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Portos do Paraná apresenta benefícios da temporada de cruzeiros no Sul Export 2024

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A temporada de cruzeiros no Paraná foi o destaque do terceiro painel do Sul Export, evento que discute a infraestrutura logística e o mercado de negócios dos estados do Sul. O painel “Impactos e reflexos das atividades portuária e industrial nas cadeias de negócios” contou com a participação do diretor Empresarial da Portos do Paraná, André Pioli. O debate aconteceu na terça-feira (26), em Balneário Camboriú (SC).

Entre 2023 e o começo de 2024, a Portos do Paraná recebeu a primeira maratona de cruzeiros do Estado, que incluiu 15 escalas do navio MSC Lirica e uma do navio MSC Musica. Ao todo, mais de 39 mil turistas e tripulantes passaram no litoral paranaense (o número inclui turistas e pessoas que não desceram da embarcação). As atracações semanais movimentaram a economia de todo o Litoral do Estado, com a injeção de mais de R$ 25 milhões apenas em Paranaguá. 

A MSC também confirmou que a cidade fará parte da temporada 2024/2025 e já conta com pacotes disponíveis na internet. A empresa de cruzeiros também reservou as datas para o Porto de Paranaguá na escala da temporada 2025/2026. Além da MSC, o porto recebeu nesta semana o Silver Wind, da operadora Royal Caribean. A embarcação veio de Balneário Camboriú (SC) e seguirá para Paraty (RJ).

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“Durante um ano, em parceria com a prefeitura de Paranaguá e o Governo do Estado, nós preparamos todas as cidades do Litoral para poder atender bem aos cruzeiristas”, comentou Pioli. “Foi feita uma estrutura para o receptivo e todos os empresários que operam no setor se prepararam com antecedência para receber os turistas”.

Também participaram do painel o diretor-presidente do Porto de São Francisco do Sul, Cleverton Vieira, o diretor-executivo do Instituto Brasileiro de Infraestrutura (IBI), Mario Povia, o presidente do Porto de Imbituba, Urbano Lopes de Sousa Netto, e o presidente da Portos RS, Cristiano Klinger. O moderador foi o diretor-geral da Rede BE News, Leopoldo Figueiredo.

Além do debate sobre a indústria dos cruzeiros marítimos dentro da estratégia das administrações portuárias, os participantes falaram sobre os portos e indústrias como geradores de emprego e renda. Outro tema abordado foi a sintonia com a agenda ESG e garantias de qualidade de vida para a população.

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VISITAS GUIADAS – Também foram apresentados os programas sociais realizados no Litoral do Paraná, entre eles a visita guiada gratuita no Porto de Paranaguá. Em 2023, foram mais de 2.800 universitários e profissionais dos mais diversos setores da sociedade que passaram pelos Palácios Taguaré e Dom Pedro II e também por todo o cais para ver de perto o funcionamento das principais operações portuárias.

SUL EXPORT – O Sul Export é uma das etapas regionais que precede o encontro nacional Fórum Brasil Export, em Brasília, previsto para outubro. O evento patrocinado pela Portos do Paraná conta com representantes de todo o Brasil, entre autoridades da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Ministério de Portos e Aeroportos, empresários e entidades de classe e ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST). O Sul Export deste ano foi realizado entre os dias 25 e 26 de março e abordou a infraestrutura logística e o mercado de negócios dos três estados da região, com debates, visitas técnicas e encontros de relacionamento.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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