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Procon-PR pesquisa a percepção dos consumidores sobre planos de telefonia móvel

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O celular tornou-se uma ferramenta quase indispensável para a população e, para compreender como os consumidores avaliam os serviços oferecidos, o Procon-PR (Coordenação Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor), vinculado à Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania (Seju), promoveu uma pesquisa online nos dias 18 e 19 de setembro. Ao todo, 2,1 mil pessoas responderam e ajudaram a identificar a percepção dos usuários sobre os planos de telefonia móvel.

Os resultados mostram que 51,5% dos consumidores consideram que as informações sobre o funcionamento do seu plano de telefonia não são acessíveis e claras. Além disso, 76,8% dos usuários informaram já ter tido problemas com sua operadora de celular. A pesquisa revela que apenas 16,8% dos usuários estão totalmente satisfeitos com a operadora contratada, enquanto 63,8% declaram estar apenas parcialmente satisfeitas e 19,4% afirmam estar insatisfeitos.

“Os dados demonstram que as empresas precisam adotar medidas que assegurem maior transparência e qualidade nas informações repassadas aos clientes”, diz Valdemar Jorge, secretário da Justiça e Cidadania. 

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Segundo o Procon-PR, dos quase 100 mil atendimentos registrados em 2025 na plataforma consumidor.gov.br, cerca de 15 mil estão relacionados a problemas com operadoras de telecomunicações, incluindo telefonia, televisão por assinatura e internet.

Entre as principais queixas dos consumidores estão cobranças indevidas, tarifas por serviços não solicitados, cobranças após o cancelamento do contrato, ofertas não cumpridas, entre outras.

A coordenadora do Procon-PR, Claudia Silvano, faz um alerta sobre os dados da pesquisa e reforça a importância da entrada em vigor do Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (Resolução nº 765/2023).

“O consumidor deve ficar atento e sempre conferir sua conta, fatura ou a utilização no aplicativo. Caso identifique alguma divergência ou problema, pode registrar a reclamação na plataforma consumidor.gov.br, que possui prazo de resposta de até 10 dias e índice de resolução próximo a 80%”, orienta.

Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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