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Agro

Produtores australianos visitam Brasil para conhecer tecnologia e rastreabilidade do algodão

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A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) recebeu uma delegação de cotonicultores australianos interessados em conhecer a produção de algodão no Brasil. Os visitantes demonstraram interesse pela gestão avançada da cadeia produtiva brasileira, que combina produção em larga escala com altos padrões de sustentabilidade e rastreabilidade.

Iniciativa é promovida pela fabricante Tama

A visita faz parte de uma iniciativa da Tama, empresa fabricante do filme plástico que protege os rolos de algodão recém-colhidos no campo. A Tama também é parceira do movimento Sou de Algodão, da Abrapa, que busca promover o consumo do algodão brasileiro pelo consumidor final.

Rastreabilidade da produção do campo ao varejo

A aplicação da rastreabilidade em toda a cadeia produtiva do algodão foi um dos principais motivos da visita. Durante o encontro na Abrapa, em Brasília, a Diretora de Relações Institucionais da associação, Silmara Ferraresi, apresentou os programas de rastreabilidade Abrapa, SAI e Sou ABR, que monitoram a produção desde as lavouras até o varejo, agregando valor à pluma brasileira. Ferraresi também explicou à comitiva como o movimento Sou de Algodão estimula o consumo interno de produtos confeccionados com algodão nacional.

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Troca de experiências com foco na produção brasileira

Além da sede da Abrapa, os produtores australianos visitarão unidades produtivas em Mato Grosso e a fábrica da Tama na Bahia. Bruno Franco, gerente da unidade de negócios de algodão da Tama, destacou que a visita foi sugerida pelos próprios agricultores australianos, que consideram o Brasil referência global em eficiência e qualidade da pluma. “Essa troca de experiência é fundamental, assim como já ocorreu entre Brasil e Estados Unidos, ou mesmo em visitas de produtores brasileiros à Austrália”, afirmou Franco.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Entregas de fertilizantes crescem em janeiro e indicam aquecimento da demanda no agro

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As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro totalizaram 3,87 milhões de toneladas em janeiro de 2026, registrando crescimento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em janeiro de 2025, o volume comercializado havia sido de 3,67 milhões de toneladas, segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos.

Mato Grosso lidera consumo de fertilizantes no país

O estado de Mato Grosso manteve a liderança nas entregas, concentrando 29,7% do volume total nacional, o equivalente a 1,14 milhão de toneladas.

Na sequência, aparecem Goiás, com 468 mil toneladas, Paraná (400 mil toneladas), São Paulo (357 mil toneladas) e Minas Gerais, com 320 mil toneladas.

Produção nacional recua no início do ano

Apesar do avanço nas entregas, a produção nacional de fertilizantes intermediários apresentou queda em janeiro. O volume produzido foi de 497 mil toneladas, retração de 23% em comparação com as 647 mil toneladas registradas no mesmo mês de 2025.

Importações crescem e reforçam abastecimento

As importações seguiram em alta, alcançando 3,16 milhões de toneladas em janeiro de 2026. O volume representa crescimento de 5,4% frente ao mesmo período do ano anterior, quando foram importadas cerca de 3 milhões de toneladas.

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O aumento das compras externas segue sendo fundamental para atender à demanda interna, diante da redução na produção nacional.

Porto de Paranaguá concentra maior entrada de fertilizantes

O Porto de Paranaguá, principal porta de entrada de fertilizantes no país, movimentou 786 mil toneladas no período, o que representa alta de 9,5% em relação a janeiro de 2025, quando o volume foi de 718 mil toneladas.

O terminal respondeu por 24,8% do total desembarcado em todos os portos brasileiros, conforme dados do sistema Siacesp/MDIC.

Cenário aponta demanda aquecida no agronegócio

O crescimento nas entregas e nas importações indica um início de ano com demanda aquecida por insumos agrícolas, refletindo o planejamento das safras e a necessidade de reposição de estoques.

Por outro lado, a queda na produção nacional reforça a dependência do mercado brasileiro em relação às importações para garantir o abastecimento interno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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