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Programa Cidade Segura debate questões estratégicas de segurança na região de Maringá

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Como parte da programação da Missão Paraná VII, a Secretaria de Segurança Pública do Paraná (SESP) promoveu nesta quinta e sexta-feira (14 e 15) uma nova rodada de reuniões estratégicas do programa Cidade Segura com representantes das forças de segurança dos municípios da região de Maringá. O objetivo é fortalecer a atuação integrada entre as instituições na área da segurança pública.

“Os encontros fortalecem a integração entre as forças de segurança e permitem uma atuação cada vez mais coordenada e eficiente. A partir desse alinhamento, conseguimos planejar ações estratégicas para cada região, com foco na prevenção, na resposta rápida e no enfrentamento da criminalidade”, afirma o secretário da Segurança Pública, coronel Saulo Sanson.

Durante a reunião, comandantes da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e delegados da Polícia Civil do Paraná (PCPR) apresentaram dados operacionais, resultados recentes e um panorama da região, contribuindo para uma leitura integrada do cenário de segurança pública. Também foram discutidas estratégias conjuntas voltadas ao enfrentamento da violência, com foco na atuação coordenada entre as instituições e na otimização das ações em campo.

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A troca de informações entre as forças possibilitou o alinhamento de procedimentos e a definição de medidas de curto prazo, além do planejamento de iniciativas estruturantes voltadas ao médio e longo prazo, reforçando a integração operacional e o aprimoramento contínuo das ações do programa Cidade Segura.

O encontro também contou com a participação de representantes da Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e da Polícia Penal do Paraná (PPPR) e Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR), ampliando o debate sobre a atuação integrada entre as forças de segurança e o compartilhamento de informações estratégicas. A presença das diferentes instituições contribuiu para uma análise mais ampla dos cenários locais e para a construção de soluções conjuntas voltadas ao fortalecimento das ações operacionais.

A proposta é consolidar um modelo de trabalho cada vez mais alinhado entre as forças de segurança, fortalecendo a capacidade de resposta e a eficiência das ações desenvolvidas na região de Maringá.

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Fonte: Governo PR

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Júri de Campo Mourão condena a 22 anos de prisão homem denunciado pelo MPPR por atirar em ex-namorada e no atual companheiro dela

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O Tribunal do Júri de Campo Mourão, no Centro Ocidental do estado, condenou a 22 anos de prisão o homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná por dupla tentativa de homicídio qualificado praticado no dia 3 de dezembro de 2022. As vítimas eram sua ex-companheira, então com 21 anos, e o homem com quem ela se relacionava na época (27 anos). O agressor e a mulher estavam separados há dois meses.

Áudio do promotor de Justiça Luciano Matheus Rahal 

Na data do crime, o autor, então com 36 anos, ingressou clandestinamente na residência da vítima, que estava com o namorado e amigos confraternizando e jogando cartas, e atirou contra eles, causando-lhes graves ferimentos. Minutos antes, havia passado de carro na frente do local e, ao avistá-los, teria apontado a arma de fogo para eles, ameaçando-os. As vítimas sobreviveram aos disparos por terem recebido pronto atendimento médico.

Na sessão de julgamento, realizada na quinta-feira, 14 de maio, o Conselho de Sentença acolheu as teses sustentadas em denúncia pela 2ª Promotoria de Justiça da Comarca, reconhecendo as qualificadoras do uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas, feminicídio (no caso da mulher), e motivo torpe (ciúmes, em relação ao homem).

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Ciclo de violência – Durante o julgamento, a partir da sustentação do MPPR, ficou demonstrado aos jurados o contexto de violência doméstica e familiar da ocorrência do crime, e a situação de dependência financeira e emocional da vítima em relação ao agressor, que a impedia de romper o ciclo de violência e abusos em que vivia.

O caso chamou a atenção porque, apesar de ser alvo de violência doméstica pelo companheiro há vários anos, com histórico de agressões e ameaças, a mulher compareceu na sessão do júri para defender o réu, tentando assumir a “responsabilidade” pela reação violenta do ex-companheiro.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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