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Polícia Militar encontra laboratório com 151 pés de maconha em Colombo

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A Polícia Militar do Paraná (PMPR) encontrou um laboratório de produção de drogas no município de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), na noite de quinta-feira (22). A operação, que teve início no atendimento de uma ocorrência de suspeita de golpe, resultou na apreensão de 151 pés de maconha e na prisão de um homem por tráfico de drogas e estelionato.

Tudo começou com uma pessoa que teria negociado uma geladeira pela internet e realizado um pagamento no valor de R$ 800,00, através do pix. Segundo relato do comprador, o vendedor se recusava a entregar o produto, alegando não ter recebido o valor. O comprador foi até o local indicado na negociação e ao chegar lá teria sido ameaçado por quatro indivíduos que estavam em dois veículos.

A Polícia Militar foi acionada e foi até o endereço. Durante a abordagem, a equipe deteve um homem de 38 anos com uma bolsa preta contendo haxixe. No local foram encontrados os pés de maconha, além de uma estrutura com estufas, reatores e lâmpadas próprias para o cultivo da planta. Também foram encontrados materiais utilizados na confecção e venda de drogas, como prensas, sedas, produtos químicos, fertilizantes, embalagens e cartões de contato de uma marca.

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Ainda durante as diligências, foram encontrados documentos, adesivos, sementes e essências de maconha indicadas por um cão farejador. 

O homem foi conduzido à Delegacia do Alto Maracanã juntamente com os objetos apreendidos. A operação contou com o apoio do Canil da PMPR, que auxiliou nas buscas.

Fonte: Governo PR

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MPPR expede recomendação administrativa para conter atropelamento de animais silvestres em rodovias de Londrina e cobra medidas do Município e do DER-PR

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça de Londrina, no Norte Central do estado, emitiu recomendação administrativa cobrando ações efetivas para cessar a mortandade de animais silvestres nas rodovias LA-003, conhecida como Mábio Gonçalves Palhano, e PR-538. Os trechos afetados margeiam o Parque Estadual Mata dos Godoy. O documento foi direcionado ao Município de Londrina, ao Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) e ao Instituto Água e Terra (IAT).

A medida é desdobramento de procedimento administrativo instaurado em 2022 pela Promotoria de Justiça. Um levantamento técnico apontou que, entre março de 2018 e janeiro de 2019, foram registrados 337 animais atropelados de 57 espécies diferentes naquelas vias e em outras rodovias da região. O estudo identificou seis pontos críticos de atropelamento, com medidas mitigatórias validadas pelo IAT.

Biodiversidade – A área é reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente como prioritária para a conservação da biodiversidade e abriga espécies ameaçadas de extinção. Entre os animais em risco, estão a anta, classificada como criticamente em perigo no estado do Paraná, e a onça-parda, classificada como vulnerável. Levantamentos recentes confirmaram a letalidade contínua nos trechos, com 18 animais atropelados entre novembro e dezembro de 2025, além da constatação de desgaste na sinalização existente em vistoria realizada em março de 2026.

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Além do dano ambiental, os atropelamentos representam risco à segurança dos motoristas. Dados do Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual registraram 258 acidentes por atropelamento de animais em 2019 e 283 ocorrências em 2020, resultando em vítimas fatais e feridas.

Medidas – Entre as solicitações feitas ao Município de Londrina, estão o reforço da sinalização, a implantação de mecanismos permanentes de redução de velocidade e a elaboração de projeto executivo para a construção de passagem segura de fauna sobre o Ribeirão Três Bocas. Ao DER-PR, foi recomendada a redução da velocidade máxima de 60 km/h para 40 km/h nos trechos que cruzam o núcleo do parque, a instalação de radares fixos eletrônicos e a implantação de passagens de fauna e cercas direcionadoras. Por sua vez, o IAT deverá fiscalizar o cumprimento das medidas e analisar os projetos apresentados em até 30 dias.

Os destinatários têm 30 dias para responder por escrito sobre o acatamento da recomendação e devem apresentar cronogramas que prevejam a conclusão das obras em prazo não superior a 12 meses. O descumprimento poderá levar à adoção de medidas judiciais, com responsabilização civil por dano ambiental.

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Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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