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Nova unidade de coleta de sangue de Londrina recebe doadoras ao abrir as portas

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A Unidade de Coleta Central (UCC) do Hemocentro Regional de Londrina iniciou as atividades nesta segunda-feira (02), às 8h, e logo nos primeiros minutos de funcionamento já recebeu seus primeiros doadores.

A primeira doação do dia foi feita por Kenia Flois, de 44 anos, estudante de Geografia da Universidade Estadual de Londrina. Moradora de Sertanópolis, ela veio até a cidade especialmente para fazer a doação. Já doadora do Hemocentro, ela destacou que a localização da nova unidade facilitará o seu deslocamento e deve contribuir para que mais pessoas consigam manter o hábito de doar sangue.

“Eu doo há bastante tempo. Vi que os estoques do meu tipo sanguíneo, sou O-, estavam baixos e que a unidade iria abrir, aí vim doar. Aqui ficou chamativo, as pessoas vêm para o centro, sabem que tem um hemocentro perto e podem se interessar em fazer a doação também”, disse Kênia.

a sequência, Cristina Ávila, servidora da UEL, aproveitou a abertura da nova unidade para fazer sua doação. Assim como Kenia, ela também já é doadora, e ressaltou que a localização central torna o acesso mais prático para ela e pode incentivar a participação de novos doadores. “Eu já doava no Hemocentro da zona leste, mas lá ficava um pouco longe pra mim, aqui vou conseguir vir com mais facilidade”, destacou.

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“A Unidade de Coleta no Centro de Londrina, que é uma extensão do Hemocentro do Hospital Universitário, é mais um serviço que Londrina ganha, ofertado para que os doadores tenham uma opção mais fácil de doação de sangue próximo de casa”, destacou o coordenador do Hemocentro Regional de Londrina, Fausto Trigo.

“Esperamos aumentar o número de doações, que hoje está na casa de 1.600 bolsas ao mês no Hemocentro do HU, para algo em torno de 2.500 doações ao mês, com isso contribuindo para a provisão de sangue de todos os hospitais da 17ª Regional de Saúde e provisão de sangue a hospitais de outras regionais de saúde do Paraná”, acrescentou.

ESTRUTURA – Inaugurada pelo Governo do Estado na última quinta-feira (29), a nova Unidade de Coleta Central (UCC), vinculada ao Hemocentro Regional de Londrina, amplia a capacidade de coleta e fortalece a rede pública de hemoterapia no Norte do Paraná. Com investimento total de R$ 1,64 milhão, a UCC conta com quatro cadeiras de coleta e capacidade estimada para produzir cerca de 120 bolsas de sangue por dia, o que representa uma projeção mensal superior a mil bolsas, garantindo um aumento de 60% na capacidade atual de coleta do Hemocentro do Hospital Universitário da UEL.

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A estrutura conta com uma equipe multiprofissional formada por médico, enfermeiros, técnicos de laboratório e de enfermagem, assistente social, bioquímico e auxiliar administrativo, além de equipes de apoio nas áreas de segurança, transporte e limpeza.

A nova estrutura está localizada na Rua Hugo Cabral, nº 677 e integra o Complexo do Hospital, fazendo parte da Rede Hemepar. Com arquitetura adequada às normas sanitárias, a unidade representa uma ampliação do acesso à doação de sangue e no atendimento aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado

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O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.

O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.

“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.

Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.

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A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.

Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.

ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.

A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.

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TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.

Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.

Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15

Fonte: Governo PR

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