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Política Nacional

Para Humberto, mobilização de domingo foi recado firme contra anistia e PEC do Mandato

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Em discurso no Plenário nesta terça-feira (23), o senador Humberto Costa (PT-PE) criticou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021que exige autorização prévia da Câmara ou do Senado para abertura de processo contra parlamentares, e o projeto de lei que prevê anistia a envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. O parlamentar afirmou que os protestos realizados no último domingo em diversas cidades do país foi um “firme recado” de que a sociedade brasileira está atenta e rejeita ambas as propostas.

Segundo Humberto, a PEC representa um retrocesso inaceitável e ameaça o princípio da igualdade perante a lei. A proposta condiciona o julgamento de parlamentares à autorização da Câmara ou do Senado, inclusive em casos de prisão em flagrante por crime inafiançável, além de ampliar o foro privilegiado para presidentes de partidos e retomar o voto secreto nessas votações. 

—  Há senadores tentando se articular para salvar essa PEC aqui no Senado. Querem emendá-la para dar outro formato e ajudar o texto a passar. A opinião pública precisa estar atenta. Não pode haver salvação para essa PEC da vergonha. Não há outro caminho que não seja a sua rejeição integral — alertou.

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O senador também rechaçou o projeto que concede anistia a envolvidos nos atos de 8 de janeiro, que tramita na Câmara dos Deputados. Ele afirmou que não se pode permitir que crimes contra o Estado democrático de direito sejam perdoados. Para o senador, unir a pauta da blindagem parlamentar com a da anistia é uma manobra para favorecer interesses políticos e proteger aliados condenados por envolvimento em ataques à democracia.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Moro: Sanepar deve usar restituições para reduzir tarifa de água no Paraná

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (29), o senador Sergio Moro (PL-PR) afirmou que a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) recebeu cerca de R$ 4 bilhões em restituições tributárias, e que esse valor deveria ser utilizado para reduzir a tarifa de água no estado.

Segundo Moro, as restituições aconteceram após cobrança indevida feita pela União. Ele disse que, inicialmente, a Sanepar cogitou distribuir os recursos aos acionistas na forma de dividendos, mas isso gerou críticas. 

O senador destacou que a Agência Reguladora do Paraná (Agepar) teria recomendado que esses valores fossem revertidos em benefício dos consumidores, diante do cenário de endividamento das famílias e dificuldades no pagamento das contas.

— Por que não usar esses valores para se abater na tarifa da conta de água dos paranaenses? Porque, veja, o momento é muito oportuno: as famílias brasileiras estão endividadas, os consumidores estão sofrendo — ressaltou ele.

Moro informou que, após manifestações públicas, a Sanepar reviu sua posição e passou a considerar a destinação de parte dos recursos para a redução tarifária e investimentos. Ele destacou que acompanhará a aplicação dos valores.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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