Connect with us


Economia

Preço médio do botijão de gás sobe de R$ 69 para R$ 76 em Curitiba

Publicado em

O coronavírus se caracteriza como um vírus cujas propriedades ainda não são conhecidas e, com o impacto que vem causando em todo mundo, as pessoas passaram a adotar uma abordagem de precaução que inclui a restrição de mobilidade. Com mais gente em casa, incluindo trabalhadores em home office e crianças dispensadas das salas de aula, alguns produtos de primeira necessidade começaram a ser mais procurados pelos consumidores, como o botijão de gás.

De acordo com informações do Chama, aplicativo que conecta revendedores de botijão de gás a consumidores, na semana em que o isolamento começou a ser adotado, o volume de vendas registrado deu um salto de 35%. O app atua em sete capitais e suas respectivas regiões metropolitanas: São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre.

Segundo Sheynna Hakim Rossignol, Diretora Geral do Chama no Brasil, este aumento na busca pelo produto reflete a mudança de comportamento do consumidor: “A preocupação com o aumento dos casos da doença forçou o isolamento social e, com isso, as pessoas não só deixaram de frequentar restaurantes como também passaram a cozinhar em casa e com mais frequência, o que tem trazido um aumento do consumo de gás de cozinha”, analisa a executiva.

Leia mais:  Corrente de comércio brasileira chega a US$ 540,8 bilhões até a 1° semana de novembro

Com o aumento expressivo da demanda pelo produto os preços também subiram. Segundo levantamento realizado pelo Chama, em São Paulo a média de preços no início de março era de R$ 71 e agora o botijão pode ser encontrado por até R$81. Em Curitiba, onde a média de preço no início do mês era de R$69, o produto agora alcança R$76. Em Belo Horizonte, os valores foram de R$ 71 para R$75.

“Item essencial no domicílio das famílias, o botijão é um gasto que não pode ser cortado do orçamento e, em épocas como esta, de instabilidade econômica, conseguir driblar essa realidade comparando preços é importante para a maioria das pessoas”, explica Sheynna.

Além da comparação de preços, fazer o pedido de gás pelo aplicativo é uma formas de buscar um atendimento mais rápido. “O aumento inesperado da demanda também está impactando o tempo de entrega de muitos revendedores. Para aqueles consumidores que têm urgência comparar tempos de entrega pode ser muito importante”, acrescenta Sheynna.

Leia mais:  Agenda Conectar reúne governo e setor produtivo para ampliar competitividade da aviação brasileira

Outro diferencial é a opção do pagamento pelo aplicativo com a redução do contato com o entregador do gás. “No Chama, os usuários têm acesso às várias facilidades como escolher fazer o pagamento pela ferramenta o que é uma grande vantagem nesta época de coronavírus, pois evita o contato de mão em mão”, diz Sheynna. O app também permite visualizar o tempo de entrega, escolher o revendedor ou marca preferidos e ainda ver avaliação de outros usuários que já compraram naquela unidade.

Sobre o Chama

Disponível no Google Play e na App Store, o Chama é um marketplace que conecta revendedores de botijões de gás a clientes. Lançada em dezembro de 2016, a empresa reúne em um único ambiente mais de 2.000 revendedores regulamentados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). Em apenas alguns cliques o usuário pode solicitar o serviço oferecido pela empresa e escolher o fornecedor que mais lhe agradar – selecionando informações como: valor cobrado, tempo de entrega e marca do produto. O serviço está presente em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Recife, Florianópolis, Curitiba e Porto Alegre.

Comentários Facebook

Economia

MDIC avança em agenda de desburocratização, competitividade e propriedade intelectual

Published

on

O secretário de Competitividade e Política Regulatória do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Pedro Ivo, apresentou um conjunto de iniciativas do Governo Federal voltadas à simplificação de normas, ao fortalecimento da competitividade e à melhoria do ambiente de negócios no país. 

O anúncio foi feito durante visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ocorrido na tarde de ontem (30). Na ocasião, o secretário detalhou a Estratégia Nacional de Desburocratização, pacote de medidas com lançamento previsto para maio, que busca modernizar a administração pública, ampliar a eficiência, elevar a qualidade dos serviços prestados e tornar o ambiente regulatório mais favorável às empresas.

Segundo Pedro Ivo, “a simplificação regulatória é um passo essencial para reduzir custos, dar mais previsibilidade às regras e criar condições para que o setor produtivo possa inovar e crescer com mais segurança”.

O secretário também destacou o novo Marco de Boas Práticas Regulatórias, que prevê o aperfeiçoamento da Análise de Impacto Regulatório (AIR), a incorporação da análise concorrencial e o fortalecimento da participação social na elaboração de normas. Por fim, apresentou a Rede Nacional Mais Simples, iniciativa voltada à identificação e superação de entraves regulatórios com participação do setor industrial.

Leia mais:  Projeto financiado pela União Europeia promove a bioeconomia amazônica na COP 30

Amcham Brasil

Pedro Ivo participou ainda de reunião técnica do Grupo de Trabalho de Propriedade Intelectual da Amcham Brasil, onde apresentou ações do MDIC voltadas ao fortalecimento da área. No encontro, ele destacou o papel do Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual (GIPI), colegiado presidido pelo MDIC e responsável por coordenar as políticas públicas do setor no país. O grupo atua na implementação da Estratégia Nacional de Propriedade Intelectual (ENPI), com foco em inovação, competitividade e melhoria do ambiente de negócios.

Associação Paulista da Propriedade Intelectual

O secretário também se reuniu com a presidente da Associação Paulista da Propriedade Intelectual (ASPI), Soraya Imbassahy de Mello, para alinhar ações da entidade no âmbito da ENPI. A estratégia tem como objetivo coordenar e fortalecer o Sistema Nacional de Propriedade Intelectual (SNPI) até 2030, promovendo o uso estratégico da propriedade intelectual como instrumento de inovação e desenvolvimento econômico.

Fundada em 1983, a ASPI atua na difusão de conhecimentos sobre propriedade intelectual no Brasil e na defesa dos direitos e deveres dos profissionais da área.

Leia mais:  Brasil e Japão reforçam diálogo para parceria econômica e comercial

Instituto de Pesquisas Tecnológicas

Na terça-feira (28), Pedro Ivo esteve no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), onde se reuniu com o diretor-presidente Anderson Correia para tratar do fortalecimento da infraestrutura da qualidade no país. O MDIC desenvolve o Portal Único de Infraestrutura da Qualidade que tem previsão para ser lançado ainda este mês. O Instituto foi convidado pelo secretário para integrar o projeto.

Segundo o secretário, o portal será um ponto central de integração do ecossistema nacional da qualidade, facilitando o acesso de empresas a informações técnicas, regulatórias e metrológicas. “A proposta é reunir, em um único ambiente, instrumentos e orientações necessários para que empresas desenvolvam e fabriquem produtos em conformidade com normas nacionais e internacionais”, afirmou.

Participaram da agenda representantes do MDIC e do IPT, incluindo equipes técnicas das áreas de regulação, finanças e pesquisa.

As agendas integram o conjunto de ações conduzidas pelo MDIC para modernizar o ambiente regulatório brasileiro, estimular a inovação e ampliar a competitividade da indústria nacional por meio da cooperação entre governo, setor produtivo e instituições de pesquisa.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262