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Paraná já tem empresa responsável pela plataforma da loteria do Estado

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O consórcio Pay Brokers Paraná será o responsável por disponibilizar e operacionalizar a plataforma de gestão do serviço de loterias do Estado. O consórcio foi o vitorioso na licitação de contratação aberta em fevereiro. A partir de agora iniciam-se os trabalhos para a implementação da ferramenta, que será responsável pela integração dos meios de pagamentos e o gerenciamento das atividades e fluxos financeiros dos futuros operadores lotéricos.

A Loteria do Estado do Paraná foi criada no final de 2021 através da Lei 20.945 que regulamentou o serviço público de loteria. O objetivo principal do serviço é gerar recursos para financiar ações para a promoção de direitos sociais. Inicialmente, a autarquia que é vinculada à Secretaria da Administração e da Previdência, recebeu o nome de Lotepar, mas após análises de mercado, optou-se pela mudança do nome comercial para Lottopar.

“É mais um passo que o Paraná dá para viabilizar um serviço público de loteria que vai gerar receita para os cofres do estado. Parte dos recursos será revertido em ações sociais e chegará aos paranaenses que mais precisam, além de trazer novas opções de loterias e apostas de quota fixa para a população”, explica o diretor-presidente da Lottopar, Daniel Romanowski.

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Segundo ele, além do pagamento dos prêmios, parte da arrecadação será destinado para programas sociais e o desenvolvimento de ações e serviços relacionados à segurança pública, habitação popular e promoção de direitos vinculados aos idosos, mulheres e crianças.

Na última quinta-feira (19), foi realizada uma reunião de trabalho entre a equipe da Lottopar e o consórcio vencedor, com objetivo de iniciar os trabalhos, apresentar as equipes envolvidas e desenvolver o plano de trabalho para o cumprimento do contrato assinado.

“A plataforma é a base para a implantação da Lottopar no Paraná, pois trará segurança e transparência para o processo”, salienta o diretor-operacional da Lottopar, Jonathan Dieter. Além disso, também haverá credenciamento de múltiplos operadores de apostas de quota fixa e concessão para exploração das atividades lotéricas. Essas fases devem acontecer ainda em 2023.

LOTERIAS NO BRASIL – Até 2020, a legislação brasileira previa que as loterias eram um serviço público exclusivo da União. Isso mudou depois do entendimento do Superior Tribunal Federal (STF) de que a exclusividade era inconstitucional, permitindo, então, a criação de loterias e a exploração de apostas de quota fixa e loterias pelos estados. Embora outros entes federativos também estejam articulando a implantação dos serviços públicos de loterias em seus territórios, o Paraná esta entre os mais adiantados nos processos.

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Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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