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PCPR na Comunidade oferece serviços para a população de Colombo no final de semana

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) vai levar serviços de polícia judiciária à população de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, no sábado (6) e no domingo (7). Os atendimentos serão na Escola Municipal Antônio Costa, na Rua Venâncio Trevisan, 1.612, Jardim Florença, das 9h às 17h.

A iniciativa faz parte do projeto PCPR na Comunidade, que acontece periodicamente com o intuito de integrar a instituição com a sociedade.  

A PCPR vai confeccionar a 1ª via da Carteira de Identidade para quem realizou o agendamento prévio. Além disso, disponibilizará à população serviços como orientações sobre como realizar denúncias e quais as medidas que podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.  

Os policiais civis também realizarão atividades lúdicas com as crianças e apresentará os materiais do grupo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e dos cães da Divisão Estadual de Narcóticos da PCPR (Denarc), para que a população conheça mais o trabalho realizado pela instituição. 

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PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. Seu objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade. 

Fonte: Governo PR

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Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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