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Nos pênaltis, Grêmio vence Bahia e garante vaga nas semifinais da Copa do Brasil
Eram 20h05 quando, depois de uma série de vistorias no gramado da Arena devido às fortes chuvas que atingiram Porto Alegre durante a quarta-feira, as equipes de Grêmio e Bahia entraram em campo para a decisão das quartas de final da Copa do Brasil. Mesmo com pouco mais de uma hora de atraso, o Tricolor não se abalou e seguiu focado no objetivo. Resultado: uma noite de muitas emoções, missão cumprida e vaga garantida nas semifinais da competição, depois do time de Renato Portaluppi vencer os baianos nos pênaltis, por 4 a 3.
Nos 90 minutos, o jogo terminou empatado em 1 a 1, com gol assinalado por Villasanti no segundo tempo, enquanto Everaldo marcou para os visitantes na etapa inicial.
A decisão
Os primeiros movimentos do jogo foram de ambientação de ambos os times, mas foi o Grêmio quem levou perigo inicialmente: aos 10 minutos de bola rolando, Reinaldo fez um cruzamento para Suárez, que tentou a finalização de voleio, mas a bola passou pelo uruguaio. Logo em seguida, após cobrança de escanteio, Bruno Alves subiu entre dois zagueiros e mandou de cabeça na pequena área, mandando à esquerda de Marcos Felipe.
O Tricolor seguiu pressionando os adversários e só não marcou aos 13’, por grande defesa do arqueiro baiano – a bola foi colocada na pequena área e Carballo desviou, mas o goleiro fez uma grande defesa.
Do outro lado, os visitantes tiveram uma oportunidade logo na sequência, quando Kayky tentou com uma finalização, mas mandou por sobre o gol. Outra chance saiu dos pés de Everaldo na meia-lua da grande área: o atacante chutou com perigo, mas Bruno Uvini cortou o lance.
Passados 27’, Suárez foi acionado invadindo a área, mas a zaga conseguiu o corte preciso, impedindo o centroavante de dar sequência ao lance. Depois de uma cobrança de escanteio, Uvini desviou buscando o canto direito da meta adversária – por detalhe a bola não morreu no fundo do gol.
Quando o relógio marcava 35 minutos, Bitello avançou e na risca da grande área, chutou – a bola bateu no braço de Acevedo e a penalidade foi marcada. Franco Cristaldo foi para a cobrança, chutando forte, a meia altura, no lado direito da meta. Marcos Felipe voou para fazer a defesa e impedir o gol gremista.
Na reta final do primeiro tempo, já nos acréscimos, Everaldo recebeu um passe, mesmo de longe arriscou e acertou o gol, abrindo a contagem na Arena, aos 50 minutos.
O Grêmio voltou com a mesma formação para a etapa complementar. Com 3’ jogados, o Tricolor trabalhou a bola de pé em pé, até que ela chegou a Reinaldo na área – o lateral acionou Suárez, que finalizou, mas o goleiro segurou. Em seguida, o uruguaio criou uma chance, acionando Cristaldo, mas Marcos Felipe se antecipou e interceptou o lance.
Aos 7 minutos, Bitello recebeu passe e chutou rasteiro, buscando o canto da meta, mas mais uma vez Marcos Felipe fez a defesa.
Já o Bahia respondeu aos ataques gremistas e tentou ampliar com Kayky, que fez uma boa jogada, tabelou e chutou rasteiro, mas Gabriel Grando defendeu.
Aos 11’, Ferreira entrou em campo, ocupando o lugar de Kannemann, mudança que desfez a formação inicial de três zagueiros.
Os gremistas seguiram correndo atrás do marcador e criaram por algumas vezes seguidas: primeiro, Cristaldo recebeu na entrada da área acionou Ferreira, que finalizou cruzado – Gabriel Xavier cortou. Em seguida, Suárez viu Marcos Felipe adiantado e tentou mandar por cobertura, desviando de cabeça, mas o goleiro baiano conseguiu voltar e fazer boa defesa, com 15’.
O Bahia tentou também em lance de contra-ataque, com Everaldo, que foi até o meio campo, acionou Ademir, que chutou, mas Grando defendeu.
Na marca dos 26 minutos, Ferreira fez grande jogada na esquerda e cruzou para Villasanti, que deslocou o goleiro e mandou para o fundo das redes, igualando o placar na Arena. Logo em seguida, Vina teve a chance de ampliar, mas mandou por sobre o gol.
Passados 40’, o Bahia colocou duas bolas na trave. Já os gremistas responderam de imediato, com um lançamento preciso na cabeça de Ferreira, que desviou, mas o goleiro defendeu.
Três minutos depois foi o Grêmio quem colocou a bola na trave. Suárez chutou colocado, Marcos deu um tapa e a bola explodiu no poste.
Além de Vina que já havia entrado em campo, André Henrique, Nathan e Gustavo Martins ocuparam os lugares de Suárez, Carballo e João Pedro.
Tudo igual no tempo regulamentar e a decisão aconteceu nos pênaltis:
A classificação
Reinaldo foi o primeiro a bater, encheu o pé e converteu a penalidade, mandando no canto direto da meta. Do outro lado, Cauly deixou tudo igual.
O segundo a cobrar foi Ferreira, que escolheu o canto esquerdo e colocou no fundo das redes. Os adversários também converteram com Everado.
A terceira cobrança foi de Bruno Alves, que mandou alto, acertando o travessão. Era a hora de Gabriel Grando brilhar. E foi isso que o arqueiro fez, defendendo a cobrança de Cicinho.
Villasanti foi o quarto gremista a cobrar o pênalti. Bateu bem e marcou, enquanto Acevedo chutou para fora.
O quinto jogador do Tricolor a cobrar foi Bitello, mas o meia acabou mandando à esquerda da meta. Já Yago Felipe converteu.
O empate encaminhou as penalidades para cobranças alternadas:
André Henrique converteu e Gabriel Grando defendeu a cobrança de Gabriel Xavier.
Fonte: Esportes
Esportes
Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial
Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.
A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.
Sobrevivência e Estratégia
A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.
O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.
Drama Local e Pódio Inédito
A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.
Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.
Feitos Históricos no Pelotão Intermediário
A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.
Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto
Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.
- Kimi Antonelli (Mercedes)
- Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
- Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
- Oscar Piastri (McLaren) +24s261
- Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
- Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
- Pierre Gasly (Alpine) +30s369
- Alexander Albon (Williams) +33s413
- Esteban Ocon (Haas) +37s140
- Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
- Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
- Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
- George Russell (Mercedes) +43s353
- Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
- Franco Colapinto (Alpine) +48s964
Fonte: Esportes
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