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PCPR orienta população sobre a importância na representação de crimes envolvendo violência contra a mulher

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) orienta a população sobre a importância em realizar a representação de crimes envolvendo violência contra a mulher após o registro do Boletim de Ocorrência (B.O). Essa etapa manifesta a vontade da vítima para instaurar o procedimento, a fim de responsabilizar criminalmente o autor do fato, e ocorre logo após o BO por indagação do delegado, no momento do flagrante, ou comparecimento a uma delegacia. O reforço é feito em referência ao Agosto Lilás, mês de proteção à mulher, a fim de conscientizar a população pelo fim da violência contra a mulher. 

No Paraná, no âmbito da violência doméstica e familiar contra a mulher, essa representação é necessária nos crimes de ameaça, injúria, difamação, calúnia, perseguição e divulgação de imagens íntimas, por exemplo. O procedimento pode ser feito pela própria vítima ou por seu advogado constituído. 

De acordo com a delegada da PCPR Emanuele Siqueira, a representação criminal é de extrema importância para dar continuidade ao procedimento. “Em casos de flagrantes, se a vítima não oferecer representação, não é possível realizar a prisão do agressor e o indivíduo será liberado. Nos demais casos, quando há confecção do boletim, sem a representação, não podemos instaurar o inquérito policial e o autor do fato não será intimado para ser ouvido”, explica. 

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“Nos casos em que o BO é registrado online, nos crimes que dependem da representação, a PCPR aguarda a vítima comparecer na delegacia para instaurar o procedimento”, complementa. 

A delegada explica ainda que, após a representação criminal, a autoridade policial irá instaurar o inquérito policial ou prosseguir com o flagrante. Com isso serão realizadas diligências e as partes deverão prestar depoimentos a fim de esclarecer o fato relatado e concluir o procedimento. 

BOLETIM DE OCORRÊNCIA – Em casos de crimes contra a mulher, o Boletim de Ocorrência pode ser registrado na delegacia mais próxima ou via internet, no portal da instituição (www.policiacivil.pr.gov.br/BO). 

A delegada da PCPR Fernanda Moretzsohn afirma que no momento do registro presencial, em casos de crimes mediante ação penal condicionada a representação, a vítima pode oferecer a representação contra o agressor.

“Nos crimes ocorridos em municípios em que haja uma delegacia especializada, os casos serão investigados quando houver a representação e for de autoria desconhecida. Nas demais situações a investigação ficará a cargo da delegacia local”, complementa Moretzsohn. 

Além disso, caso o crime esteja acontecendo no momento ou em intervalo recente, a orientação é que a vítima acione imediatamente a Polícia Militar ou a Guarda Municipal. 

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AGOSTO LILÁS – O Agosto Lilás é uma campanha criada em alusão a Lei Maria da Penha com o objetivo de alertar e sensibilizar a população sobre a importância da prevenção e incentivar a denúncia em casos de violência contra a mulher. A campanha surgiu em agosto de 2016, após dez anos da criação da Lei Maria da Penha. 

Fonte: PJC PR

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Baile do Espadim celebra início da formação de 101 cadetes da Polícia Militar do Paraná

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Na noite desta sexta-feira (24), o Clube Santa Mônica, em Colombo, foi o cenário do tradicional Baile do Espadim, reunindo os 101 cadetes do 1º ano do Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Paraná (PMPR). O evento festivo integrou as solenidades iniciadas durante a manhã com a entrega do Espadim Tiradentes na Academia Policial Militar do Guatupê, simbolizando um importante passo dos alunos na trajetória rumo ao oficialato da corporação.

O baile carrega uma profunda importância histórica e institucional para a PMPR, tendo como finalidade principal a apresentação formal dos novos cadetes à sociedade paranaense. Mais do que uma celebração, o rito simboliza o início de um processo rigoroso de formação técnica e profissional, no qual o espadim recebido pelos alunos representa os valores militares e as responsabilidades que permearão suas futuras carreiras a serviço da segurança pública.

Um dos momentos mais significativos da noite foi a entrada solene dos cadetes acompanhados por seus padrinhos e madrinhas, seguida pela tradicional valsa no salão principal. Essa etapa da cerimônia é carregada de simbolismo, representando a transição para a vida militar e a integração com a sociedade civil, celebrando também o apoio fundamental das famílias durante o exigente período de formação acadêmica.

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O Comandante-Geral da PMPR, coronel Jefferson Silva, ressaltou a relevância do compromisso assumido pelos cadetes perante a instituição e o Estado. “Além do momento festivo, esse evento marca o reconhecimento do início de um ciclo de muita dedicação, coragem e disciplina. Ao final da formação, os novos oficiais estarão plenamente capacitados para servir à nossa sociedade”, afirmou.

A solenidade também foi prestigiada pelo Secretário de Segurança Pública do Paraná, coronel Saulo de Tarso Sanson Silva; o Subcomandante-Geral da PMPR, coronel Paulo Renato Aparecido Siloto; o Chefe do Estado-Maior da PMPR, coronel Eleandro Azevedo; o Comandante da APMG, coronel José Luiz Beggiora Júnior, além de demais autoridades militares, civis e convidados.

Centro de Comunicação Social da PMPR.

Fonte: Polícia Militar PR

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