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Paraná

Olho Vivo chega a quase 500 câmeras inteligentes instaladas e avança para o Interior

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Com o avanço da implantação de câmeras inteligentes do programa Olho Vivo para o Interior do Paraná, o número de equipamentos instalados chegou a 490 na primeira quinzena de janeiro. O Governo do Estado tem dado cada vez mais velocidade a esse processo, visando chegar ao fim do primeiro trimestre com 100% das 1,5 mil câmeras desta nova etapa em pleno funcionamento.

Com foco inicial em Curitiba, Região Metropolitana (RMC) e Litoral, que já somam 346 câmeras instaladas, os equipamentos já estão em processo de implantação em Ponta Grossa, nos Campos Gerais; Guarapuava, no Centro-Sul; Maringá, no Noroeste; e Londrina, no Norte do Estado. Ao todo, 16 municípios estão recebendo as câmeras. De 1,5 mil equipamentos, 490 estão instalados, 386 energizados, 346 conectados à internet e 413 inseridos na plataforma.

“O avanço do Olho Vivo em todo o Paraná aumenta a efetividade da segurança pública, porque amplia a prevenção, acelera a resposta às ocorrências e fortalece as investigações com informação qualificada para o trabalho das polícias”, destacou o secretário estadual da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

Em Almirante Tamandaré, na RMC, 54 casos foram resolvidos com auxílio do sistema de câmeras inteligentes, sendo cinco deles na última semana. A cidade recebeu o projeto piloto do Olho Vivo, em agosto de 2025. No Litoral, equipes de inteligência localizaram um foragido da Justiça envolvido com tráfico de drogas em Guaratuba, a partir do mapeamento da rota do veículo. Além da prisão, foram apreendidos dinheiro, arma de fogo, drogas e anotações relacionadas ao tráfico.

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Na Grande Curitiba, Fazenda Rio Grande teve um caso resolvido na última semana. Uma pessoa foi vítima de um roubo violento de veículo enquanto saía de casa para trabalhar, no bairro Eucaliptos. Equipes de segurança criaram um alerta e começaram a monitorar o padrão de movimentação do veículo, que foi localizado e recuperado pela Guarda Municipal.

TECNOLOGIA DE PONTA – O Olho Vivo é o mais avançado programa de monitoramento voltado à segurança pública no Brasil e um dos maiores do mundo. Ele é inspirado em iniciativas semelhantes realizadas em países como Reino Unido, Singapura e Estados Unidos.

No Reino Unido, por exemplo, são cerca de 18 mil câmeras. O Paraná contará, quando estiver em plena operação, com 26,5 mil equipamentos. Isso porque cinco mil já funcionavam na primeira fase do programa, 1,5 mil estão sendo instalados pelo Estado e outros 20 mil serão adquiridos pelos municípios, por meio de parceria com a gestão estadual. O investimento será de R$ 400 milhões.

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A principal novidade é a ampliação do uso de inteligência artificial para uma etapa de “investigação assistida”, em que as câmeras deixam de depender apenas da observação humana e passam a contar com ferramentas de análise automática. Os novos equipamentos têm entre os recursos o cruzamento de dados, imagens e inteligência artificial em tempo real para auxiliar as forças de segurança no reconhecimento de criminosos e suspeitos procurados e na identificação de veículos furtados ou roubados.

O Olho Vivo é coordenado de forma integrada pela Secretaria da Segurança Pública, Secretaria das Cidades e pela Superintendência-Geral de Governança de Serviços e Dados, com arquitetura tecnológica desenvolvida para operar em larga escala e em conformidade com a Lei Geral de Proteção aos Dados Pessoais (LGPD).

O secretário de Estado das Cidades, Guto Silva, destacou que o monitoramento com inteligência artificial, somado às forças policiais, têm garantido avanços na segurança pública. “O Olho Vivo permite antecipar o crime, pois identifica padrões fora do comum e aciona as forças policiais para agir. É o maior programa de monitoramento do Brasil, com tecnologia de ponta que está sendo utilizada em Nova York, Singapura e Reino Unido”, afirmou. “É o primeiro mundo chegando para segurança pública e, obviamente, uma arma digital para auxiliar as nossas polícias.”

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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