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Orquestra Sinfônica celebra 41 anos com concerto dedicado a compositores brasileiros

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A Orquestra Sinfônica do Paraná (OSP) celebra 41 anos de trajetória com o concerto especial “Grande Festa da Música Brasileira!”, dedicado à riqueza da música nacional. As apresentações serão nos dias 28 (quinta-feira), às 20h30, e 31 (domingo), às 10h30, no Teatro Guaíra, reunindo obras de três importantes nomes do nacionalismo musical: Alberto Nepomuceno, Heitor Villa-Lobos e Francisco Mignone.

Com regência do maestro titular e diretor musical da OSP, Roberto Tibiriçá, a apresentação da orquestra será acompanhada por um coro misto de 60 vozes, o Coro Sinfônico Ottava Bassa, com regência de Alexandre Mousquer, e dos coros infantis Papo Coral, com regência de Cristiane Alexandre, e Coral Curumim, com regência, técnica vocal e direção artística e musical de Joyce Miriam Todeschini.

Os ingressos já estão à venda no DiskIngressos e na bilheteria do Teatro Guaíra, com valores de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada). As apresentações acontecem no Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão), com lugares marcados na sessão de quinta-feira e ocupação livre no domingo. A classificação indicativa é de 6 anos, e ambas as sessões contarão com recursos de acessibilidade em Libras e audiodescrição. 

Depois das grandiosas comemorações dos 40 anos, marcadas pela execução da “Sinfonia nº 2 – Ressurreição”, de Gustav Mahler, a orquestra volta o olhar, neste aniversário de 41 anos, para a identidade musical brasileira. O programa percorre diferentes momentos da construção de uma linguagem sinfônica nacional, com obras que dialogam com o folclore, a cultura popular e as raízes afro-brasileiras.

“Para esse concerto, vamos apresentar uma grande festa da música brasileira. Nós vamos tocar, de Nepomuceno, uma obra chamada “O Garatuja”. De Villa Lobos, uma cantata profana chamada “Mandu-Çarará”, com um coro misto de 60 vozes e 80 crianças. E depois, de Francisco Mignone, “Maracatu de Chico Rei”, uma obra espetacular e icônica da música brasileira”, destaca o maestro Roberto Tibiriçá. 

PARTICIPAÇÃO DE COROS – Desde 2023, Alexandre Mousquer vem preparando coros sinfônicos em grandes montagens da OSP, como a “Nona Sinfonia”, de Beethoven, e obras de Villa-Lobos, além da monumental “Sinfonia nº 2”, de Mahler. “É um prazer enorme e uma alegria poder novamente preparar o coro para esse aniversário da orquestra. Estamos falando de obras muito importantes do repertório sinfônico brasileiro, com uma música extremamente rica e expressiva”, afirma Mousquer. 

Segundo ele, as obras escolhidas para o concerto deste ano exigem grande preparo técnico dos cantores. “São partituras com uma escrita rítmica muito rica e desafiadora. Cada palavra, cada sílaba e cada frase têm uma intenção específica. Além disso, existem trechos em língua indígena e em dialeto africano, o que exige muito trabalho de articulação, afinação e precisão vocal”, explica.

O concerto também contará com a participação do Coral Curumim, grupo que há quase quatro décadas mantém uma relação próxima com a Orquestra Sinfônica do Paraná. Para Joyce Miriam Todeschini, responsável pela regência do coro, retornar ao palco do Teatro Guaíra em uma celebração da OSP carrega um significado especial.

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“Nos 38 anos de existência do Coral Curumim, participamos de várias óperas e concertos ao lado da Orquestra. Nossas histórias já se cruzaram em muitos momentos. Por isso, voltar com o Curumim ao palco do Guaíra traz memórias e sentimentos alegres, o que torna muito especial estar nessa celebração da Orquestra Sinfônica do Paraná”, destaca.

Joyce conta que a preparação das crianças para “Mandu-Çarará”, de Villa-Lobos, vem sendo marcada por descobertas musicais e culturais. “Essa experiência aproxima nossos meninos e meninas das raízes da nossa cultura. O contato com as lendas amazônicas e com o canto na língua Nheengatu vai revelando, aos poucos, os significados das palavras e tudo o que a obra quer contar”, afirma.

Segundo ela, o processo de construção musical tem despertado forte envolvimento emocional nos jovens coralistas. “É bonito ver como, pedacinho por pedacinho, vai se construindo o trabalho, como a sonoridade de cada trecho vai envolvendo o grupo inteiro. De repente, crianças e adolescentes vão dominando cada passagem e descobrindo a beleza da composição, o que gera prazer e entrega física e emocional à interpretação da obra”, diz.

