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PCPR na Comunidade leva serviços de polícia judiciária a 1,2 mil pessoas em Imbituva

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária e orientação para 1,2 mil pessoas durante o programa PCPR na Comunidade, entre 11 e 13 de agosto, em Imbituva, no Centro-Sul. A ação aconteceu em parceria com a prefeitura.

Os policiais civis fizeram registro de boletins de ocorrência, emissão de atestados de antecedentes criminais, pesquisa de percepção de criminalidade e orientações sobre como realizar denúncias, prevenções e quais medidas podem ser tomadas ao ser vítima de um crime.

A PCPR também fez exposições de perícia papiloscópica e de materiais do Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) que visam mostrar a atuação dos policiais civis. O evento ainda contou com apresentação de cães do Núcleo de Operações com Cães. Na ação, ainda foram confeccionadas 483 carteiras de identidade.

De acordo com o coordenador do projeto, João Mario de Goes, a edição em Imbituva foi um sucesso. “Fizemos um atendimento humanizado e muito bem direcionado a serviços que a população local mais necessita. Nós confeccionamos carteiras de identidade, fizemos boletins de ocorrência, demos muitas orientações sobre prevenção contra crimes, além de ter uma interação muito boa com as crianças, que são um público-chave para que possamos construir uma segurança pública duradoura”, afirma.

O carteiro Adriano Santana, de 43 anos, conta que a vinda do projeto à cidade contribuiu para que a população conhecesse mais sobre o trabalho dos policiais civis. “Essa ação é importante para conhecermos o trabalho da polícia e até ter uma aproximação. Tem muita gente com um pé atrás, então é bom para saber como é o processo, entender o que abrange tanto os serviços da Polícia Civil”, completa.

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PALESTRAS – Durante os dias de evento os servidores apresentaram duas palestras. A primeira aconteceu no Colégio Estadual Cívico-Militar Alcides Munhoz e abordou temas como prevenção às drogas e cyberbullying. A iniciativa teve participação de 250 crianças.

“A presença da polícia, dando informações, é extraordinária. É assim que nós podemos conscientizar os nossos alunos dos perigos. E por isso eu deixo aqui a minha gratidão a toda a equipe que esteve conosco, que tão prontamente trouxe para nós essas informações”, afirma a diretora da escola, Marilda Kolecha Grokoski. 

A segunda palestra foi para 60 servidores municipais sobre a rede de proteção na cidade e o trabalho da Polícia Civil. “Tivemos adesão de todos os setores, como educação, saúde, assistência social, como uma forma de demonstrar essa união com a Polícia Civil. A palestra esclareceu pontos importantíssimos, como o cyberbullying, Lei Maria da Penha e crimes contra crianças, que servirão para auxiliar no trabalho diário da rede de proteção”, afirma a articuladora da Rede de Proteção Local a Vítimas de Violência e Testemunhas, Renata Borsa.

PARCERIA – O PCPR na Comunidade em Imbituva teve o apoio da prefeitura, que auxiliou na logística e estrutura do evento para receber a população local. Houve também serviços ofertados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). 

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O prefeito Celso Kubaski destacou a importância do projeto no município. “Dá oportunidade às pessoas, principalmente às famílias mais carentes, de ter acesso a seu documento. E uma parceria significativa, provando que a Polícia Civil do Paraná está com a comunidade, nos ajudando, e ajudando o povo paranaense”, afirma.

O delegado Thiago Andrade disse que a parceria no evento foi fundamental. “Ofertamos diversos serviços, além da demonstração da atuação por meio dos cães policiais, perícia papiloscópica e Grupo Tigre que servem para aproximar a população da Polícia Civil. O trabalho em conjunto com a prefeitura e OAB permitiu com que o evento fosse um sucesso, que, com certeza, ficou marcado na história da cidade de Imbituva”, diz.

PCPR NA COMUNIDADE – O PCPR na Comunidade é um projeto que ocorre regularmente em todo o Paraná. O objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações, além de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.     

Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para [email protected]. O setor de Comunicação irá entrar em contato para alinhar as informações e promover o evento no local solicitado. Mais informações através do site PCPR na Comunidade.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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