Paraná
MPPR expede recomendação em Londrina para que seja aprovado projeto de lei sobre a fiscalização de parcelamento de solo para coibir loteamentos clandestinos
Em Londrina, no Norte Central do estado, o Ministério Público do Paraná, por meio da 20ª Promotoria de Justiça da comarca, que tem atribuição na área de Meio Ambiente, expediu recomendação administrativa para que seja aprovado um projeto de lei voltado à fiscalização, pelo Município, do parcelamento do solo em área rural. No entendimento ministerial, a normativa será fundamental para coibir o avanço de loteamentos irregulares na cidade e região. O documento foi enviado aos integrantes da Câmara de Vereadores, ao prefeito e aos secretários municipais de Meio Ambiente e de Obras e Pavimentação.
Como aponta a Promotoria na recomendação, “o Projeto de Lei no 066/2023 é essencial para otimizar a fiscalização no Município de Londrina, pois estabelece atribuição específica quanto ao parcelamento do solo realizado em área rural em desacordo com a legislação à Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, contudo, não exclui outras atribuições previstas em lei, inclusive as já indicadas neste instrumento”, além de ser primordial para “a construção de um sistema municipal de enfrentamento aos usos ilegais do solo, às edificações executadas de modo irregular e à revelia do Poder Público, assim como às consequências ambientais e urbanísticas da ocupação desvirtuada do solo rural”.
Competências – O MPPR sustenta que o projeto complementa a legislação vigente, mas não afasta as atribuições e competências já asseguradas nas normas municipais, que devem ser executadas por cada órgão competente em mutualidade. O documento é amparado em normativas federais, estaduais e municipal que tratam da questão do parcelamento de solo e aponta 15 dias de prazo aos destinatários para um retorno oficial ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação.
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Fonte: Ministério Público PR
Paraná
Professor de jiu-jitsu de Faxinal denunciado pelo Ministério Público do Paraná é condenado a 13 anos, 3 meses e 22 dias de prisão por estupro de vulnerável
Um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná em Faxinal, no Norte Central do estado, pelo crime de estupro de vulnerável foi condenado a 13 anos, 3 meses e 22 dias de prisão em regime fechado. Os fatos denunciados ocorreram entre julho e agosto de 2025, quando a vítima, de apenas 12 anos de idade, era aluna de jiu-jitsu do autor.
Áudio do promotor de Justiça Gabriel Thomaz da Silva
De acordo com as apurações, durante uma aula, a vítima se queixou de dores no joelho a um dos professores, momento em que o acusado, que era líder na academia, aproveitando-se da posição de autoridade que possuía entre os alunos, praticou atos libidinosos contra a vítima – ele a tocou indevidamente, sob o pretexto de massagear seu joelho. Após o ocorrido, ele passou a enviar mensagens de cunho sexual à jovem por meio de aplicativo de mensagens, inclusive com a intenção de marcar um encontro. Ao tomar conhecimento dos fatos, o pai da ofendida levou o caso às autoridades policiais, sendo requerida e concedida a prisão preventiva do professor, que seguirá detido para o cumprimento da pena.
Além da pena de prisão, o réu também foi condenado ao pagamento de R$ 5 mil de indenização por danos morais causados à vítima. O MPPR recorrerá da decisão buscando o aumento da pena.
Processo 2141-48.2025.8.16.0081
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Fonte: Ministério Público PR
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