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Agro

Pêssego nacional lidera queda de preços e se destaca no atacado da CEAGESP

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O pêssego nacional foi o grande destaque da semana no atacado da Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP), com cotação média de R$ 5,37 por quilo, segundo levantamento da Seção de Economia e Desenvolvimento (SEDES) realizado na segunda-feira (8/12).

Na mesma semana do ano passado, o produto era vendido a R$ 8,00/kg, o que representa redução de 32,88% no comparativo anual. Em relação ao mês anterior, a queda média é de 27,72%, consolidando o pêssego como uma das melhores opções de compra no período.

Produtos com tendência favorável de compra

Além do pêssego nacional, a CEAGESP classificou uma série de frutas, verduras e legumes com tendência favorável de compra, indicando boa oferta e preços mais acessíveis no atacado. Entre os destaques estão:

  • Frutas: coco verde, laranja pera, limão siciliano, limão taiti, manga Tommy, melancia, melancia baby, nectarina, uva vitória.
  • Hortaliças e legumes: abóbora japonesa, moranga, paulista, abobrinha italiana, berinjela, cenoura, chuchu, pepino (caipira, comum e japonês), pimenta cambuci, tomate Débora, tomate Sweet Grape e vagem macarrão.
  • Folhosas e temperos: almeirão Pão de Açúcar, alface crespa e lisa, acelga, brócolis ninja, coentro, cebolinha, couve manteiga, escarola, manjericão, milho verde, moyashi, salsa, rúcula hidropônica, repolho verde e batata asterix.
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Esses produtos apresentam bom momento para compra, com tendência de preços estáveis ou em queda, resultado de maior oferta e boas condições de safra.

Produtos com preços estáveis no atacado

A CEAGESP também aponta uma lista de produtos com tendência estável de compra, indicando pouca variação nos preços nas últimas semanas. Entre eles estão:

  • Frutas: abacaxi Pérola, ameixa Irati, caju, goiaba vermelha e branca, lima-da-pérsia, manga Palmer, morango, melão amarelo e tangerina Murcott.
  • Legumes e hortaliças: abobrinha brasileira, beterraba, gengibre, mandioca, mandioquinha, maxixe, tomates Carmem e Pizzad’oro, alface americana, couve-flor, chicória e rabanete.
  • Outros produtos: amendoim, ovos brancos, batata lavada e cebola nacional.

Esses itens mantêm boa estabilidade de preços, favorecendo o planejamento de compras no atacado e varejo.

Itens com tendência desfavorável de compra

Por outro lado, alguns produtos apresentam tendência desfavorável de compra, com preços em alta ou oferta reduzida.

  • Frutas: abacate breda, bananas (nanica, da-terra e prata), figo roxo, laranja lima, maçãs Fuji e Gala, maracujá azedo, mamões Formosa e papaia, e uva niágara.
  • Legumes e hortaliças: abóbora seca, alcachofra, batata-doce branca e rosada, ervilha torta, jiló, quiabo liso, pimenta verde americana, pimentões (amarelo, verde e vermelho).
  • Folhosas e temperos: agrião comum, brócolis ramoso, repolho roxo, alho nacional e cebola roxa.
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A elevação dos preços desses produtos está associada, principalmente, a oscilações climáticas e menor disponibilidade de oferta em algumas regiões produtoras.

CEAGESP reforça monitoramento semanal

A CEAGESP realiza semanalmente um levantamento de preços e tendências para orientar atacadistas, varejistas e consumidores sobre o comportamento do mercado. A análise considera fatores como oferta, demanda, sazonalidade e clima, permitindo identificar os produtos com melhor custo-benefício no período.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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