Paraná
Obras em Pinhão: PR-170 terá detonação de rochas na tarde desta terça-feira
O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) informa que será realizado nesta terça-feira (09) uma detonação de rochas no km 467 da PR-170, localidade conhecida como Curva da Ferradura, em Pinhão, na região Centro-Sul.
A medida é necessária para avançar nas obras de recuperação emergencial do trecho, cujo pavimento foi parcialmente demolido por escorregamentos de terra causados pelas fortes chuvas do final do ano passado.
Após a detonação serão realizados os serviços de limpeza da pista e remoção de material espalhado, que devem ocupar o resto da tarde. A perspectiva do DER/PR é liberar a pista ainda hoje para o tráfego, no início da noite, mas dependendo da quantidade de material, os trabalhos podem ser finalizados somente amanhã de manhã.
Veículos de passeio podem utilizar como desvio uma via municipal não pavimentada, no acesso para a Escola Municipal Nova Divinéia, que passa por vários pontos turísticos locais até retornar à rodovia, próximo à Usina Hidrelétrica Governador Bento Munhoz da Rocha Netto.
Veículos pesados devem continuar utilizando como rota alternativa a BR-373, sentido Candói, ou a BR-153, sentido Rebouças, ou aguardar a liberação da PR-170 para acessar a usina.
Outras detonações de rochas serão necessárias para a execução da obra, sendo programadas para as próximas semanas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Estado apresenta anteprojeto com obras de R$ 1,3 bilhão para minimizar cheias do Rio Iguaçu
O Governo do Estado apresentou na noite desta quinta-feira (11) o anteprojeto de engenharia com as obras necessárias para minimizar os efeitos das cheias do Rio Iguaçu. O investimento estimado é de R$ 1,3 bilhão, contemplando 20 possíveis intervenções, incluindo o aumento da capacidade de escoamento por meio de escavações, retificações, dragagens, construções de canais, túneis e diques.
A audiência pública ocorreu no Cineteatro Luz, em União da Vitória, no Sul do Estado, e contou com a presença de cerca de 400 pessoas. Os estudos foram elaborados pela Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre), contratada pelo Instituto Água e Terra (IAT), autarquia vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest) – o investimento apenas nesta fase foi de R$ 5 milhões.
“Essa é a primeira vez na história que, de fato, apresentamos uma proposta concreta para conter as cheias causadas pelo Rio Iguaçu. Um projeto robusto, com dimensionamento, valoração e cronograma, o que nos permite buscar os recursos necessários para, paulatinamente, executar as intervenções”, destacou o secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável, Everton Souza.
“Importante ressaltar que todos os estudos existentes foram considerados para que chegássemos a essa modelagem. Modelagem que passou por simulações que comprovaram a eficiência das ações previstas no projeto”, acrescentou.
A proposta apresentada pela universidade combina uma série de soluções com a escavação do leito do rio; do leito da corredeira de Porto Vitória; alargamentos de curvas; e a construção de canais, túneis (no Morro da Dona Mercedes e em Porto Vitória) e de dique de proteção na área urbana.
De acordo com a Unilivre, a junção dessas intervenções poderia diminuir em até 2,70 metros o nível das cheias no Vale do Iguaçu. O prazo estimado é de 48 meses. A contratação se daria pelo modelo contratação integrada (RDCi), em que a empresa vencedora é responsável por elaborar os projetos (básico e executivo) e por executar a obra física, agilizando o processo. A expectativa é que a licitação possa ocorrer nos próximos meses.
“Esse é um compromisso que assumimos com União da Vitória e toda a região do Vale do Iguaçu. Sabemos dos prejuízos e do sofrimento que as enchentes causam às famílias há décadas. Por isso, trabalhamos junto ao Governo do Estado para viabilizar os estudos necessários e agora seguiremos empenhados na busca dos recursos para transformar esse projeto em realidade. Não vamos medir esforços para encontrar uma solução para esse problema”, afirmou o líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Hussein Bakri.
Agora, com o anteprojeto finalizado, o Governo do Estado buscará, com base nos apontamentos, os recursos necessários para realização das intervenções, podendo ter como fonte o Tesouro do Estado, em parceria com a Assembleia Legislativa, indenizações ambientais a serem recebidas, ou com a busca de recursos do governo federal, uma vez que se trata de uma divisa entre estados, envolvendo o Paraná e Santa Catarina.
“Um momento histórico para o Paraná. Conseguimos, com muito esforço, apresentar uma proposta concreta que vai beneficiar milhares de paranaenses que sofrem com as enchentes. Temos um estudo pronto, que vai nortear os caminhos para um novo Rio Iguaçu”, disse o diretor de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos do IAT. José Luiz Scroccaro, que foi homenageado durante a audiência pelos serviços prestados ao meio ambiente em mais de 50 anos de carreira pública.
HISTÓRICO – Desde meados dos anos 1970 fala-se de iniciativas para acabar ou minimizar os efeitos das cheias do Iguaçu em União da Vitória. São quase 20 estudos que já foram apresentados, mas nenhum foi efetivamente colocado em prática.
Nos últimos 50 anos, foram pelo menos quatro grandes enchentes na cidade, a maior delas ocorrida em 1983, quando o Iguaçu alcançou 10,42 metros de altura, enquanto o nível normal do rio é de 2,5 metros. Eventos semelhantes ocorreram em 1992 e 2014.
Em outubro de 2023 ocorreu a segunda pior cheia, quando o nível do rio chegou a 8,38 metros. Cerca de 40% da área do município foi alagada, danificando cerca de 20 mil residências. Porto União, em Santa Catarina, também teve problemas com a cheia, com moradores desabrigados.
Fonte: Governo PR
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