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Operação integrada no Noroeste prende 17 pessoas e apreende drogas, armas e veículos

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A Secretaria da Segurança Pública do Paraná (Sesp) realizou nesta quinta-feira (16), no Noroeste, uma operação conjunta entre as polícias civil e militar. A ação envolveu um efetivo de mais de 200 agentes das forças de segurança e 50 viaturas. Dezessete pessoas foram presas e diversos ilícitos foram apreendidos: 16 kg de drogas, 15 armas e munições de diversos calibres e seis veículos.

O objetivo da operação foi cumprir mandados de prisão e aplicar outras ações, como busca e apreensão decorrentes de investigação criminal, além de patrulhamento ostensivo. As ações visavam cumprir 39 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão nos municípios de Cianorte, Maringá, Campo Mourão, Paranavaí e Umuarama. 

“As polícias Civil e Militar cumpriram os mandados, o que resultou também na apreensão de armas e celulares. Não medimos esforços para fazer a identificação das pessoas alvos dos mandados”, disse o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira. “As equipes fizeram um excelente trabalho integrado, com o apoio das ferramentas de inteligência e monitoramentos e com todas as autorizações do Poder Judiciário para que essa quadrilha fosse identificada e responsabilizada”, destacou o secretário.

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As investigações iniciaram em setembro deste ano, em virtude de diversos crimes praticados por integrantes de uma organização criminosa com histórico em diversas ações no Paraná. “A ação desta quinta-feira resultou em apreensões e prisões que são referentes a investigação, que iniciou após a morte de um policial militar, em Cianorte, durante confronto com quadrilha ligada a crimes contra o patrimônio, tráfico de drogas, entre outros”, explicou o delegado-chefe da Subdivisão da PCPR em Cianorte, Jonas Eduardo Peixoto do Amaral. 

“Essa ação integrada com a Polícia Militar é um modelo que vem dando muito certo no âmbito regional. Vamos dar continuidade em várias outras ações”, explicou.

Fonte: Governo PR

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Ministério Público denuncia por cárcere privado e violência psicológica homem que manteve mulher confinada na própria casa em Colombo

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O Ministério Público do Paraná denunciou pelo crime de cárcere privado e violência psicológica um homem investigado por manter a mulher com quem convivia confinada, por cerca de um ano, em sua própria residência, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba. A vítima, que tem um filho ainda criança, foi resgatada na última sexta-feira, 7 de agosto, após conseguir enviar um e-mail pedindo ajuda a um serviço da Secretaria da Mulher do Município. A denúncia foi oferecida nesta terça-feira, 11 de agosto, pela 3ª Promotoria de Justiça de Colombo.

De acordo com o apurado, o denunciado controlava e restringia a liberdade da mulher, mantendo as grades e janelas da residência fechadas e a porta trancada por fora nas ocasiões em que estava ausente, somente permitindo que ela deixasse o imóvel mediante sua autorização. Ele ainda instalou um sistema de monitoramento por câmeras na residência para vigiá-la, além de controlar o uso de telefone celular, o acesso telefônico e às redes sociais, condições que a impediam de manter contato com amigos ou familiares e dificultavam qualquer tentativa de pedido de ajuda.

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Agressões – Durante o período em que manteve a então convivente em cárcere privado, o homem também fez uso de violência física, dentre outras condutas. Com a prática dos atos, o acusado causou grave dano emocional à vítima, prejudicando sua saúde psicológica.

Preso em flagrante na última sexta-feira (7), ele teve a prisão convertida em preventiva, a pedido do Ministério Público do Paraná, que também requereu a aplicação de medidas protetivas de urgência em favor da mulher e da criança. Além da condenação às penas previstas na legislação, o Ministério Público requer, com o oferecimento da denúncia, a fixação da obrigação de pagamento de valor mínimo a título de reparação pelos danos morais causados à vítima.

Processo 0008078-67.2026.8.16.0028 (sob sigilo)

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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