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Promotoria de Justiça de Bocaiúva do Sul mantém iniciativa voltada à prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar

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Em Bocaiúva do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, o Ministério Público do Paraná, por meio da Promotoria de Justiça que atende a comarca, mantém ação voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar. Intitulado “Recomeçar”, o projeto prevê o atendimento a mulheres vítimas, bem como a promoção de grupos reflexivos com homens agressores. Iniciado em agosto deste ano, já foram encaminhadas para atendimento do projeto 20 mulheres vítimas. 

A iniciativa surgiu a partir da identificação, pela Promotoria de Justiça de Bocaiúva do Sul, do aumento de casos desses crimes no município – de 2021 para 2022, houve um aumento de 58% nas ocorrências, que passaram de 82 para 195. O projeto foi iniciado a partir de cooperação técnica firmada entre o MPPR e a Prefeitura de Bocaiúva do Sul.

Duas frentes – No trabalho com as vítimas, o objetivo é garantir o suporte necessário para que as mulheres possam retomar suas vidas, com encaminhamentos para os serviços públicos disponíveis nas áreas de saúde, educação, moradia, emprego e renda, entre outras. Já com os autores dos atos de violência, a proposta é, por meio de orientação e acompanhamento, coibir, prevenir e reduzir a incidência ou reincidência da prática violenta, interrompendo os ciclos de agressão internalizados nos padrões de convivência entre agressor e vítima.

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Público – Os participantes dos grupos reflexivos para autores de violência – homens na faixa de 18 a 59 anos – são encaminhados pelo Ministério Público para o atendimento do Departamento de Proteção Social Especial do Município. O comparecimento do agressor pode ser voluntário ou determinado por decisão judicial, e a participação no projeto não interfere na responsabilização criminal dos envolvidos. No caso das vítimas, são atendidas mulheres da mesma faixa etária encaminhadas pela Delegacia de Polícia Civil, pelo Hospital Municipal, pelo próprio Ministério Público ou por qualquer órgão que tome ciência de um caso de violência praticada contra mulher no contexto familiar e doméstico.

Todo o atendimento, desde a entrevista inicial até as discussões, reflexões e encaminhamentos aos serviços públicos, é conduzido por equipe multidisciplinar especializada que prevê a participação de profissionais da assistência social e da psicologia, além de integrantes do Ministério Público. A Promotoria de Justiça de Bocaiúva do Sul está à disposição da população e de entidades e órgãos públicos que tenham interesse em saber mais sobre a iniciativa, pelo e-mail: [email protected].

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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