Paraná
PMPR apreende caminhão com cigarros contrabandeados em Pato Branco
A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do 3º Batalhão de Polícia Militar (BPM), apreendeu na noite deste domingo (12) uma carga de cigarros contrabandeados em Pato Branco, no Sudoeste do Estado.
A ação ocorreu durante bloqueio policial no trevo de acesso ao município, na rodovia PRC-158. Os policiais abordaram um caminhão trator acoplado a um semirreboque e encontraram os produtos ilegais.
As equipes visualizaram, por meio das aberturas de escoamento, caixas de papelão contendo cigarros. Questionado, o condutor, de nacionalidade estrangeira, confirmou que transportava grande quantidade do produto oriundo do Paraguai sem a devida regularização fiscal.
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Segundo relato, a carga foi embarcada na região de fronteira e tinha como destino a Capital, onde seriam repassadas instruções para a entrega, bem como o pagamento pelo transporte.
O veículo foi apreendido e será encaminhado à Polícia Federal para as medidas administrativas. O condutor também foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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