Economia
Plataforma que rastreia material reciclável vai incluir vidro, alumínio, têxtil, papel e celulose
A Plataforma Recircula Brasil, que permite rastreabilidade de material reciclável, iniciou fase de testes com a cadeia de alumínio e planeja expansão para setores como têxtil, vidro, papel e celulose. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (14/11) pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), vinculada ao MDIC, na COP30, em Belém do Pará.
Atualmente, a ferramenta desenvolvida pela ABDI, em parceria com a Central de Custódia, rastreia a cadeia do plástico e já certificou mais de 40 mil toneladas desses produtos, oriundas de 304 fornecedoras e destinadas a mais de 1,5 mil clientes de setores como alimentos, bebidas, construção civil e eletroeletrônicos, entre outros.
“É com o Recircula que conseguimos verificar se as normas de confiabilidade de um produto, de padrão ESG, são realmente atendidas”, afirmou Sissi Alves, diretora de Novas Economias da Secretaria de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria do MDIC, durante o anúncio.
“Conseguimos, inclusive, aliar o Recircula a outras políticas de governo. Por exemplo, o Selo Verde, um programa que vai atestar se determinado produto ou serviço é confiável, se atende às regras de sustentabilidade”, completou.
A plataforma está alinhada os pilares da Nova Indústria Brasil (NIB), que busca alinhar inovação, sustentabilidade e compromisso social.
O Recircula Brasil conta com um verificador independente de resultados, especialista em medir soluções de logística reversa, representado pela Central de Custódia. Além da verificação de notas fiscais junto a Receita Federal, analisa-se também a existência ou não de duplicidade de dados, de modo a garantir a origem, destino e a qualidade de resíduos reciclados.
Para conhecer melhor a plataforma, clique aqui
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Economia
GT reúne setor produtivo para debater competitividade e melhoria do ambiente de negócios
Mais de 100 representantes do setor produtivo, entidades e sociedade participaram, na quarta-feira (16/9), de reunião para apresentação dos avanços da Agenda para a Redução do Custo Brasil. Uma das novidades anunciadas foi a mudança do nome para Agenda Brasil Mais Competitivo, em norma a ser publicada.
Pela primeira vez desde a instituição do Grupo de Trabalho, a reunião foi aberta à participação do setor produtivo, de entidades representativas e da sociedade em geral. A iniciativa foi promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Durante o encontro, representantes dos ministérios responsáveis pelos setores de energia e transportes apresentaram a evolução de políticas e iniciativas relacionadas ao ciclo 2023-2025 e os principais avanços em medidas com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios e a competitividade.
Energia, gás e logística em debate
A programação da reunião incluiu apresentações de representantes dos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e de Minas e Energia.
O Ministério de Portos e Aeroportos apresentou a Política Nacional Setorial de Identificação Biométrica. Na sequência, o Ministério dos Transportes apresentou o Plano Nacional de Logística 2050. Pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Departamento de Gás Natural apresentou as ações do governo federal no mercado de gás natural e sua importância para a melhoria da competitividade no Brasil.
Também foram apresentadas iniciativas relacionadas ao setor de energia elétrica, com destaque para medidas voltadas à melhoria do sinal de preços, incluindo a Consulta Pública MME nº 218/2026, a regulamentação do curtailment e a regulamentação do Encargo de Reserva de Capacidade (Ercap), de modo a considerar o perfil de carga.
Setor produtivo participa do debate
Após as explanações foi aberto espaço para manifestações dos participantes, ampliando o diálogo entre governo, setor produtivo e entidades representativas. As manifestações destacaram gargalos, especialmente quanto a celeridade nos processos de prestação de serviços públicos, de modo a reduzir entraves que impactam diretamente a atividade produtiva.
Nova Agenda
A Agenda Brasil Mais Competitivo foi apresentada como resultado do trabalho desenvolvido nos últimos anos, especialmente na seleção das propostas que integram a carteira. Dentro do processo foram identificadas melhorias e aprimoramentos regulatórios a fim de enfrentar entraves concretos ao ambiente de negócios e que possam contribuir para o aumento da competitividade da economia brasileira.
A construção da nova carteira se deu por meio de consulta pública que contabilizou mais de 270 contribuições, resultando em novas propostas prioritárias, que se somam aos projetos remanescentes do ciclo anterior e devem ser implementadas ao longo do próximo período.
Assim, a nova Agenda está na etapa de desenho e validação, em conjunto com os ministérios setoriais, dos planos de ação de cada projeto da carteira.
Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
-
Agro7 dias agoChina vem avaliar frigoríficos e exiger controle maior de resíduos no campo
-
Educação6 dias agoMEC disponibiliza painel com dados do Ideb para análise da aprendizagem
-
Paraná6 dias agoSérie especial sobre eleições prossegue com programa que trata das principais novidades para o pleito deste ano, como o uso da IA
-
Paraná5 dias agoMinistério Público do Paraná deflagra Operação Aurora para apurar possíveis crimes de tortura e cárcere privado em clínica terapêutica de Terra Roxa
-
Educação6 dias agoEducação de jovens e adultos é tema de episódio do PodMEC
-
Brasil6 dias agoSUS realiza 7,5 milhões de cirurgias eletivas no primeiro semestre e cresce 8% em relação a 2025
-
Política Nacional4 dias agoPolítica nacional de conscientização e orientação sobre LAM agora é lei
-
Educação6 dias agoPND 2026: participantes devem consultar local de prova com antecedência
