Agro
“Pensar Agro” entrevista o Secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda
O programa “Pensar Agro”, veiculado na Band News, SBT e redes sociais, apresentado pelo presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, entrevista o Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda.
Durante a entrevista, o secretário abordou diversos temas relevantes para o estado e o país, destacando a importância da Secretaria de Desenvolvimento Econômico. “Ela é a porta do empresário, no governo de Mato Grosso. Todas as demandas do agronegócio, por exemplo, entram pela Secretaria de Desenvolvimento econômico e tramitam até chegar ao governador Mauro Mendes, que determina as politicas publicas direcionadas a cada setor”, explicou o secretário.
Miranda enfatizou a importância de garantir a qualidade e segurança dos produtos agropecuários, além de atender aos requisitos dos mercados internacionais, que cada vez mais exigem padrões rigorosos, usando como exemplo a rastreabilidade animal.
Além disso, abordou questões como as grandes obras públicas em andamento em Mato Grosso, com o objetivo de aprimorar a logística do estado. “Essas obras são fundamentais para escoar a produção agrícola e pecuária de forma eficiente, contribuindo para a economia local e nacional”.
Ele ainda falou sobre sustentabilidade, dando ênfase às práticas sustentáveis adotadas pelo agronegócio mato-grossense e sobre a importância do agronegócio para o Brasil e o mundo, destacando o setor como fundamental para a geração de empregos, o aumento das exportações e o abastecimento de alimentos para a população global.
Veja a entrevista completa clicando aqui ou nas redes sociais do Pensar Agro.
Fonte: Pensar Agro
Agro
Ministro André de Paula destaca Plano Safra e defesa agropecuária no 4° Congresso Abramilho
O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou, nesta quarta-feira (13), em Brasília, do 4º Congresso da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), evento que reuniu produtores, lideranças do agronegócio, especialistas, empresas, representantes do governo e da imprensa para discutir temas estratégicos relacionados às cadeias de milho e sorgo no país.
A programação abordou temas como cenário econômico, inovação, sustentabilidade, biotecnologia, geopolítica, segurança alimentar, importação de insumos, Plano Safra, seguro rural, armazenagem e infraestrutura logística.
Durante o painel “Agricultura em transformação: desafios atuais e propostas para fortalecer o setor”, o ministro destacou a decisão do governo federal de prorrogar os prazos relacionados à exigência do Programa de Regularização Ambiental (Prodes) para concessão de crédito rural com recursos equalizados ou controlados no âmbito do Plano Safra.
Segundo André de Paula, o governo trabalha para garantir um Plano Safra compatível com as necessidades do setor produtivo, contemplando medidas voltadas à ampliação do crédito, ao enfrentamento do endividamento rural e ao fortalecimento dos mecanismos de garantia para os produtores. “Ainda ontem nós celebramos, aliviados, a dilação dos prazos do Prodes. Quero dizer que estamos trabalhando muito, a equipe do Mapa e, de forma transversal, com todo o governo do presidente Lula, para que possamos não apenas apresentar um Plano Safra que, a exemplo dos últimos anos, trará números crescentes e importantes, mas também acomodar as principais preocupações dos produtores. Juros que caibam no bolso do produtor rural, o enfrentamento do endividamento e o fortalecimento do fundo garantidor são questões que estão no centro das nossas discussões”, afirmou.
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, também participou do debate e ressaltou a importância do etanol, especialmente o derivado do milho, para a matriz energética brasileira e para a geração de oportunidades econômicas no setor agroindustrial. “Nós temos uma verdadeira maravilha que é o etanol, especialmente o etanol de milho, que vem se consolidando como um grande sucesso no Brasil. Além de produzir o combustível, ele gera o DDG, um excelente subproduto rico em proteína para ração animal, que cresce fortemente e abre novas oportunidades de exportação”, destacou.
Alckmin também comentou o avanço da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina. “Os testes já autorizam avançarmos para 32%, e tudo está encaminhado para que isso se concretize em breve. Hoje, o etanol anidro está mais barato que a gasolina, o que representa um excelente negócio para o país: reduz o preço final ao consumidor, gera ganhos ambientais pela redução de emissões e promove impacto socioeconômico positivo, com mais emprego e renda no campo e na indústria”, afirmou.
Durante o evento, o ministro André de Paula também abordou a retirada temporária do Brasil da lista de países autorizados a exportar determinados produtos de origem animal para a União Europeia. Segundo ele, o sistema brasileiro de defesa agropecuária permanece sólido, reconhecido internacionalmente e apto a atender às exigências técnicas dos mercados importadores. “O Brasil tem um sistema sólido, robusto e acreditado de defesa agropecuária. Não é por acaso que somos os maiores produtores de proteína animal do mundo, que fornecemos para mais de 170 mercados e que há 40 anos exportamos para a Europa”, destacou o ministro.
A Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) atua na representação institucional do setor e na articulação de demandas estratégicas relacionadas às cadeias de milho e sorgo. O congresso consolidou-se como um dos principais fóruns nacionais para debates sobre políticas públicas, inovação e tendências do segmento.
De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira de milho 2025/2026 alcançou 139,5 milhões de toneladas, com exportações estimadas em cerca de 47 milhões de toneladas. O consumo interno gira em torno de 95 milhões de toneladas, impulsionado principalmente pela avicultura, suinocultura e pela indústria de etanol.
No segmento de bioenergia, o Brasil conta atualmente com 58 usinas de etanol de milho, com produção estimada em aproximadamente 10 bilhões de litros, além da geração de cerca de 5 milhões de toneladas de DDG, coproduto utilizado na alimentação animal.
A cultura do sorgo também apresentou crescimento expressivo na safra 2025/2026, com produção estimada em 7,47 milhões de toneladas. O grão se destaca pela resistência à seca, menor custo de produção e potencial de expansão sem necessidade de ampliação da área plantada.
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