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Paraná

Programa Sanepar Rural é reconhecido em premiação do Pacto Global na COP28

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O Programa Sanepar Rural, da Companhia de Saneamento do Paraná, recebeu o reconhecimento de Boas Práticas, do prêmio Guardiões pela Água, promovido pelo Pacto Global da ONU no Brasil, durante a 28ª sessão da Conferência das Partes (COP28) das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima. O evento foi encerrado nesta terça-feira (12) em Dubai, nos Emirados Árabes.

O prêmio foi criado para fomentar iniciativas de destaque das empresas participantes do Movimento+Água, impulsionando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU. A premiação tem duas categorias: Segurança Hídrica e Acesso à Água e Saneamento, na qual o Programa Sanepar Rural foi reconhecido.

O projeto da Sanepar existe desde os anos 1980 com a finalidade de levar saneamento a quem vive longe das áreas urbanas, atendendo comunidades rurais, distritos isolados, áreas quilombolas, indígenas e ribeirinhas.

A implantação de sistemas de abastecimento de água em áreas rurais é feita pela Sanepar em parceria com os municípios. A Companhia faz o projeto e fornece materiais hidráulicos e eletromecânicos. As prefeituras disponibilizam o manancial, geralmente poços, e mão de obra para a instalação dos sistemas que, depois de prontos, são doados à comunidade. É a própria comunidade, treinada por técnicos da Sanepar, quem faz a gestão do sistema.

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Neste ano, foram firmadas 22 parcerias entre a Companhia e municípios. A Sanepar investiu cerca de R$ 14 milhões nesses projetos que, concluídos, vão abastecer com água potável em torno de 1,9 mil famílias.

Nessas parcerias, são mais de 220 quilômetros de rede, o que equivale, em linha reta, a uma viagem de ida e volta de Curitiba a Pontal do Paraná, no Litoral do Estado. Entre 2024 e 2028, a Sanepar prevê investir R$ 50 milhões no Programa Sanepar Rural.

“A atuação da Sanepar está voltada para as áreas urbanas, mas temos uma política regulamentada voltada também às áreas rurais, o que nos faz cumprir a nossa responsabilidade social, tendo sempre como objetivo levar saúde e contribuir com a melhoria da qualidade de vida dessa população”, afirma o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile.

“O prêmio é um reconhecimento a esta boa prática, o que incentiva a Companhia e a sua equipe a ampliar o atendimento a essas comunidades”, destaca.

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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