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Polícia Científica leva exposição sobre crimes ambientais para o Litoral

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A Polícia Científica do Paraná (PCP) e o Museu Paranaense de Ciências Forenses (MPCF) levam para o Litoral, neste final de semana, a exposição “Crimes Ambientais e a Perícia do Paraná”. A mostra acontece em Guaratuba nesta sexta (02) e em Caiobá no sábado (03), das 15h às 19h, junto à Exposição das Forças de Segurança da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SESP/PR).

O público poderá conhecer diversas peças que mostram a variedade da perícia em crimes ambientais, como peles e ossos de animais, drones, microscópios com amostras de solo e madeira.

A mostra foi inaugurada em dezembro de 2023 na sala de exposições do MPCF na Unidade de Execução Técnico-Científica do Tarumã, em Curitiba, e ficará disponível para visitação até começo de março. No Litoral, é uma excelente oportunidade para moradores e veranistas conhecerem de perto o trabalho pericial.

A equipe da Seção de Crimes Ambientais (SCA) da PCP também estará nos eventos apresentando os materiais, contando sobre a rotina da seção e os casos atendidos.

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A SCA foi criada em 2019 com o objetivo de fazer exames periciais em locais de crimes contra a flora, incluindo exames complementares (identificação de espécies arbóreas por análises dendrológicas e de anatomia da madeira); crimes contra a fauna, (com necropsias animais; crimes contra a administração ambiental; poluição; mineração; microvestígios de solo), entre outros.

“Este evento é uma grande oportunidade de levar a divulgação científica a espaços não formais e alcançar um número maior de pessoas”, destaca a diretora do Museu Paranaense de Ciências Forenses, Fabíola Machado.

O ESPAÇO – O Museu Paranaense de Ciências Forenses integra a Polícia Científica do Paraná e é dedicado à conservação da história da PCP no Estado e à divulgação das ciências forenses. Possui em seu acervo instrumentos e equipamentos utilizados desde o início das atividades periciais no Paraná, além de livros, documentos, arquivos fotográficos e peças anatômicas.

Em 2023, recebeu em torno de 12 mil visitantes, somando a sala de exposição na Unidade de Execução Técnico-Científica do Tarumã (UETC) e o antigo necrotério na UETC Visconde.

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As visitas ao museu ocorrem somente na modalidade guiada. O público é composto, principalmente, por estudantes das áreas da Saúde e do Direito – nestes casos, a visitação contempla também os laboratórios da Polícia Científica.

AGENDAMENTOS – Para esclarecimento de dúvidas ou agendamento de visitas entrar em contato por e-mail: [email protected].

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Serviço:

Exposição “Crimes Ambientais e a Perícia do Paraná”

Guaratuba

Data: 02/02, sexta-feira

horário: 15h às 19h

Local: Av. Atlântica, Praia Central (aio lado do letreiro de Guaratuba)

Caiobá

Data: 03/02, sábado

Horário: 15h às 19h

Local: Av. Atlântica, 2010

Fonte: Governo PR

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Estado homologa decreto que permite atendimento célere a Rio Bonito do Iguaçu por mais seis meses

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Seis meses após o tornado que atingiu a cidade de Rio Bonito do Iguaçu, no Centro-Sul do Paraná, o Governo do Estado homologou nesta quinta-feira (7) um novo decreto de estado de calamidade pública para o município. O documento teve como base o parecer da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, com aval da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, e dá lugar ao antigo decreto, que tinha validade de 180 dias.

Válido pelo mesmo período, o novo decreto facilita as contratações para dar continuidade à reconstrução da cidade, que teve 90% de sua área urbana afetada pelo tornado. O documento também permite que o município acesse recursos estaduais e federais para esse trabalho, já que, sozinho, não consegue arcar com todas as despesas.

Além de atender as necessidades do município, o estado de calamidade pública permite a execução de despesas durante o período eleitoral. “A legislação eleitoral traz muitas restrições administrativas à União e ao Estado, que não podem implementar ações que envolvam a transferência de recursos, o que pode limitar a execução de obras no município. A lei eleitoral, porém, não impede o auxílio em situações emergenciais”, explicou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig.

Segundo o parecer do órgão, mesmo com a mobilização de recursos e a adoção de medidas emergenciais desde a data do desastre, os impactos do evento persistem no município. Ainda há registro de danos em edificações públicas que prestam serviços essenciais e residências danificadas.

O documento diz ainda que há comprometimento dos serviços públicos, especialmente nas áreas de assistência social, educação e atendimento à população, além de prejuízos expressivos nos setores de agricultura, pecuária, comércio, indústria e serviços, com reflexos diretos na economia local. Soma-se a isso a ocorrência de danos ambientais relevantes, como a destruição de vegetação, áreas de preservação permanente e degradação de ecossistemas, além das dificuldades de acesso a algumas comunidades, principalmente na zona rural.

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HISTÓRICO – No dia 7 de novembro de 2025, Rio Bonito do Iguaçu foi atingido por um tornado com índice F3 na escala Fujita, recebendo essa classificação por conta dos danos e da intensidade dos ventos, que ultrapassaram 250 km/h. O evento atingiu cerca de 90% das residências e prédios comerciais da cidade e provocou cinco mortes.

O Governo do Estado montou uma força-tarefa para dar uma resposta rápida à população da cidade, com ações em diversas áreas. Já foram investidos mais de R$ 60 milhões na cidade. A prefeitura recebeu R$ 11,5 milhões do Fundo Estadual para Calamidades Públicas (Fecap) para a compra de materiais de construção e aquisição de ônibus escolares e pela Fomento Paraná foram R$ 18,6 milhões para empresas atingidas pelo tornado.

O governo também enviou projetos para a Assembleia Legislativa do Paraná para alterar as regras do Fecap, permitindo o repasse direto de recursos para famílias e empresas afetadas por desastres. O fundo também recebeu um aporte de R$ 50 milhões para auxiliar na reconstrução da cidade.

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O Fecap custeou, por exemplo, o programa Reconstrução, que liberou de R$ 20 mil a R$ 50 mil a mais de 830 famílias que tiveram suas residências destruídas ou danificadas pelo tornado. Esse valor pode ser utilizado na reconstrução das moradias e na compra de materiais de construção. Outra ação é o programa Superação, que prevê o pagamento de R$ 1 mil mensais por seis meses para auxiliar as famílias afetadas pelo desastre.

Até maio, o programa destinou R$ 10,9 milhões aos moradores, beneficiando 1.983 famílias: 1.369 receberam seis parcelas, 268 cinco parcelas e 346 quatro parcelas.

As empresas do município que também tiveram perdas materiais vão contar com uma subvenção do Estado por meio do Fecap, que vai destinar R$ 10 milhões a cerca de 300 empreendimentos de diferentes portes do comércio, prestadores de serviços e indústria.

Outras frentes de trabalho envolveram a reconstrução de prédios públicos danificados pelo tornado, como o Pronto Atendimento Municipal (PAM), unidades básicas de saúde, ginásio, escolas e o centro municipal de educação infantil, além da construção de moradias pré-fabricadas pela Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) – além das casas entregues, o Estado assinou um convênio de R$ 10,4 milhões com a cidade para a construção de mais 80 moradias.

Fonte: Governo PR

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