Paraná
Nova unidade de coleta de sangue em Londrina amplia em 60% a capacidade de doações
O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa-PR), inaugurou nesta quinta-feira (29) a nova Unidade de Coleta Central (UCC), vinculada ao Hemocentro Regional de Londrina, ampliando a capacidade de coleta e fortalecendo a rede pública de hemoterapia no Norte do Paraná. Com investimento total de R$ 1,64 milhão, a UCC conta com quatro cadeiras de coleta e capacidade estimada para produzir cerca de 120 bolsas de sangue por dia, o que representa uma projeção mensal superior a mil bolsas, garantindo um aumento de 60% na capacidade atual de coleta do Hemocentro do Hospital Universitário da UEL.
A nova estrutura está localizada na Rua Hugo Cabral, nº 677 e integra o Complexo do Hospital, fazendo parte da Rede Hemepar. Com arquitetura adequada às normas sanitárias, a unidade representa uma ampliação do acesso à doação de sangue e no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).
Para o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, a inauguração reforça o compromisso do Paraná com a vida e com a qualidade da assistência em saúde. “Essa nova unidade amplia o acesso à doação de sangue, melhora a logística e fortalece toda a rede de atendimento hospitalar da Macrorregião Norte. É um investimento que salva vidas e demonstra a prioridade que o Governo do Estado dá à saúde pública”, afirmou.
A diretora do Hemepar, Vivian Raksa, destacou que a nova unidade permitirá atender um número ainda maior de hospitais e pacientes. “Estamos ampliando nossa capacidade de coleta e garantindo mais segurança no abastecimento de sangue. Esse avanço fortalece a Política Nacional de Sangue e Hemoderivados no Paraná e melhora a resposta do sistema às demandas da população”, ressaltou.
Atualmente, o Hemocentro Regional de Londrina abastece mais de 25 hospitais. Com a nova UCC, o potencial de atendimento será ampliado, beneficiando diretamente pacientes de toda a região Norte do Estado.
O prefeito de Londrina, Tiago Amaral, enfatizou a importância da parceria entre o município e o Governo do Estado. “Londrina ganha uma estrutura moderna e essencial para a saúde pública. Essa união de esforços garante mais dignidade no atendimento, fortalece o SUS e beneficia não apenas a cidade, mas toda a região”, disse.
A Unidade de Coleta Central funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados, das 8h às 17h, ampliando as oportunidades para doadores e reforçando o cuidado com a saúde da população paranaense.
PRESENÇAS – Também participaram da inauguração a reitora da UEL, Marta Regina Gimenez, o coordenador do Hemocentro do Hospital Universitário (HU) de Londrina, Fausto Trigo, e os deputados estaduais Cloara Pinheiro e Tercilio Turini.
Fonte: Governo PR
Paraná
MPPR ajuíza ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela prática de “rachadinha”
No Litoral do estado, o Ministério Público do Paraná ajuizou ação civil pública por ato de improbidade administrativa contra uma vereadora de Matinhos e seu esposo, investigados pela possível prática de “rachadinha”. Eles teriam exigido de assessores ocupantes de cargos em comissão lotados no gabinete da parlamentar valores referentes a diárias pagas pela Câmara Municipal a pretexto de participação em cursos e atividades na capital.
Os fatos apurados teriam ocorrido entre 2025 e 2026. Pelos mesmos delitos, a vereadora e seu esposo já foram denunciados pelo crime de concussão (quando um agente público exige vantagem indevida em razão do cargo que exerce), e a ação penal já foi recebida pelo Judiciário. (Processo 0002180-03.2026.8.16.0116).
Coação – As investigações tiveram início a partir de representação feita por uma assessora da vereadora, que seria uma das vítimas da prática criminosa. De acordo com o apurado, os assessores eram coagidos a solicitar à Câmara Municipal o pagamento de diárias para a realização de cursos em Curitiba, devendo entregar à parlamentar, em dinheiro ou por Pix, o saldo remanescente (os valores restantes das diárias que não foram utilizadas para o custeio de despesas pessoais e que deveriam ser devolvidos aos cofres da Câmara).
A maior parte das cobranças era feita em reuniões na residência da vereadora e de seu marido, para as quais os assessores eram convocados e orientados a deixarem seus celulares do lado de fora do ambiente.
Além da condenação dos dois por ato de improbidade administrativa, a Promotoria de Justiça requer o imediato afastamento do cargo da vereadora e a decretação da indisponibilidade de bens de ambos no montante de R$ 45.299,64, valor equivalente ao enriquecimento ilícito supostamente obtido pelos investigados.
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(41) 3250-4264
Fonte: Ministério Público PR
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