A regente também destaca a importância simbólica do repertório escolhido para o concerto de aniversário da OSP. “Aplaudo em pé a escolha de um repertório que privilegia compositores da música erudita brasileira do mais alto quilate. Nessa festa de aniversário, o Teatro Guaíra presenteia a cidade reunindo Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno e Francisco Mignone para destacar o valor da nossa cultura, presente nas lendas, nos motivos étnicos e na riqueza da diversidade rítmica brasileira”.

PROGRAMA – A abertura do concerto será com o prelúdio da ópera “O Garatuja”, de Alberto Nepomuceno, compositor considerado um dos pioneiros do nacionalismo musical brasileiro. Sua obra combina rigor técnico com elementos da cultura brasileira, e abriu caminho para gerações posteriores de compositores nacionais.

Em seguida, a OSP interpreta “Mandu-Çarará”, cantata profana de Heitor Villa-Lobos, o mais reconhecido compositor brasileiro no cenário internacional. Baseada em temas do folclore amazônico, a obra que será apresentada é marcada pela força rítmica e pela sonoridade vibrante.

Na terceira parte, após o intervalo, o público acompanha “Maracatu de Chico Rei”, de Francisco Mignone, um bailado inspirado na figura histórica e lendária de Chico Rei, símbolo de resistência e da cultura afro-brasileira. A obra combina dramaticidade, riqueza percussiva e danças inspiradas no maracatu, em uma narrativa musical intensa e visualmente sugestiva.

Mousquer destaca a relevância cultural das composições apresentadas. “Villa-Lobos se inspira em uma lenda amazônica e consegue transformar essa narrativa em música de forma impressionante, desenhando cada momento da história dentro da orquestra e do coro. Já ‘Maracatu de Chico Rei’ traz uma história belíssima ligada à resistência negra no Brasil, com uma rítmica extremamente brasileira e elementos afro que tornam a obra muito potente”, diz.

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HISTÓRICO – Criada em 1985, a Orquestra Sinfônica do Paraná chegou a quatro décadas de existência em 2025. Ela surgiu por iniciativa de uma equipe composta por profissionais como Eleni Bettes, Ivo Lessa e Tatiana Aben-Athar, com apoio do então governador José Richa e do secretário da Cultura, Fernando Ghignone.

Seu primeiro maestro titular foi Alceo Bocchino, ex-aluno de Heitor Villa-Lobos e um dos grandes nomes da música erudita no Brasil. Morto em 2013, Bocchino é maestro emérito da OSP. Na época da fundação, 61 músicos foram selecionados por meio de um concurso nacional, incluindo Osvaldo Colarusso como maestro adjunto.

Desde então, a OSP tem contado com a direção de outros renomados maestros. Após Bocchino e Colarusso (1985-1998), regeram Roberto Duarte (1998-1999), Jamil Maluf (2000-2002), Alessandro Sangiorgi (2002-2010), Osvaldo Ferreira (2011-2014), Stefan Geiger (2016-2020), e atualmente tem como maestro titular e diretor musical Roberto Tibiriçá, que está à frente da orquestra desde 2022.

Ao longo de quatro décadas, a OSP construiu um vasto repertório com mais de 900 obras catalogadas de aproximadamente 250 compositores, incluindo importantes nomes da música brasileira, como Heitor Villa-Lobos e Camargo Guarnieri, e paranaenses, como Henrique Morozowicz e Augusto Stresser. A Orquestra também teve a honra de trabalhar com mais de 50 maestros convidados e cerca de 200 solistas nacionais e internacionais.

A atuação da Orquestra Sinfônica do Paraná transcende os palcos paranaenses, com mais de mil apresentações dentro e fora do Paraná. A Orquestra participou de montagens de importantes óperas e balés, incluindo “O Quebra-Nozes” e “O Lago dos Cisnes”, de Tchaikovsky, “Romeu e Julieta”, de Prokofiev, além das óperas “Carmen”, de Bizet, “A Viúva Alegre”, de Lehar, e “La Bohème”, de Puccini.

Serviço:

Concerto do 41º aniversário da Orquestra Sinfônica do Paraná

Apresentações: 28 e 31/05. Quinta, às 20h30 (lugares marcados), e domingo, às 10h30 (lugares livres)

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada), à venda em DiskIngressos e na bilheteria do Teatro Guaíra

Bilheteria: Rua Conselheiro Laurindo, 175, Centro. De segunda-feira a sexta, das 10h às 14h e das 15h às 19h. Em dias de evento, a bilheteria abre com 2 horas de antecedência ao horário da apresentação.

