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MON oferece oficina inédita gratuita com a artista Norma Grinberg

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O Museu Oscar Niemeyer (MON) promove no dia 5 de julho a oficina inédita “Do Gesto à Forma: Modelar e Remodelar”, com Norma Grinberg. A atividade será gratuita, das 13h30 às 16h30, mediante inscrição prévia. Os participantes, num processo criativo, irão entrar em contato com a argila e explorar caminhos livres na criação de peças.

A artista, reconhecida e premiada no Brasil e no Exterior, estará em cartaz na Sala 3 do MON, a partir de 4 de julho, com a exposição “Perpétuo Movimento”.

Norma Grinberg mistura em seu repertório materiais diversos como argamassa armada, ferro, alumínio, areia, madeira e resinas, mantendo a cerâmica como protagonista.

Sua exposição inclui painéis, esculturas, objetos e instalações, frutos da criatividade e inovação da artista, refletindo no espaço uma trajetória de experimentação e pesquisa estética. No total, a mostra reúne cerca de 30 conjuntos de obras produzidas a partir de suas vivências e encantamentos pelo mundo.

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SOBRE O MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina.

Serviço

Oficina artística com Norma Grinberg

Data: 5 de julho, das 13h30 às 16h30

Local: Espaço de Oficinas – Rua Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico, Curitiba

Inscrições prévias: bit.ly/OficinaNormaGrinberg

Fonte: Governo PR

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Polícia Científica do Paraná incorpora tecnologia capaz de ampliar imagens em 100 mil vezes

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Partículas invisíveis a olho nu podem guardar informações decisivas para uma investigação criminal. Para ampliar a capacidade de identificar e analisar esses vestígios, a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) passou a contar com um Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV), equipamento que permite observar materiais em escala microscópica com nível de detalhamento muito superior ao alcançado por métodos convencionais. 

“O MEV diferencia-se do microscópio óptico tradicional principalmente pela forma de obtenção da imagem. Enquanto o microscópio óptico utiliza luz visível e lentes ópticas, o MEV utiliza um feixe de elétrons para varrer a superfície da amostra. Isso permite alcançar níveis muito superiores de ampliação, resolução e profundidade de campo, possibilitando a observação detalhada da morfologia e composição de materiais em escala microscópica e até nanométrica”, afirma o diretor da Academia de Ciências Forenses (ACF) da PCIPR, Alexandre Lara.

A tecnologia permite ampliações de até 100 mil vezes, enquanto microscópios ópticos tradicionais alcançam cerca de 2 mil vezes. Com isso, os peritos conseguem visualizar estruturas, partículas e características superficiais que passariam despercebidas em análises convencionais.

Além da visualização detalhada das amostras, o equipamento também permite a caracterização química dos materiais analisados. Assim, a combinação entre imagem de alta resolução e identificação da composição dos vestígios amplia significativamente as possibilidades de análise em exames periciais. 

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APLICAÇÕES – O equipamento permite a análise de uma ampla variedade de materiais, como fragmentos metálicos, partículas minerais, fibras têxteis, tintas automotivas, polímeros, vidros, resíduos provenientes de incêndios e explosivos. A capacidade de observar a morfologia e a composição química desses vestígios em escala microscópica fornece informações que podem auxiliar na identificação da origem dos materiais e na reconstrução de eventos investigados.

Na área forense, uma das principais aplicações é a análise de resíduos de disparo de arma de fogo. O microscópio é capaz de localizar partículas microscópicas e identificar sua composição química, permitindo caracterizar resíduos formados por elementos como chumbo, bário e antimônio, frequentemente associados aos disparos. A tecnologia oferece maior precisão na identificação desses vestígios e fortalece a produção da prova técnico-científica. 

Em análises de resíduos de disparo, por exemplo, é possível identificar partículas características pela forma e composição química, algo que muitas vezes não seria perceptível em análises ópticas convencionais. Também é possível identificar microfraturas, deformações, marcas de fabricação e alterações térmicas invisíveis a olho nu.

“O MEV permite observar a morfologia, textura, composição superficial e microestrutura de partículas e materiais em níveis extremamente detalhados. Em análises de resíduos de disparo, por exemplo, é possível identificar partículas características que muitas vezes não seriam perceptíveis em análises ópticas convencionais,” destaca o diretor da ACF.

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O tempo necessário para a realização dos exames varia de acordo com a complexidade da análise, o tipo de vestígio e a quantidade de amostras avaliadas. O processo pode envolver etapas de preparação do material, calibração do equipamento, aquisição de imagens e análises químicas complementares, podendo durar de algumas horas a períodos mais extensos em casos de maior complexidade. 

PIONEIRISMO NO ESTADO – A aquisição do equipamento representa um marco para a Polícia Científica do Paraná. Esta é a primeira unidade de Microscópio Eletrônico de Varredura incorporada à instituição, ampliando a capacidade técnica dos laboratórios forenses do Estado e possibilitando a realização de análises especializadas com maior precisão e detalhamento.

Embora a tecnologia já seja utilizada em instituições de pesquisa, universidades e órgãos periciais de referência no Brasil, como a Polícia Federal, sua incorporação à estrutura da PCIPR fortalece as ciências forenses no Estado e amplia o suporte técnico às investigações criminais.

Fonte: Governo PR

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