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PCPR esclarece latrocínio de mãe e filho desaparecidos em Curitiba

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) elucidou, nesta quinta-feira (11), o duplo latrocínio e ocultação de cadáveres, que vitimou Maria Auxiliadora da Silva de Souza, de 78 anos, e de seu filho, Fábio José de Souza, de 46 anos, moradores do bairro Capão da Imbuia, em Curitiba. Os corpos foram encontrados dentro de uma geladeira, em Almirante Tamandaré.

O inquérito foi instaurado após o desaparecimento das vítimas, registrado no final de junho deste ano. Durante as investigações, a PCPR realizou diligências em Curitiba, Antonina e na Região Metropolitana, além de cumprir mandados de busca e apreensão em quatro endereços de Almirante Tamandaré. Foram apreendidos equipamentos eletrônicos, documentos e um veículo, que passou por perícia técnica.

Conforme a delegada da PCPR Vanessa Cristina, o suspeito, de 34 anos, ex-sócio de Fábio, foi identificado após análise de quebras de sigilos bancário e de dados digitais. 

“As investigações apontaram que ele utilizou recursos de inteligência artificial para enviar áudios simulando a voz da idosa, com o objetivo de enganar familiares e dificultar a localização das vítimas”, explica.

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Após a prisão preventiva do homem, ele indicou aos policiais os locais onde os corpos foram ocultados. Partes foram localizadas dentro de uma geladeira no imóvel alugado pelo suspeito, e outras teriam sido lançadas em um rio.

O investigado permanece preso e o inquérito será encaminhado ao Ministério Público para as providências cabíveis.

Fonte: PJC PR

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PCPR prende três pessoas durante diligências em Umuarama

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu três pessoas por crimes distintos na manhã desta sexta-feira (3), em Umuarama, no Noroeste do Estado. A ação resultou no cumprimento de mandados judiciais decorrentes de investigações distintas.

No primeiro caso, os policiais civis cumpriram um mandado de busca e apreensão domiciliar no distrito de Carbonera, em Maria Helena. A investigação apura os crimes de ameaça, lesão corporal, porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma de fogo.

Conforme as investigações, o suspeito é investigado por agredir fisicamente e efetuar disparos de arma de fogo contra um adolescente que mantinha um relacionamento com sua filha, também adolescente. A motivação seria a não aceitação do relacionamento.

Durante diligências realizadas anteriormente, a motocicleta utilizada na fuga foi localizada e apreendida. A medida judicial cumprida nesta sexta-feira teve como objetivo localizar a arma de fogo utilizada no crime e reunir novos elementos para a investigação.

“Outra medida judicial foi cumprida no âmbito de uma investigação que apura o crime de estelionato praticado por meio de rede social, em continuidade delitiva. Conforme apurado, o investigado utilizava um perfil no Instagram para atrair vítimas com falsas promessas de cursos e vagas para modelos de mechas”, disse o delegado da PCPR Thiago Araium.

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Após receber pagamentos antecipados via Pix, o suspeito cancelava os procedimentos ou bloqueava o contato das vítimas. As investigações reuniram diversos boletins de ocorrência registrados na região, apontando a prática reiterada do golpe.

Além do bloqueio do perfil utilizado na plataforma digital, a Justiça deferiu o pedido de sequestro de bens e ativos financeiros do investigado.

A terceira prisão preventiva foi cumprida contra um homem investigado pelo furto qualificado de toda a fiação elétrica de cobre da Associação de Pais e Amigos do Autista (AMA) de Umuarama.

O crime causou prejuízo estimado em R$ 6 mil e comprometeu temporariamente o atendimento prestado pela instituição a mais de uma centena de crianças com transtorno do espectro autista.

A autoria foi identificada durante as investigações. O suspeito possui antecedentes por crimes patrimoniais, incluindo roubo, e atualmente faz uso de tornozeleira eletrônica.

Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário.

DENÚNCIAS – A PCPR solicita a colaboração da população com informações que possam auxiliar investigações em andamento. As denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR, e 181, do Disque-Denúncia. Também é possível entrar em contato diretamente com a Delegacia de Umuarama pelo telefone (44) 3621-2650 ou pelo WhatsApp (44) 99734-4139.

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Fonte: PJC PR

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