Paraná
PCPR na Comunidade atende pessoas em situação de rua em Curitiba
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) levou serviços de polícia judiciária para 136 pessoas em situação de vulnerabilidade social, durante o PCPR na Comunidade, nesta quinta-feira (17), no Centro Pop Solidariedade, em Curitiba. O evento aconteceu em parceria com o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).
A oferta das atividades teve como objetivo auxiliar a população mais vulnerável e com dificuldade de acesso aos serviços da PCPR, aproximando a instituição da comunidade. Na ação, foram confeccionadas 69 carteiras de identidade e realizados 136 atendimentos relacionados ao documento de identificação.
O coordenador do PCPR na Comunidade, João Mario Goes, destaca que o projeto visa levar os serviços oferecidos pela PCPR até a população em maior vulnerabilidade social e com dificuldade de acesso.
“Realizamos mais um projeto na capital paranaense, levando serviços de polícia judiciária e contribuindo com o resgate da cidadania dessas pessoas. Com as ações, conseguimos sair das delegacias e fortalecemos as redes de proteção com a sociedade”, afirma.
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PCPR na Comunidade oferece serviços de polícia judiciária em escolas de Ponta Grossa
O mutirão contou com diversos serviços para comunidade em situação de vulnerabilidade, reunindo 22 instituições públicas e privadas e organizações da sociedade civil. Dentre os atendimentos gratuitos foram ofertados atualizações cadastrais, emissão de certidões, orientação jurídicas, atendimento médico e autenticação de documentos.
A desembargadora Maria Aparecida Blanco de Lima ressalta a importância da parceria com a Polícia Civil para o atendimento à população em situação de rua, a fim de possibilitar um recomeço de vida. “Fiquei muito impactada com o serviço prestado pela instituição, com os documentos necessários para identificação sendo entregues adequadamente para que essas pessoas possam voltar à sociedade na maneira normal. É realmente uma situação de felicidade”, complementa.
PROJETO – O PCPR na Comunidade é um programa que ocorre regularmente em todo o Paraná. Seu objetivo é levar serviços de polícia judiciária à população, promover atendimento humanizado, auxiliar na identificação de possíveis vítimas e na conclusão de investigações. Também tem o intuito de fortalecer a eficiência na prestação do serviço público e representar a instituição em atividades em prol da sociedade.
SOLICITAÇÃO – Quem tiver interesse no projeto, pode enviar um e-mail para [email protected]. O setor de Comunicação da PCPR entrará em contato para alinhar as informações e realizar o evento no local solicitado. Mais informações sobre o projeto AQUI.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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