Local: Teatro Guaíra – Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) – Rua Conselheiro Laurindo, 175, Centro – Curitiba

Participação do Coro Sinfônico Ottava Bassa, com regência de Alexandre Mousquer, e dos coros infantis Papo Coral, com regência de Cristiane Alexandre, e Coral Curumim, com regência de Joyce Miriam Todeschini

Programa:

Alberto Nepomuceno: “O Garatuja”

Heitor Villa-Lobos: “Mandú–Çárárá”

Francisco Mignone: “Maracatu de Chico Rei”

Fonte: Governo PR

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Excelência ambiental: Aterro da Sanepar mantém selo internacional ISO 14.001

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Operado pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), o Aterro Sanitário de Resíduos Sólidos de Cianorte alcançou um marco de excelência ao renovar a certificação NBR ISO 14.001:2015, com registro de zero não conformidades em auditoria externa. A ISO 14.001 se refere a uma norma internacional que estabelece diretrizes para sistemas de gestão ambiental.

O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley, destaca o compromisso ambiental como fundamento da sua atuação em todas as áreas da Companhia. “As atividades da Sanepar são pautadas no compromisso com a conservação ambiental. A gestão dos processos é feita com respeito e cumprimento de todas normas que têm o objetivo de promover a sustentabilidade”, diz. 

O Aterro de Cianorte foi o pioneiro do Paraná e o primeiro do Brasil, sob a gestão de uma empresa estatal de saneamento, a obter essa certificação internacional. “Isto significa um resultado perfeito em relação às exigências da certificação. Também demonstra a maturidade e a alta competência da gestão ambiental no local, que mantém a certificação ISO 14.001, alcançada pela primeira vez em 2013 e mantida desde então”, explicou o gerente de Gestão Ambiental da Sanepar, Ronald Gervasoni.

ESTRATÉGIA E GESTÃO DE RISCOS – Para Gervasoni, o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da Sanepar aplicado no aterro é a chave para a excelência na operação. “O SGA é o framework da Companhia, sendo essencial para a sua sustentabilidade. Sua implementação vai além dos escopos certificados, sendo um alinhamento estratégico que blinda o negócio contra riscos operacionais e fortalece nossa governança ambiental em toda a Sanepar”, detalhou o gerente.

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A metodologia do SGA proporciona a identificação e o gerenciamento de riscos ambientais, além de promover a conscientização dos empregados sobre a preservação ambiental. O resultado reflete diretamente a competência técnica e o empenho da equipe em zelar pela excelência operacional e pelo desenvolvimento responsável das atividades.
O desempenho foi reconhecido pelo Auditor Líder da QMS Certification, Neimar Ricardo. “O resultado de zero não conformidades nesta auditoria é de extrema importância e serve como um poderoso indicador da maturidade do SGA. Isso demonstra também, de forma inequívoca, a eficácia dos controles implementados pela Sanepar, o alto nível de excelência da equipe e a robustez do SGA do Aterro de Cianorte”, comentou Ricardo.
 

ENGAJAMENTO – Para os empregados do aterro, a manutenção da certificação ISO 14001 é garantia de que todos os processos operacionais sejam padronizados e acompanhados por sistemas de controle ambiental, em conformidade com as normas legais, promovendo segurança à população e respeito ao meio ambiente.
“Ela não apenas valida nossos padrões rigorosos de engenharia e controle ambiental, mas também assegura a prevenção contínua de contaminações, refletindo nosso compromisso com a excelência operacional”, afirmou o gerente da Sanepar que integra a alta direção do Comitê do Sistema de Gestão Ambiental do Aterro, Marcos Moretto.
Lutero Eduardo Lucio, químico responsável pela implementação do SGA no Aterro, reforça que a excelente performance na auditoria externa é mérito, em especial, da equipe operacional que trabalha no local e que conta com empregados dedicados como Marcio Benitz, Paulo Cesar Martins, José Jadir Correia Barros, Marcio Santos e Pedro Fortunato. “A excelência na gestão é resultado direto do envolvimento e da dedicação da equipe. Este resultado de zero não conformidades, após 13 anos de certificação, é um testemunho da responsabilidade e da competência”, comentou Lutero.

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GESTÃO DO LIXO – O aterro de Cianorte é operado pela Sanepar desde 2002, por meio de concessão entre a Companhia e o município de Cianorte. O aterro trata ainda, com contratos específicos, os resíduos sólidos urbanos coletados nos municípios de Terra Boa, São Tomé, Indianópolis e Guaporema.

Além do Aterro de Cianorte, a Sanepar opera mais dois aterros no estado: em Apucarana, no Vale do Ivaí, e em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, ambos operados com a mesma metodologia de gestão ambiental. Em Cornélio Procópio, assim como em Cianorte, a Sanepar atua também na coleta dos resíduos.

CERTIFICAÇÃO – Neste ano, a auditoria externa foi realizada pela QMS Brasil, na última semana de maio, com a participação de auditores externos, dos empregados do aterro, das áreas de gestão ambiental da Sanepar e do coordenador Industrial, Ismael Vasquez.

A QMS Certification é um organismo de certificação em processos de qualidade que teve origem na Austrália, atualmente com a matriz nos Estados Unidos e forte atuação global com presença em mais de 30 países.

Fonte: Governo PR

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