinheiro praticados contra uma empresa do ramo de engenharia com sede no município.

De acordo com apuração do Ministério Público, dois dos denunciados integravam os quadros da empresa e teriam se valido dos cargos que ocupavam – uma era diretora-geral e outra, gestora de marketing – para cometer os ilícitos. Entre as condutas criminosas apuradas, estão acessos indevidos a sistemas de pagamento e de cadastros da empresa, desvio de valores para contas pessoais e emissão de notas fiscais falsas referentes a serviços nunca prestados com a finalidade de justificar pagamentos indevidos.

As investigações apontaram que uma das investigadas (diretora-geral) tinha a plena confiança do presidente da empresa, razão pela qual seu trabalho não era devidamente fiscalizado, o que teria facilitado os ilícitos. Os demais denunciados eram proprietários ou sócios de outras empresas do ramo de engenharia.

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Os fatos teriam ocorrido entre os meses de julho e dezembro de 2021 – a atuação conjunta dos envolvidos teria causado um prejuízo de R$ 78,5 mil à empresa vítima.

Processo 0003383-81.2023.8.16.0026

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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