Paraná
Municípios da Região Central aderem a projeto do Ministério Público do Paraná de prevenção de desastres ambientais
Municípios pertencentes à Associação dos Municípios do Centro do Paraná (Amocentro) aderiram ao projeto “Municípios pelo Clima”, uma iniciativa do Ministério Público do Paraná que visa o fortalecimento de ações regionais de adaptação às mudanças climáticas, de redução de riscos e de prevenção de desastres socioambientais.
O termo de compromisso entre o MPPR e as Prefeituras de Manoel Ribas, Cândido de Abreu, Mato Rico, Santa Maria do Oeste, Boa Ventura de São Roque, Pitanga, Nova Tebas, Turvo, Laranjal e Palmital foi firmado na manhã desta quinta-feira, 23 de outubro, na sede da Amocentro, em Pitanga, durante a programação do MP em Movimento na região de Guarapuava. A iniciativa transfere temporariamente a Administração Superior do MPPR para diferentes regiões, além da capital, com o objetivo de aproximar ainda mais a instituição das demandas da população.
Durante a reunião, o procurador-geral de Justiça, Francisco Zanicotti, destacou a importância de os Municípios contribuírem para a construção de um estado mais sustentável e preocupado com a agenda climática e com a qualidade de vida da população.
Além da pauta sobre a proteção do meio ambiente, o encontro tratou de iniciativas regionais na área da saúde. O procurador-geral demonstrou satisfação ao ser informado sobre o trabalho que tem sido realizado na região com a implantação de atendimento médico especializado nos hospitais, como psiquiatria infantil.
Francisco Zanicotti também aproveitou a ocasião para convidar os presentes a participarem do evento que será realizado em novembro, em Curitiba, voltado à adesão dos municípios paranaenses a um projeto de âmbito estadual que busca fortalecer políticas públicas antirracistas. A iniciativa tem como objetivo promover o enfrentamento à discriminação racial e ampliar a igualdade de oportunidades no Paraná, consolidando o compromisso das gestões municipais com ações efetivas de inclusão e respeito à diversidade.
Municípios pelo Clima
Na reunião com os gestores públicos, o projeto “Municípios pelo Clima” foi apresentado pelo coordenador de Assuntos Institucionais do MPPR, Ronaldo de Paula Mion, que falou da iniciativa que convida as gestões municipais a implementarem uma governança climática organizada para a prevenção de desastres ambientais.
A ação é realizada no âmbito do Grupo Especial de Atuação e Prevenção em Desastres Socioambientais e Mudanças Climáticas (Gepclima) e do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema) do MPPR.
Presenças
Participaram da reunião os prefeitos de Pitanga, Dirceu Moraes; de Manoel Ribas, José Carlos da Silva Corona; de Santa Maria do Oeste, Oscar Delgado; de Cândido de Abreu, Renan Menck Romanichen; de Boa Ventura de São Roque, Nestor Kenear; de Mato Rico, Inêz Gonçalves de Abreu; de Turvo, Antônio Marcos Seguro; de Laranjal, Maycon Lopes Simioni; de Palmital, Roberto Carlos Rossi; e de Nova Tebas, Pedro Lourenço; o vice-prefeito de Palmital, João Roberto Sartori; a secretária de Meio Ambiente e o secretário de Indústria, Comércio e Turismo de Santa Maria do Oeste, Jeinifer Amanda Nieduziak e José Alexandre Gonçalves; além de procuradores dos Municípios da região.
Representando o MPPR estavam presentes, além do procurador-geral, o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Jurídicos, Armando Antônio Sobreiro Neto, o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Cláudio Franco Felix; a diretora-secretária da Procuradoria-Geral de Justiça, Nayani Kelly Garcia; o coordenador de Assuntos Institucionais, Ronaldo de Paula Mion; e os promotores de Justiça, Marcelo Salomão Czelusniak, Amanda Ribeiro dos Santos e Nayane Ribeiro.
Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Porto de Paranaguá realiza primeira conexão do Moegão com terminal privado
O terminal da ALTP, consórcio formado pela Louis Dreyfus Company e pela Amaggi, responsável pelo PAR 25, é o primeiro a se conectar ao complexo Moegão, no Porto de Paranaguá. A operação foi realizada na manhã deste domingo (11) e exigiu o bloqueio da Avenida Portuária, além do envolvimento de dezenas de profissionais.
O Moegão é a maior obra pública do setor portuário em execução no Brasil e a maior do Paraná, com investimento de cerca de R$ 700 milhões. O projeto reúne características inéditas na engenharia ferroviária e portuária ao centralizar, em um único local, o recebimento de granéis vegetais transportados por trens para posterior embarque em navios.
“Estamos revolucionando o modo de receber as cargas que serão exportadas para o mundo todo”, afirma Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná. “O Moegão, aliado ao novo Píer em T e ao aumento do calado operacional, que permitirá a operação de navios ainda maiores, ampliará consideravelmente a competitividade do nosso porto”, destaca.
Para erguer a estrutura metálica de 55 metros de comprimento e cerca de 35 toneladas, foi necessário utilizar um superguindaste com capacidade para elevar até 600 toneladas a uma altura máxima de 48 metros. Dezenas de profissionais participaram da operação, que durou cerca de 2 horas.
A estrutura agora está conectada à galeria central do Moegão, que se estende por 1,7 quilômetro e abriga mais de 4 mil metros de correias transportadoras. As esteiras serão responsáveis por transportar os produtos descarregados dos vagões até os terminais.
Até outubro de 2027, os 11 terminais do Corredor de Exportação Leste do Porto de Paranaguá deverão integrar suas estruturas ao sistema.
ELEVAR O POTENCIAL – Quando entrar em funcionamento, o Moegão elevará o potencial de recebimento de grãos e farelos por ferrovia no Porto de Paranaguá, que poderá movimentar até 24 milhões de toneladas por ano. Atualmente, a capacidade de recebimento pelo modal ferroviário é de pouco mais de 5 milhões de toneladas. O ganho de eficiência operacional será de 63%.
A obra foi projetada para atender à ampliação da Ferroeste, que terá um de seus ramais partindo do Mato Grosso do Sul, e à reestruturação da Malha Sul.
- Paraná lidera abate de frangos e soja avança acima da média, aponta boletim do Deral
-
9h42m11s: Paraná é o segundo estado mais rápido para abrir uma empresa no Brasil
TRÊS LINHAS FÉRREAS – O complexo conta com três linhas férreas independentes e poderá receber até 180 vagões de uma só vez, com o esvaziamento simultâneo de três vagões em cada linha. A capacidade será de 900 vagões descarregados a cada 24 horas. Atualmente, são cerca de 550 por dia.
Atualmente, a recepção de grãos e farelos por ferrovia não é centralizada. Os vagões são direcionados aos terminais, o que exige manobras das composições. Essa operação, por vezes, interrompe o trânsito nas ruas da região portuária por mais de 40 minutos.
Com a centralização das operações e sem a necessidade de divisão das composições, o número de passagens de nível — pontos em que os trilhos cruzam as ruas — será reduzido de 16 para cinco. Com isso, a interrupção do trânsito ficará restrita ao tempo necessário para a passagem do trem, estimado, em média, entre 10 e 15
Fonte: Governo PR
-
Educação6 dias agoPodMEC debate neurociência e educação
-
Paraná5 dias agoProdutores rurais têm até 11 de outubro para adquirir fertilizante da Sanepar
-
Paraná4 dias agoCredenciamento da Fomento Paraná permite que municípios subsidiem juros de microcrédito
-
Esportes3 dias agoSavarino faz três, Fluminense goleia o Coritiba e assume o terceiro lugar do Brasileirão
-
Paraná5 dias agoNasce o primeiro bebê na nova maternidade do Hospital Regional de Ivaiporã
-
Paraná4 dias agoCopel investe mais de R$ 100 milhões para fortalecer a rede elétrica de Maringá
-
Paraná4 dias agoGaeco cumpre 19 mandados de busca e apreensão em oito municípios paranaenses na terceira fase da Operação Rota 466, que apura crimes envolvendo policiais
-
Agro4 dias agoNova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento
