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Economia

Preço médio do botijão de gás sobe de R$ 69 para R$ 76 em Curitiba

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O coronavírus se caracteriza como um vírus cujas propriedades ainda não são conhecidas e, com o impacto que vem causando em todo mundo, as pessoas passaram a adotar uma abordagem de precaução que inclui a restrição de mobilidade. Com mais gente em casa, incluindo trabalhadores em home office e crianças dispensadas das salas de aula, alguns produtos de primeira necessidade começaram a ser mais procurados pelos consumidores, como o botijão de gás.

De acordo com informações do Chama, aplicativo que conecta revendedores de botijão de gás a consumidores, na semana em que o isolamento começou a ser adotado, o volume de vendas registrado deu um salto de 35%. O app atua em sete capitais e suas respectivas regiões metropolitanas: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre.

Segundo Sheynna Hakim Rossignol, Diretora Geral do Chama no Brasil, este aumento na busca pelo produto reflete a mudança de comportamento do consumidor: “A preocupação com o aumento dos casos da doença forçou o isolamento social e, com isso, as pessoas não só deixaram de frequentar restaurantes como também passaram a cozinhar em casa e com mais frequência, o que tem trazido um aumento do consumo de gás de cozinha”, analisa a executiva.

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Com o aumento expressivo da demanda pelo produto os preços também subiram. Segundo levantamento realizado pelo Chama, em São Paulo a média de preços no início de março era de R$ 71 e agora o botijão pode ser encontrado por até R$81. Em Curitiba, onde a média de preço no início do mês era de R$69, o produto agora alcança R$76. Em Belo Horizonte, os valores foram de R$ 71 para R$75.

“Item essencial no domicílio das famílias, o botijão é um gasto que não pode ser cortado do orçamento e, em épocas como esta, de instabilidade econômica, conseguir driblar essa realidade comparando preços é importante para a maioria das pessoas”, explica Sheynna.

Além da comparação de preços, fazer o pedido de gás pelo aplicativo é uma formas de buscar um atendimento mais rápido. “O aumento inesperado da demanda também está impactando o tempo de entrega de muitos revendedores. Para aqueles consumidores que têm urgência comparar tempos de entrega pode ser muito importante”, acrescenta Sheynna.

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Outro diferencial é a opção do pagamento pelo aplicativo com a redução do contato com o entregador do gás. “No Chama, os usuários têm acesso às várias facilidades como escolher fazer o pagamento pela ferramenta o que é uma grande vantagem nesta época de coronavírus, pois evita o contato de mão em mão”, diz Sheynna. O app também permite visualizar o tempo de entrega, escolher o revendedor ou marca preferidos e ainda ver avaliação de outros usuários que já compraram naquela unidade.

Sobre o Chama

Disponível no Google Play e na App Store, o Chama é um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes. Lançada em dezembro de 2016, a empresa reúne em um único ambiente mais de 2.000 revendedores regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em apenas alguns cliques o usuário pode solicitar o serviço oferecido pela empresa e escolher o fornecedor que mais lhe agradar – selecionando informações como: valor cobrado, tempo de entrega e marca do produto. O serviço está presente em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre.

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Economia

Selo de Boas Práticas Regulatórias recebe número recorde de atos em 2026

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) registrou a inscrição de 93 atos normativos que buscam o reconhecimento pelo Selo de Boas Práticas Regulatórias. Desse total, em avaliação preliminar, 77 iniciativas atenderam aos requisitos de participação e seguem no processo de análise pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR).

O prazo para remeter os atos encerrou no último dia 18 e a divulgação do resultado está prevista para dezembro deste ano.

A edição de 2026 registrou quase três vezes o número de atos aptos, em relação a edição do ano anterior, que somou 25 iniciativas. Entre os 77 atos desta edição, 30 foram apresentados por agências reguladoras nacionais, 23 por órgãos da administração direta, 17 por agências reguladoras infranacionais e sete por autarquias federais que não são agências reguladoras.

Na próxima etapa, serão verificados os processos de elaboração de cada ato, com base em critérios de previsibilidade e transparência, qualidade regulatória, participação social e coerência regulatória. A pontuação obtida determinará a eventual concessão dos selos ouro, prata e bronze.

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A habilitação para essa etapa não representa premiação nem antecipa o resultado da avaliação. O resultado será divulgado na página do MDIC e no Portal da Regulação.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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