Paraná
Mutirão de saúde realiza 22 cirurgias em crianças de Londrina e região
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), por meio da Fundação Estatal de Atenção em Saúde do Paraná (Funeas), realizou neste sábado (30), 22 procedimentos cirúrgicos no 1º Mutirão de Cirurgia Infantil no Hospital Zona Sul de Londrina (HZSL).
A ação beneficiou crianças de 4 a 11 anos, que estão cadastradas no Sistema Estadual de Regulação (Care) nos municípios de Londrina, Cambé, Centenário do Sul, Jataizinho, Rolândia e Tamarana.
“O Governo do Estado está empenhado em fornecer assistência integral de qualidade aos usuários do SUS. Esta ação reforça a proposta de regionalização da saúde e contribui para reduzir a fila de espera para esses procedimentos”, destacou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
Para tornar o momento mais agradável e humanizado, o mutirão conta com a colaboração do grupo Viver em Riso e da Liga Acadêmica de Medicina Amigos do Riso (LAMAR) da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) de Londrina.
“Essa ação envolve uma união de esforços em prol de um bem em comum: a saúde das crianças. O Hospital Zona Sul tem se tornado referência em atendimento na região, e esse cenário se consolida ainda mais com esse ato tão benéfico para a sociedade”, avaliou o diretor-presidente da Funeas, Marcello Machado.
Para deixar esse momento mais lúdico, as crianças foram transportadas em carrinhos de brinquedo até o centro cirúrgico, recebem máscaras e pulseiras de super-heróis, e a enfermaria cirúrgica é decorada com temas infantis, além da distribuição de doces na alta hospitalar.
“Nenhuma criança, ou pai e mãe, gostam desse ambiente hospitalar. Por isso nossa missão é acolher e fornecer a melhor experiência possível para essas crianças e também para os pais e responsáveis que estão acompanhando”, disse o diretor-geral do HZSL, Geraldo Júnior Guilherme.
As cirurgias incluíram a extração da adenoide e amígdalas, bem como a cirurgia de fimose, abrangendo as especialidades de otorrinolaringologia e urologia. A segunda fase do mutirão está programada para 11 de outubro, quando serão oferecidas consultas ambulatoriais para mais de 100 crianças de 2 a 12 anos.
A diretora da 17ª Regional de Saúde de Londrina, Maria Lucia Lopes, enalteceu o processo desempenhado pela unidade. “Foi um dia marcado por emoção mas sobretudo pela atenção do Estado a essa demanda. São ações que agilizam um processo que ficou reprimido durante a pandemia e permitem um retorno a normalidade”, considerou.
O HZSL atende a média complexidade e é parte integrante de quatro linhas de cuidados prioritários da Sesa: saúde mental, saúde do idoso com cuidados paliativos, pós-Covid-19 e cirurgias eletivas. O hospital oferece atendimento em diversas especialidades, incluindo clínica geral, cardiologia, pneumologia, vascular, psiquiatria, infectologia, nefrologia e pediatria.
A estrutura do hospital é composta por 115 leitos, sendo 75 enfermarias (incluindo 10 exclusivos para atendimento psiquiátrico), 26 leitos cirúrgicos e 14 leitos pediátricos. Além disso, a unidade é referência para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma (Siate).
O HZSL realiza aproximadamente 600 procedimentos cirúrgicos por mês, com cerca de 120 procedimentos cirúrgicos pediátricos, dos quais 70 são relacionados à otorrinolaringologia.
Fonte: Governo PR
Paraná
Reta final: pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais chega a 84,19%
A pavimentação da ligação metropolitana em concreto que conecta os municípios de Mandirituba e São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entrou em sua reta final de execução. Uma nova medição oficial aponta que o projeto atingiu 84,19% de conclusão, consolidando o avanço definitivo de uma das principais intervenções de infraestrutura viária do Estado.
Com investimento de R$ 111,8 milhões do Governo do Estado, coordenado pela Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), a obra de 26 quilômetros de extensão começa a desenhar seu cenário definitivo. A escolha pelo pavimento rígido de concreto — que assegura maior durabilidade, alto desempenho estrutural e baixa necessidade de manutenção — já transforma a realidade local à medida que os trabalhos se aproximam da entrega, prevista para agosto de 2026.
Com a obra concentrada nesta etapa final, os serviços que antes se dividiam entre terraplenagem, drenagem e base já dão lugar, na maior parte do traçado, ao acabamento: lançamento de concreto, sinalização horizontal e vertical, e os dispositivos de segurança que vão acompanhar a rodovia. A proximidade entre os percentuais de execução dos diferentes trechos mostra um cronograma que avança de forma equilibrada ao longo de toda a extensão.
A ciclovia, prevista desde o início do projeto como parte das melhorias de funcionalidade da via, ganha corpo justamente nos segmentos que ficam entre o trecho central, já quase pronto, e as duas extremidades da obra, reforçando o caráter da via como uma rodovia pensada também para a mobilidade de quem usa bicicleta no dia a dia entre os municípios da região.
Para o diretor-presidente da Amep, Gilson Santos, o estágio atual da obra demonstra a evolução consistente do empreendimento e permite vislumbrar a entrega de uma importante demanda regional. “Estamos entrando na reta final de uma obra estratégica para a mobilidade metropolitana. Com mais de 84% dos serviços executados, já é possível perceber a transformação que essa nova ligação proporcionará, melhorando a circulação de pessoas, impulsionando o desenvolvimento regional e fortalecendo a integração entre os municípios”, destaca.
Mais do que aproximar duas importantes cidades, a nova rodovia funcionará como um estratégico corredor logístico para o Sul da RMC, conectando diretamente duas das principais rodovias federais do país: a BR-116 e a BR-376.
Quando inaugurada, a estrutura vai otimizar o escoamento de produção e a mobilidade urbana, beneficiando diretamente não apenas Mandirituba e São José dos Pinhais, mas todo um ecossistema regional que inclui os municípios de Quitandinha, Agudos do Sul, Piên, Campo do Tenente e Rio Negro. Com o cronograma mantido e ritmo intenso, a ligação metropolitana se prepara para abrir novos caminhos para o desenvolvimento paranaense em agosto.
Fonte: Governo PR
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