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Mulher tenta entrar na cadeia de Goioerê com frango recheado de drogas

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Juliana Pedro de Oliveira, de 24 anos, foi flagrada tentando enviar um frango congelado recheado com maconha e cocaína para um preso da cadeia pública de Goioerê.

A mulher encaminhou o frango para a carceragem, mas na revista foi constatado que havia drogas em seu interior. Foram encontradas 21 porções de maconha, que pesaram 81 gramas e uma porção com 6 gramas de cocaína.

A equipe de agentes penitenciários encaminhou a mulher e a droga para o investigador de plantão da Polícia Civil (PC), para as medidas cabíveis.

(Goionews)

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PCPR prepara servidores para uso de armas não letais durante o Verão Maior Paraná

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou, nesta segunda-feira (8) e terça-feira (9), um curso de preparação para o uso de armas não letais de incapacitação neuromuscular – conhecidas como tasers – voltado aos servidores que irão atuar durante o Verão Maior Paraná. A capacitação teve como objetivo padronizar procedimentos, ampliar o conhecimento técnico e qualificar o emprego do equipamento em situações operacionais.

O treinamento foi dividido em etapas teóricas e práticas. No período da manhã, os participantes receberam instruções sobre o funcionamento do equipamento, seus aspectos técnicos, protocolos de segurança e critérios para utilização em diferentes tipos de ocorrências.

No período da tarde, as atividades foram organizadas em três fases. Na primeira, os servidores tiveram contato direto com a arma, conhecendo a sua anatomia, formas corretas de carregamento, retirada do cartucho, acionamento e desligamento. 

Em seguida, participaram de simulações por meio de kits de realidade virtual, compostos por óculos imersivos, tablets e controladores específicos. A tecnologia permite a reprodução de cenários próximos da realidade, como abordagens, negociações e situações de risco, exigindo tomada de decisão rápida.

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Na última fase, os alunos realizaram disparos no estande de tiro, vivenciando, na prática, a aplicação do equipamento e os efeitos do dispositivo no processo de imobilização.

O taser é um recurso indicado para situações de menor risco ou em cenários com múltiplas ameaças. O equipamento atua por meio da emissão de pulsos elétricos que causam a incapacitação muscular temporária, interrompendo a comunicação entre o sistema nervoso e o sistema motor. A corrente elétrica gerada é de 1,2 miliampere (mA), considerada de baixo risco à vida.

O modelo utilizado pela PCPR possui lanterna embutida, laser verde de alta visibilidade, inclusive em ambientes iluminados, além de aviso sonoro e visual antes do disparo, o que pode evitar o uso da força em determinadas situações. 

O disparo ocorre em dois estágios: inicialmente é lançado um dardo com fio sem carga elétrica e, após cinco segundos, o segundo cartucho libera a corrente responsável pela incapacitação.

Outro diferencial do equipamento é a capacidade de até dez cartuchos por arma, permitindo a atuação contra até três alvos distintos. Em caso de necessidade de reenergização, não é necessário um novo disparo, bastando acionar novamente o botão de liga e desliga. As armas também contam com tecnologia embarcada que registra automaticamente todos os usos, tanto em treinamentos quanto em operações, com armazenamento das informações na nuvem.

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A capacitação integra as ações de preparação da PCPR para o Verão Maior Paraná e busca ampliar os recursos disponíveis aos policiais para atendimento de ocorrências durante o período de maior fluxo de pessoas no Litoral do Estado.

Fonte: PJC PR

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