Paraná
PR-160 terá interdição neste sábado em Telêmaco Borba, próximo ao Parque Tibagi
Neste sábado (10), a rodovia PR-160, no trecho urbano de Telêmaco Borba, nos Campos Gerais, será totalmente interditada a partir de 9h nas proximidades do Parque Municipal do Rio Tibagi. A interdição será por aproximadamente 40 minutos para a realocação de cabos ópticos. A intervenção é necessária para dar continuidade à construção do viaduto que conectará a rodovia à estrada Max Staudacher. A interrupção do tráfego está prevista para ocorrer entre 9h e 10h.
Durante a atividade, haverá isolamento da área, incluindo a suspensão do trânsito de veículos, pedestres e ciclistas. A orientação de é que os usuários planejem seus deslocamentos com antecedência, utilizando rotas alternativas, e que veículos de grande porte evitem a região durante todo o período da interdição.
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Veículos de serviços emergenciais, como ambulâncias e viaturas, terão a passagem liberada.
Usuários devem ter atenção redobrada nas proximidades do local durante a interdição, obedecendo a sinalização provisória e orientação dos funcionários.
A construção do viaduto é parte do Termo de Compromisso firmado entre a Klabin e o Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) e da Secretaria da Fazenda (Sefa).
Fonte: Governo PR
Paraná
Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal
O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.
Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos
As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.
Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).
Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.
Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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