Connect with us


Polícial

PCPR participa de jogo de vôlei com presença do campeão olímpico Giba

Publicado em

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) participou, nesta quinta-feira (11), de um jogo de vôlei no Comando Geral da Polícia Militar do Paraná (PMPR). A atividade integra a Copa PMPR de Voleibol 2025 e reuniu 32 jogadores, entre membros das polícias Civil, Militar e Penal, além do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná.

O destaque da atividade foi a participação do campeão olímpico Giba, que esteve presente, jogou com os servidores e conversou com os participantes. A iniciativa reforça a integração entre as instituições de segurança pública e incentiva a prática esportiva entre os profissionais.

A agente de polícia judiciária, Norma Beatriz Waterkemper Volpato, responsável pela organização do grupo de vôlei da PCPR, explicou que o time surgiu em 2022, a partir de um jogo comemorativo do Dia Internacional das Mulheres. 

A ação, inicialmente organizada de forma pontual, cresceu e se consolidou, reunindo servidores das diferentes forças em treinos regulares. Atualmente, o grupo conta com lista de espera para participação, demonstrando o interesse da categoria em manter a prática esportiva.

Leia mais:  PCPR prende mulher por homicídio tentado em Curitiba

Para Norma, a presença de Giba reforçou valores como disciplina, superação e trabalho em equipe, princípios que também norteiam o trabalho das forças policiais.

“A presença dele trouxe motivação, alegria e reforçou a importância da integração entre as instituições. Foi um momento de aprendizado e celebração que ficará marcado na história do nosso grupo”, disse.

Durante a visita, Giba agradeceu o convite e destacou o trabalho das forças de segurança pública. “Os policiais e bombeiros lutam por nós o dia inteiro, o mínimo que eu poderia fazer para agradecer era jogar uma partida de vôlei com eles”, afirmou. 

O ex-atleta também incentivou a continuidade de iniciativas que promovam bem-estar e integração. “Não deixem de fazer isso, de olhar para todos como seres humanos… é o que eu procuro fazer minha vida inteira. Estar junto com vocês foi uma forma de agradecer à Segurança Pública do Paraná”, completou.

FOTOS

Fonte: PJC PR

Comentários Facebook

Polícial

PCPR, com apoio da PCERJ, prende segundo investigado por crimes praticados contra adolescente em Curitiba

Published

on

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu o segundo investigado, de 22 anos, por crimes praticados contra uma adolescente em Curitiba. A captura aconteceu nesta quinta-feira (18), no município de Belford Roxo (RJ), com apoio da Divisão de Repressão aos Crimes Informáticos (DRCI) da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ).

A prisão é resultado de uma investigação conduzida pelo Departamento de Repressão aos Crimes Cibernéticos da PCPR (DRCC), iniciada em 2023, que apura os crimes de estupro de vulnerável em ambiente virtual, induzimento à automutilação, produção e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

A ação desta quinta-feira (18) resultou no cumprimento de um mandado de prisão temporária e dois mandados de busca e apreensão.

Segundo o delegado da PCPR Thiago Pereira Lima, a captura é um desdobramento da operação realizada na última sexta-feira (13), quando outro investigado, de 28, foi preso em Paranaguá, no Litoral do Paraná.

“Embora as prisões façam parte da mesma investigação, a PCPR apurou que os dois investigados não se conheciam, não mantinham qualquer vínculo entre si e atuavam de forma independente em relação à vítima”, explica.

Leia mais:  Banda da PMPR abre apresentações do Verão Maior no Palco Sunset em Matinhos

De acordo com as investigações, os suspeitos mantinham contato com a adolescente por meio da internet e exigiam que ela praticasse atos libidinosos, registrasse as ações em vídeos e encaminhasse os conteúdos aos investigados.

As apurações apontam ainda que o homem preso no Rio de Janeiro exigia que a vítima praticasse atos de automutilação, determinando que realizasse cortes no próprio corpo, escrevesse o nome dele utilizando sangue e registrasse as lesões em vídeos e fotografias.

Conforme a investigação, os fatos ultrapassaram os crimes relacionados à produção e ao armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil, resultando na representação pelas prisões temporárias dos investigados pelos crimes de estupro de vulnerável em ambiente virtual, induzimento à automutilação, produção e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.

Com o cumprimento do segundo mandado de prisão, a PCPR concluiu a fase operacional relacionada à identificação e localização dos suspeitos. Os investigados permanecem à disposição da Justiça.

Fonte: PJC PR

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262