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PCPR identifica adolescentes investigados por ameaça em escola de Ponta Grossa

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) identificou nesta segunda-feira (2) os adolescentes envolvidos em um caso ameaça com arma branca em uma escola no município de Ponta Grossa, na Região dos Campos Gerais. O episódio foi registrado no dia 26 de fevereiro deste ano.

O episódio decorreu de um desentendimento anterior entre dois alunos, os quais já foram devidamente identificados e intimados para serem ouvidos na unidade policial. De acordo com a investigação, na segunda-feira (2), policiais civis visualizaram três adolescentes em atitude suspeita nas imediações do referido colégio. Durante a abordagem, foi localizada uma faca em posse de um dos adolescentes, a qual foi devidamente apreendida. 

Os adolescentes possuíam envolvimento com os fatos registrados no dia 26 e foram encaminhados à delegacia, onde foi lavrado o respectivo Boletim de Ocorrência Circunstanciado (BOC), nos termos da legislação aplicável. 

As circunstâncias estão sendo esclarecidas, a fim de que todas as responsabilidades sejam individualizadas.

O Delegado Fernando Henrique Ribeiro Vieira, ressalta a importância da participação dos pais na rotina dos filhos “o acompanhamento próximo dos pais é essencial para a diminuição desse tipo de conflito, inclusive quanto à fiscalização do que os filhos têm levado em suas mochilas para o ambiente escolar”.

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A PCPR permanece atenta a situações de violência envolvendo adolescentes, atuando com rapidez na apuração dos fatos e na responsabilização dos envolvidos, na forma da lei.

Fonte: PJC PR

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PCPR realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil com agentes de sete forças de segurança

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para polícia judiciária. A formação contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do país.

O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (TIGRE) e pela Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do TIGRE, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático-policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária.

“A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

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As instruções foram ministradas por policiais do TIGRE da PCPR e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Durante a capacitação, os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão da doutrina para outras forças de segurança pública no país.

“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ainda ressalta que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

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Fonte: PJC PR

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