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Paraná

Prazo para adesão a repasses para promoção da igualdade racial termina segunda-feira

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O prazo para que os municípios paranaenses formalizem adesão aos repasses do Fundo Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Fundeppir) termina nesta segunda-feira (22). Ao todo, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi), disponibiliza R$ 2,4 milhões para fortalecer políticas públicas voltadas à promoção da igualdade racial, ao enfrentamento do racismo e à valorização de povos e comunidades tradicionais.

Os recursos estão previstos em duas resoluções publicadas pela Semipi. A Resolução nº 124/2026 destina R$ 1,66 milhão a 23 municípios pré-habilitados para execução de ações voltadas à população negra, povos indígenas, povos ciganos, quilombolas e povos de terreiro. Já a Resolução nº 125/2026 disponibiliza R$ 740 mil para municípios que possuem Atestado de Regularidade de Conselho e Fundo (ARCF) válido, emitido entre 2025 e 2026, e que desenvolvem ações junto a povos indígenas, comunidades quilombolas, povos ciganos e comunidades tradicionais de matriz africana e de terreiro.

A adesão deve ser feita por meio do Sistema de Acompanhamento do Cofinanciamento Estadual Fundo a Fundo (SIFF), com a formalização do Termo de Adesão e do Plano de Ação aprovados pelos Conselhos Municipais de Promoção da Igualdade Racial. O prazo é improrrogável.

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Segundo a secretária estadual da Semipi, Mariana Néris, o cofinanciamento representa um avanço na descentralização das políticas públicas de igualdade racial no Paraná. “Estamos fortalecendo a atuação dos municípios para que possam desenvolver ações concretas de enfrentamento ao racismo, valorização da diversidade e promoção dos direitos das populações historicamente racializadas. É um investimento que amplia a capacidade local de atendimento e garante que essas políticas cheguem de forma mais efetiva aos territórios”, afirma.

Os recursos poderão ser aplicados em ações de prevenção às violências raciais, campanhas de sensibilização, formação antirracista, programas de empregabilidade e empreendedorismo, fortalecimento dos organismos municipais de promoção da igualdade 

De acordo com a diretora de Igualdade Racial, Povos e Comunidades Tradicionais da Semipi, Ivânia Ramos, o cofinanciamento reforça o protagonismo do Paraná na promoção da igualdade racial e oferece aos municípios condições para estruturar e ampliar políticas públicas voltadas às populações historicamente racializadas.

Segundo ela, o Paraná foi pioneiro ao instituir o repasse fundo a fundo para a política de igualdade racial. “Com esses recursos, os municípios podem fortalecer suas ações, ampliar o atendimento e desenvolver iniciativas que promovam direitos, enfrentem as desigualdades raciais e valorizem a diversidade presente em seus territórios”, disse.

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Além do financiamento de ações, os municípios contemplados deverão participar de capacitações e atividades de acompanhamento promovidas pela Semipi e pelo Conselho Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Consepir), além de prestar contas da execução dos recursos por meio do sistema estadual de monitoramento.

PARANÁ É PIONEIRO – O modelo permite a transferência direta de recursos do Fundo Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Fundeppir) para os fundos municipais, fortalecendo a execução de ações locais de enfrentamento ao racismo e valorização da diversidade étnico-racial.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público do Paraná esclarece sobre interrupção de sessão do Tribunal do Júri de Curitiba ocorrida nesta quinta-feira, 10 de setembro

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A respeito dos fatos ocorridos nesta quinta-feira, 10 de setembro, em sessão do Tribunal do Júri realizada em Curitiba (Autos 0001590-19.2022.8.16.0196), o Ministério Público do Paraná informa:

O Conselho de Sentença, que atuava desde quarta-feira, 9 de setembro, na sessão de julgamento de um acusado pelos crimes de homicídio qualificado consumado e sete tentativas de homicídio, ocorridos em Curitiba em maio de 2022, foi dissolvido ontem, quinta-feira, 10, por decisão do Juízo da 1ª Vara de Crimes Dolosos contra a Vida de Curitiba, após um evento ocorrido no interior da carceragem, envolvendo o réu, que foi atendido por bombeiro civil do Tribunal do Júri e depois pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Após o atendimento, ficou constatado que “(…) o réu não apresentava lesões no pescoço e seus sinais estavam normais, sendo possível o retorno à unidade prisional de origem sem a necessidade de atendimento hospitalar (…)”, de acordo com o boletim de ocorrência elaborado pela Polícia Militar.

O Ministério Público do Paraná, por meio do Promotor de Justiça que atua no caso e sua respectiva equipe, procurou, de pronto, depois de observar que a situação na carceragem se mostrava controlada, prestar atendimento a uma das vítimas do caso, que acompanhava a sessão de julgamento, bem como à testemunha que prestava depoimento no momento do ocorrido.

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Foi determinada a instauração de inquérito policial para apurar o ocorrido e o Ministério Público requereu avaliação psiquiátrica do acusado por médicos do Complexo Médico Penal, onde ele se encontra custodiado, a fim de subsidiar a apuração.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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